O MST invade e depreda a propriedade alheia, forma quadrilhas de desordeiros e desocupados profissionais e os lança em ações contrárias à lei.

Têm sido frequentes acusações feitas ao Movimento dos Sem Terra (MST) de que se trata de um movimento paramilitar, que mantém campos de treinamento, que contrabandeia armas etc.

Mas, a meu ver, o problema está mal focalizado. De fato, por que procurar provas de atitudes que estariam sendo tomadas pelo MST às ocultas, ainda que sejam verdadeiras, quando o que esse Movimento faz às claras já é tão rombudamente ilegal?

Invade e depreda a propriedade alheia, forma quadrilhas de desordeiros e desocupados profissionais e os lança em ações contrárias à lei, atrai pobres que mereciam melhor sorte e os desvia do trabalho honesto, cria um clima de insegurança e ameaça no campo que prejudica a produção. É o Brasil todo que vai sendo gravemente prejudicado pela ação nefasta dessa gente.

Resistem às ordens judiciais de reintegração de posse e em mais de um lugar enfrentaram a própria polícia, deixando um rastro de dor e espanto atrás de si. Já cometeram até homicídios.

A própria paisagem do campo brasileiro vai sendo modificada por onde eles passam. Matas devastadas, gado abatido, favelas rurais implantadas.

Os documentos básicos do MST também não deixam dúvida de que seus líderes visam tomar o poder político para implantar no Brasil o socialismo. Ou seja, transformar-nos numa imensa Cuba, onde tudo falta em matéria de alimentação e dignidade.

Isso tudo é o noticiário nosso de cada dia a respeito do MST, é a evidência mesma dos fatos. Será preciso ainda procurar provas de outras coisas para pôr fim à ação de tão pernicioso movimento?

Os Bispos e padres da Teologia da Libertação que estão por detrás – e muitas vezes pela frente – do MST, procuram criar a ilusão de que se trata de um movimento de famintos em luta contra latifundiários opressores e desumanos. Mas ninguém vai muito nessa onda, a não ser que se queira deixar enganar ou se trate de um retardado mental.

A ação da esquerda “católica” no Brasil já é suficientemente conhecida e está bastante desacreditada. Basta dizer que seus adeptos se recusam a seguir os ensinamentos tradicionais dos Papas em matéria social, na defesa da propriedade privada etc.

É preciso que os interessados se movam, falem, pressionem, apoiem os que atuam. Proprietários de terras, acordai! Muito ainda pode ser salvo neste Brasil.