Lockdowns: A Igreja é uma bigorna que desgastou muitos martelos!

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Comemoramos a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo: o triunfo sobre o demônio, o mundo e a carne.

Ao longo de seus dois mil anos a Santa Igreja passou pela perseguição de imperadores romanos durante três séculos, … e triunfou.

Triunfou sobre as heresias que surgiram ao longo de sua História; triunfou da destruição levada a cabo pelas hordas bárbaras e tornou-se, ela mesma, a guardiã da civilização e da cultura.

Perseguida pela Revolução Francesa, que impôs a Constituição Civil do Clero, perseguida por Napoleão que encarcerou o Papa Pio VII a Igreja promulga em 1854 o dogma da Imaculada Conceição, reúne o Concílio Vaticano I e é solenamente proclamado o dogma da Infalibilidade Pontifícia. Mais uma vez, a Igreja vence.

Como advertiu o Mal. Ney a Napoleão: a Igreja é uma bigorna que tem desgastado muitos martelos. “Segundo diz a história, não foi só a incompetência dos amigos de Napoleão, que causou sua queda. Foi também e principalmente a estultice com que o Corso se atirou contra a Igreja. Juliano o Apóstata, os Césares do Império Romano Alemão, Pombal, Bismarck, e muitos outros, também caíram assim. Quando se ataca a Igreja, só há dois caminhos: o de Canossa, ou o do fracasso. A Igreja não faz atentados nem revoluções, mas “é uma bigorna que tem desgastado muitos martelos”. https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG%20381030_VargaseBonaparte.htm#.YGtpWuhKiMo

Hitler fracassará como Juliano, o Apóstata

Perseguida pelos sovietes, por Hitler a Igreja continua sua obra redentora. Comenta o Prof. Plinio: “É inútil dizer que o Sr. Hitler fracassará, como fracassou Juliano o Apóstata, e que a experiência por ele tentada servirá apenas para provar que a indestrutibilidade da Igreja não provém do sentimento humano de compaixão e admiração, suscitado pelo heroísmo de seus mártires, mas que independe inteiramente deste ou daquele meio humano, ela se estriba apenas na indefectibilidade dAquele que lhe prometeu que “as portas do inferno não prevalecerão contra Ela”. Enquanto, porém, o fracasso final do Sr. Hitler não se verifica, ferve na Alemanha a perseguição, e Nosso Senhor Jesus Cristo é novamente supliciado com uma perfídia e com um ódio que lembra perfeitamente todos os requintes de crueldade diabólica do sinédrio.” https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG%20400331_Omaisodiosodosdespotismos.htm

E Hitler fracassou, triunfou a Santa Igreja.

E o lockdown de igrejas em 2021?

O presente lockdown de igrejas é mais uma tentativa sibilina e camuflada de apagar a Fé no Brasil, no Ocidente. A promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo, estarei convosco “até a consumação dos séculos” vencerá os modernos “Césares”, os novos algozes disfarçados pela máscara da vigilância sanitária.

Numa primeira fase os Maestros da Pandemia alijaram a Santa Igreja do concurso ao combate ao vírus de Wuhan, sabendo perfeitamente pela História ser Ela a fundadora dos hospitais, a guardiã da saúde, a inspiradora de vocações especialmente dedicadas ao alívio das dores do próximo.

Na segunda fase, os mesmos gestores da pandemia, e nesse sentido imitam o exemplo de Xi Jinping na China, se arrogam no direito de decretar o lockdown dos templos. Louvamos aqui as exceções de governadores e prefeitos. A proibição do culto, no Ocidente, repete as perseguições de Nero, da Revolução Francesa, de Stalin ou Hitler apenas sob o disfarce midiático de proteger a saúde e conter a pandemia.

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Pelo segundo ano não assistimos às comemorações da Semana Santa por causa do laicismo ateísta que julga poder sobrepor-se ao Poder Espiritual.

Infelizmente, causado pelos gérmens do progressismo, bispos, sacerdotes se curvam aos decretos de prefeitos e governadores. Ainda quando um Ministro do STF, Nunes Marques atende à uma liminar e rompe a ditadura do lockdown de templos em Belo Horizonte, ainda assim, a católica Minas Gerais assiste à persistência laicista e ateia de Alexandre Kalil que desafia o Ministro e posteriormente recorre ao Supremo.

Na católica Belo Horizonte, o prefeito Alexandre Kalil julga a religião desnecessária e até ocasião de contaminação: proíbe o culto. Suspensa essa proibição do culto, pelo Ministro Nunes Marques, o prefeito aumenta sua arrogância:

E o que dizer quando são bispos ou arcebispos, como a arquidiocese de Belo Horizonte, que saem em defesa do lockdown de igrejas? 

Cuidado, advertia o Mal. Ney a Napoleão: a Igreja não faz revoluções, Ela é uma bigorna que tem desgastado muitos martelos.

Nossa Senhora prometeu em Fátima: por fim o meu Imaculado Coração Triunfará!

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