Resumo: As blasfêmias no Carnaval são interpretadas como parte de uma agenda de revolução cultural, e não como episódios isolados. O vídeo contrasta o escárnio dirigido a símbolos cristãos com a proteção dispensada por seus autores a elementos religiosos indígenas, apontando uma incoerência no tratamento público das crenças.
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Nunca houve tantas blasfêmias como agora. Elas não são isoladas, mas fazem parte de uma agenda. Veja, no vídeo, a contradição dos blasfemadores que protegem os símbolos sagrados dos índios, enquanto debocham do Cristianismo.





