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Resumo: Camponeses resistem a expropriações no caso de Yang Youde, agricultor chinês que transformou sua casa em posição de defesa contra equipes governamentais em Hubei. O episódio é situado em um contexto de conflitos por terras e repressão a protestos rurais e urbanos. A narrativa questiona a compatibilidade entre socialismo, concentração de poder e proteção efetiva da propriedade privada.

Ele transformou sua casa numa verdadeira fortaleza equipada até com um canhão artesanal.

Luis Dufaur

Yang Youde, 56, camponês da província de Hubei, no centro da China resiste à expropriação de sua roça. Segundo informou o diário “Libération Acesso em 22/07/2010”, reproduzindo notícias do “Les Nouvelles de Pékin”.

Ele transformou sua casa numa verdadeira fortaleza equipada até com um canhão artesanal.

Yang dissuadiu as equipes do governo que tentaram despojá-lo de sua terra e destruir sua casa usando esse canhão que atira até 100 metros diversos tipos de projéteis, especialmente rojões e fogos de artifício que espantam os agentes socialistas.

“Eu devo proteger meus direitos”, disse Yang ao diário chinês. “Eu sou um agricultor. Toda minha vida depende da agricultura. Se eu cesso a resistência não terei aonde ir”. Numa escaramuça mais recente, os agentes socialistas espancaram a Yang, mais ele não arreda.

As expropriações no campo e na cidade viraram uma das principais fontes de tensão social na China.

Camponeses bloqueiam fabrica, Kunming, Yunnan

O socialismo não admite nenhuma forma de propriedade, porém, milhões de chineses não aceitam esse absurdo.

A ditadura tem que agir pisando em ovos para limitar as dezenas de milhares de revoltas camponesas e citadinas que se reproduzem todo ano nos quatro cantos do imenso e infeliz império maoísta.

No fim de abril, um dirigente do Partido Comunista da província de Henan ordenou a um caminhoneiro passar por cima de um manifestante que tinha se deitado na estrada. Para acalmar a indignação popular o dirigente foi preso.

Em novembro, na província de Sichuan, uma mulher de 47 anos morreu após atear fogo nela mesma como protesto pela destruição da fabriqueta de seu marido, acrescentou “Libération”.

Este post tem 3 comentários

  1. Manuel L. Teixeira

    Se pior cego é aquele que não quer ver, tal é a situação dos que apesar da opressão em que jaz o povo chinês, continuam alegremente fazendo comércio com o tirânico regime comunista que o oprime. Enriquecendo-se e enriquecendo o regime, que através desse comércio vergonhoso amealhou suficiente dinheiro não só para fortalecer seu exército e aumentar a repressão, mas para adquirir cada vez mais propriedades pelo mundo afora… inclusive no Brasil! Este é o novo imperialismo, que os EUA assim nunca exerceram e contra o qual ninguém protesta!

  2. Alberto Fonseca Cruz

    Olha só para onde caminhamos se NÓS DEIXARMOS passar o PNDH3. Ainda bem, que estão na rua também para impedir isso e quero dar TODO$ os apoios necessários para que essas iniciativas tenham sucesso. CARTÃO VERMELHO para eles.

    o meu apoio

  3. CRISTÃ INDIGNADA !!!

    Que espantoso? O Lula e seus comparsas querem tanto dividir terras e propriedades dos demais brasileiros passando uma imagem de “bonzinho” Porquê ele não divide os bilionários patrimonios dele, do filho Lulinha homem mais rico do Brasil, da guerrilheira e comunista Dilma que tem uma poderosa fortuna ou os bens de toda a corja do PT? Olhem que com a doação só deles muita gente teria um cantinho digno para morar se eles dividissem o que tem. São verdadeiras fortunas, eles deveriam dividir os bens que são deles , não criar lei obrigando as demais pessoas que sofreram tanto para conseguir seu imóvel.Já que querem ser tão caridosos, que doem suas fortunas, certamente ainda sobrariam muito dinheiro nos bancos suiços. É de se pensar !!!

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