Artigo de https://thetablet.org/u-s-religious-liberty-czar-says-no-signs-of-change-in-china-since-vatican-deal/, 25 de abril, Christopher White, traz importantes declarações de “Sam Brownback, embaixador-geral dos EUA para a liberdade religiosa internacional e ex-governador do Kansas”.

           A China está “em guerra com a fé”

           “No mês passado, durante uma visita de uma semana a Taiwan e Hong Kong, Brownback disse que a China está “em guerra com a fé“, observando as marés crescentes de discriminação contra muçulmanos, católicos e budistas”.

      “Mas é uma guerra que eles não vão ganhar“, acrescentou.

      Brownback converteu-se ao catolicismo em 2011 e suas “fortes palavras” atraíram muita publicidade, mas ele disse que foi autorizado pelo Departamento de Estado, e  “defendeu isso como um dever que os Estados Unidos têm de garantir que a liberdade religiosa”.

           Uma oportuna aplicação à Parábola dos Talentos

           Embaixador Geral para Liberdade Religiosa Internacional desde fevereiro de 2018, Senador por Kansas, Governador de Estado, Brownback lembrou a Parábola dos Talentos: “A quem muito é dado, muito é necessário“: uma lição sobre a necessidade de administrar os dons que alguém recebeu.

      “Recebemos muito”, disse Brownback ao The Tablet, observando que os EUA são a nação mais poderosa do mundo e têm “um legado de liberdade religiosa”.

      “É nosso papel defender isso e somos responsáveis ??pelo que nos foi dado”, disse ele.

          Deveríamos estar pressionando a China”

           “Por essa razão, ele insiste que “nós [Estados Unidos] deveríamos estar pressionando a China a se abrir” quando se trata de liberdade religiosa.

      “Durante sua visita, Brownback criticou o acordo do Vaticano com a China no ano passado”.

       “Desde que este acordo provisório foi anunciado no ano passado, o abuso do governo chinês a membros da comunidade católica continuou. Não vemos sinais que mudem no futuro próximo”, disse Brownback em Hong Kong”.

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      Tem razão o embaixador Brownback insistindo que os Estados Unidos deveriam estar pressionando a China pela liberdade dos católicos. Só os EUA? Somos a maior nação católica da Terra, não está também o Brasil na obrigação de protestar contra essa brutal perseguição?  Ainda mais nestes tempos em que a China vem mendigando (às vezes ameaçando) uma maior aproximação com o Brasil.

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