Grandes diários espanhóis denunciados por “proxenetismo”

Resumo: Os jornais-proxenetas são denunciados por publicar anúncios de prostituição em grandes diários espanhóis. A análise examina a responsabilidade moral dos veículos, questiona a exploração comercial da sexualidade e mostra como empresas que defendem respeitabilidade pública podem, ao mesmo tempo, lucrar com práticas que degradam pessoas e enfraquecem a proteção da família.

Luis Dufaur

Cada dia grandes jornais espanhóis como o socialista “El País”, o centrista “El Mundo”, o monarquista “ABC” ou o regionalista catalão “La Vanguardia” publicam páginas inteiras de propaganda das formas mais perversas de prostituição e nos termos mais explícitos possíveis.

Essa má prática jornalística rende seis milhões de euros por ano. Protestos católicos, pró-vida e conservadores denunciam esses “jornais-proxenetas”, noticiou a revista de esquerda francesa “Rue89”.

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Veja a originalidade

Resumo: As proposições pró e contra a propriedade da terra são confrontadas na apresentação da originalidade de Reforma Agrária: Questão de Consciência. O texto mostra como o livro organiza argumentos opostos, examina fundamentos jurídicos e econômicos do domínio privado e destaca a capacidade da obra de intervir no debate brasileiro sem reduzir a questão rural a slogans.

Paulo Henrique Chaves

Uma originalidade de Reforma Agrária – Questão de Consciência, reeditado com prefácio do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e epílogo do MS em Economia Rural Dr. Carlos Patrício del Campo, foi dedicar cinco capítulos confrontando proposições pró e contra a Reforma Agrária.

Tal confrontação apresenta o mérito de acentuar o contraste das convicções tradicionais e cristãs do povo brasileiro com o espírito socialista ou socializante que vem soprando sobre ele.

A guisa de exemplo, cito a proposição nº 1:

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“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16

Resumo: A religião ambientalista é criticada no contexto da COP16 de Cancún, junto com o chamado circo bolivariano e benefícios políticos associados ao encontro. A análise questiona crenças sobre o aquecimento global causado pelo homem, examina interesses presentes na conferência e alerta para uma agenda que pode usar a proteção da natureza para ampliar poder e recursos estatais.

Não pensar na realidade: alarmistas não desistem

Luis Dufaur

A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.

Sem presenças de alto nível e com a certeza de que nenhum grande governo aceitaria qualquer decisão prejudicial, a Conferência pareceu se concentrar em atividades mais específicas da religião ambientalista.

Ela foi inaugurada com uma oração à deusa maia Ixchel, pronunciada por Christiana Figueres, secretário-executivo da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (U.N. Framework Convention on Climate Change) ‒ COP16. Ela é nativa da Costa Rica, e de lá trouxe a superstição não se sabe bem a que pretexto. Porém, todo mundo, a mídia brasileira inclusive, achou muito normal nesse ambiente.

“Que a deusa da razão, – invocou – da criatividade e da tecelagem vos inspire, porque hoje vocês estão reunidos em Cancún para tecer os elementos de uma resposta sólida à mudança do clima, utilizando a razão e a criatividade como ferramentas.”

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Participe da Campanha Paz no Campo

Resumo: A Campanha Paz no Campo retoma o livro Reforma Agrária: Questão de Consciência e defende a propriedade privada rural. O material apresenta a mobilização como resposta a ameaças contra agricultores, relaciona a campanha à doutrina social católica e procura reunir apoio público para preservar a produção, a estabilidade das famílias e a liberdade econômica no campo.

Eles pretendem abolir a propriedade não só no campo! Já estão de olho nas casas e apartamentos das Cidades. E depois?

Nelson Ramos Barretto

Prezado(a) Senhor(a):

Há 50 anos com o livro Reforma Agrária – Questão de Consciência foi dado no Brasil o primeiro grito de alerta contra o agro-reformismo socialista e confiscatório.

Colaboraram com Plinio Corrêa de Oliveira na confecção do livro de 530 pp., que
se tornou best seller, dois Bispos e um economista.

Seu efeito foi de uma “bomba” sobre os promotores da Reforma Agrária no Brasil.
Os comunistas tentavam – através da esquerda “católica” – convencer os brasileiros de que a doutrina católica era contrária a propriedade privada da terra.
Era preciso demonstrar o contrário: a propriedade não era roubo, mas aceitar terras confiscadas, isto sim, era roubo!

Daí, a questão de consciência, pois a Reforma Agrária violaria o sétimo e o décimo Mandamentos da lei de Deus.

Você precisa ler este livro. Você entenderá a ideologia que move o MST: “invadir terra não
é pecado, não é roubo, antes, é um direito, afinal, a terra é de todos”.

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O harem do Sultão, o pobre imbecil e nossa geração

Resumo: O harém do sultão é usado como imagem para refletir sobre educação, formação moral e efeitos de uma vida orientada apenas pelo prazer. A narrativa do herdeiro cercado de facilidades mostra como a ausência de disciplina pode deformar o caráter e prejudicar gerações, oferecendo uma crítica à permissividade e à falta de finalidade na educação.

Qual foi a prisão que tornou o herdeiro um pobre imbecil? E que relação há entre Mehmed e as atuais gerações?

Ivan Rafael de Oliveira

As noticias que se lêem do presente bem podem indicar a realidade em que vivemos, mas muitos fatos do passado nos fazem entender melhor algumas conseqüências dessa realidade. É por isso que convido o leitor  a conhecer um fato pouco conhecido da história.

Não vamos voltar muito, apenas até o inicio do século XX, mais propriamente em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial.

Quando algumas complicações de guerra levaram os imperadores (mais…)

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“Só ataco o terrorismo se o MST não for lesado”, diz governo

Resumo: A relação entre terrorismo e MST é examinada a partir da resistência do governo brasileiro em tipificar determinadas ações como crime terrorista. O texto considera preocupações diplomáticas, discute a diferença entre movimentos sociais e violência organizada e questiona os…

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