Dom Pedro II e a unidade nacional

Não existem índios no Ceará. Há certidão no Arquivo Público de Vitória, no Espírito Santo. O Imperador Pedro II mandou em 1860 que o presidente da província do Ceará incorporasse todas as terras que haviam sido doadas aos índios, uma vez que eles “não mais viviam aldeados e sim confundidos com a massa da civilização civilizada”.Coluna de Ari Cunha no Correio Braziliense, 6 de agosto de 2010. Já tentaram em 1999 tomar essas terras como sem-terraO advogado do grupo Nova Atlântida, Djaura Dutra, é incisivo: 'Não existem índios no Ceará'.Segundo Dutra, o que estaria ocorrendo no Ceará seria uma 'rememoração da cultura indígena. Mas a Constituição não protege nada disso para efeito de demarcar área indígena alguma'. O advogado sustenta que as comunidades de Buritis e de São José não são indígenas.

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Participe do Fórum: As ameaças do PNDH -3 continuam

Resumo: O anúncio Participe do Fórum divulgava um encontro em São Paulo sobre as ameaças do PNDH-3, suas consequências para aborto, propriedade e família e as estratégias usadas para reduzir a oposição. A programação previa especialistas e debate presencial. Como o evento era datado, o registro conserva sua finalidade histórica e elimina endereço, inscrição e demais chamadas promocionais.

No dia 26 de agosto, com o apoio do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, vai acontecer em São Paulo o Fórum “As ameaças do Programa Nacional dos Direitos Humanos- 3 continuam!”.

E gostaríamos de convidar todos os leitores a participar deste evento, que vai esclarecer pontos fundamentais deste pacote de pretensas leis que poderá afetar profundamente nosso futuro.

No fórum serão apresentadas, por exemplo, todas as manobras que alguns políticos fizeram para tentar abafar o clamor dos que são contra o PNDH-3. Faça aqui gratuitamente a sua inscrição. (mais…)

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Suécia: um fiasco o número de uniões homossexuais

Resumo: O Número de uniões homossexuais registrado na Suécia permaneceu pequeno no primeiro ano após a aprovação da lei correspondente, segundo os dados citados. A matéria compara o resultado com o volume de casamentos tradicionais e interpreta a visibilidade do movimento como dependente de apoio político, midiático e financeiro maior do que sua adesão social efetiva.

Atilio Faoro

Na Suécia, o número de uniões de pessoas do mesmo sexo prova que o movimento homossexual é um bluff.

Por pressão do lobby homossexual, no dia 1º de maio de 2009, entrou em vigor na Suécia uma lei que autoriza a união entre pessoas do mesmo sexo. A lei foi aprovada pelo Parlamento com 261 votos a favor e 22 contra.

Ademais, também por pressão do lobby homossexual, este pseudo-casamento passou a ser celebrado, desde novembro de 2009, nos templos da Igreja Evangélica Luterana da Suécia.

E o que aconteceu após um ano de aplicação da lei?

Um fracasso, ocultado pela mídia e pelo lobby homossexual: apenas 48 uniões! E para 2010, estão previstas 44. Para se medir bem o fracasso, a cada ano, celebram-se 20.000 casamentos tradicionais na Suécia.

“Nós não esperávamos uma multidão, mas que sejam tão poucos nos surpreendeu”, disse Håkan Sjunnesson, porta-voz da Igreja Luterana de Luleå”. (mais…)

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O tribunalzinho

Resumo: PNDH vem de longe é a conclusão de uma alegoria sobre tribunais populares encarregados de resolver conflitos cotidianos, aplicar multas e impor trabalhos humilhantes. O cenário é associado a um projeto atribuído ao Chile de Allende, no qual vizinhos poderiam denunciar-se e juízes locais intervir na vida privada. A narrativa alerta para vigilância política e perda das garantias judiciais.

O PNDH vem de longe…

Veja o artigo abaixo. Foi escrito pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 1971, na Folha de São Paulo.

“Folha de S. Paulo”, 24 de janeiro de 1971

O tribunalzinho

O leitor gostaria de morar em uma republiqueta assim?

O leitor que deseje medir, com toda a precisão, o alcance da matéria de que tratarei em seguida, deve — por um momento — desviar sua atenção de todos os assuntos de ordem geral e fixá-la no pequeno mundo concreto no qual transcorre sua vida quotidiana.

Pense num bloco de 200 pessoas, formado pelos que residem em sua casa e nas cercanias. Em uma grande cidade, um grupo como este se distribui, não raras vezes, em um quarteirão ou pouco mais. Nos bairros lotados com edifícios de apartamentos, 200 habitantes se espraia, naturalmente em área algum tanto maior.

Imagine o leitor que cada uma dessas áreas — maiores ou menores — seja transformada em uma republiqueta de fronteiras definidas e regidas por autoridades próprias. E que essas autoridades tenham por missão intervir ativamente na vida de todo o mundo, a decidir as questiúnculas da vida de todos os dias. (mais…)

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