Notícias sobre a destruição da família pela Revolução Cultural.
Em fins de janeiro deste ano a grande mídia veiculou com simpatia as declarações do primeiro-ministro canadense Justin Trudeau sobre a acolhida que promete fazer aos chamados “refugiados”. Muçulmanos em sua maioria, muitos deles tiveram sua entrada proibida nos Estados Unidos. “A diversidade é nossa força”, dizia Trudeau, em mensagem transmitida por ele no Twiter.
Resumo: O movimento feminista é examinado como uma corrente que, segundo o autor, transformou a autonomia feminina em afastamento do lar e em pressão pela produtividade profissional. A análise relaciona o discurso de emancipação a pautas como aborto e igualdade…
Resumo: A crítica pergunta por que o socialismo odeia família e compara a visão cristã do matrimônio com propostas materialistas que subordinariam o lar ao Estado e à coletividade. O texto contesta declarações de Deborah Duprat e Marilena Chauí sobre…
A decadência da moda feminina chegou às raias do semi nudismo. Assim, apesar das tubas da propaganda internacional, as passarelas da moda, com suas modelos vestidas de papelão e de saco de lixo, já não impressionam. Por isso, os criadores da moda apelaram para algo mais extravagante.
Chegamos a tal ponto da decadência moral, que afirmações as mais graves parecem banais. Convido o leitor a comprovar essa minha impressão fazendo um teste com a seguinte frase: a inocência das crianças está sendo destruída.
Por anos, gerações e gerações de crianças e adolescentes — e por que não dizer, também de pais? — se encantaram com a leitura dos contos de fadas para crianças. Lembro-me ainda com saudades de ler com muito deleite, quando pequeno, por exemplo, a história do “Patinho Feio”, do “Soldadinho de Chumbo”, da “Gata Borralheira” ou “Cinderela”, do “Pinóquio”… e outras tantas histórias que alegravam minha vida de criança.