512 anos após a Missa que oficializou a fundação do Brasil, o sagrado símbolo da Cruz é retirado do recinto de Tribunais: grave sintoma de irreligiosidade, contrário aos sentimentos e à tradição do nosso povo.

Era a manhã de uma sexta-feira quando o Filho de Deus passou por Jerusalém carregando o símbolo dos criminosos: a Cruz, sobre a qual morreria. O símbolo dos criminosos era ali levado pelo inocente, condenado pela covardia daquele juiz que preferiu lavar suas mãos e omitir-se ao invés de aplicar a justiça.

O sacrifício da Cruz é o ápice de toda a obra Redentora. Como uma nova estrela de Belém que guiou os Reis Magos até o Menino Jesus, a Cruz indica o caminho da salvação para a humanidade redimida, atraindo-a a fazer o bem e a evitar o mal. “Quando eu for elevado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12,32).

Durante séculos, a Cruz foi vencendo o paganismo, aplacando as injustiças e formando a mentalidade dos homens e das instituições, que vieram a constituir, posteriormente, a realidade conhecida como o mundo ocidental e cristão. Em memória disso, no centro da Praça de São Pedro, no Vaticano, há um grande obelisco encimado pela Cruz de Cristo, representando o triunfo da Fé sobre o paganismo.

Era a misericórdia da Cruz substituindo as arenas romanas e a cólera guerreira dos bárbaros. O Império Romano desabou com a invasão dos bárbaros e se converteu pelo exemplo dos cristãos. Onde antes imperavam “deuses” criados à imagem dos defeitos humanos, entrava agora o Deus que ensinava a moral, elevando os homens a uma dignidade superior a seus defeitos, libertando-os do peso do pecado e introduzindo o autêntico conceito de justiça.

A Cruz, símbolo da Justiça

A justiça não era mais um capricho da Roma pagã — ou a aplicação fria de um princípio abstrato –, mas um ato de equidade que devia transparecer com bondade e sabedoria, resolvendo conflitos inerentes a toda vida em sociedade.

Na sociedade ocidental e cristã, a Cruz está no fundamento da Justiça. Foi nessa região do mundo que se desenvolveu o nosso sistema legal e jurisdicional, foi sob o influxo dos princípios cristãos que se buscou estabelecer o que é justo e legítimo e, em consequência, definir o que deve ser legal ou ilegal.

Ademais, a Cruz é uma lembrança constante de como a Justiça deve ter cuidado para não ser injusta. Assim como o supremo inocente, Nosso Senhor Jesus Cristo, foi condenado pelo supremo covarde, Pôncio Pilatos, deve o julgador estar atento para não cometer o mesmo absurdo.

Pôncio Pilatos teve medo daquela aparente maioria que pedia a morte do inocente. Em nome dessa maioria, ele sacrificou a verdade. A Justiça, sob o signo da Cruz, deve lembrar sempre que a busca da verdade — e não a busca do aplauso — é a obrigação primeira. Também por isso, está a Cruz presente nas salas de audiência e julgamento em nosso País, lembrando constantemente não apenas as obrigações do juiz para com a verdade, mas a origem e a finalidade da Justiça.

A quem, então, incomoda a Cruz?

Quando o governo federal lançou o novo Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), vários grupos católicos chamaram a atenção para a incompatibilidade desse plano com a moral católica. Em poucas palavras, se aplicado, o PNDH-3 levaria a uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil.

Um dos itens previstos nesse PNDH era a retirada de crucifixos de repartições públicas e tribunais.

A Cruz incomoda o movimento de homossexuais. Desagradada pela presença do crucifixo no Tribunal do Rio Grande do Sul, certa Liga Brasileira de Lésbicas, entrou com “pedido” junto ao Conselho de Magistratura do Tribunal de Justiça do estado (TJ-RS) para que os crucifixos fossem retirados das salas daquele órgão do Poder Judiciário.

Segundo noticiado pela imprensa, o referido Conselho de Magistratura acatou esse pedido por unanimidade, ordenando a retirada dos crucifixos. O relator da matéria foi o desembargador Cláudio Baldino Maciel, que considerou necessário retirar os crucifixos das salas de julgamento por ser esse o “único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”. Com isso, argumenta o desembargador, estaria se demonstrando que o Estado-juiz é equidistante de todos os valores.

Na realidade, o “Estado-juiz”, ao pretender retirar os crucifixos, está demonstrando abraçar outros valores, diversos daqueles que estão representados no Crucifixo.

Mas não é só isso. O Brasil é um Estado laico desde a proclamação da República, em 1889, ou seja, há 122 anos. Se a presença do crucifixo fosse contrária ao laicismo brasileiro, ele teria sido retirado em 1889, e não em 2012.

Mesmo sendo o Brasil um Estado laico, sua sociedade é profundamente religiosa. O Poder Judiciário, um dos três poderes do Estado, não existe meramente como uma abstração legal, mas existe dentro da realidade desse país que é o Brasil, dessa sociedade de brasileiros que vivem em nosso território. Um território descoberto por caravelas que aqui aportaram ostentando a Cruz de Cristo, tendo como primeiro ato oficial uma santa Missa, e em cujo céu figura, luminoso, o Cruzeiro do Sul. Um país que tem no Cristo Redentor um de seus mais conhecidos cartões-postais e cujas cidades adotaram não raramente nomes de santos.

Por essas e outras, a própria Constituição do Brasil começa pedindo a “proteção de Deus” em seu preâmbulo, deixando patente que o laicismo, como entendido em nosso País, não é contrário à religião e não pode ser usado como um instrumento a serviço da cristianofobia, isto é, dessa tendência, em ascensão em várias partes do mundo, de perseguir o cristianismo e seus adeptos.

Não estranha, nesse sentido, que os mesmos julgadores que decidiram retirar os símbolos cristãos, possam conviver pacificamente com os símbolos pagãos como a estátua da deusa Themis, ostensivamente colocada na fachada do Palácio de Justiça de Porto Alegre.

A decisão do Conselho de Magistratura do TJ-RS abre um perigoso precedente nessa matéria, indicando não apenas uma tentativa de reinterpretar o laicismo no Brasil, mas também criando um verdadeiro divórcio entre o Estado e a sociedade.

O Laicismo, uma nova religião?

Se não bastasse tudo isso, há um problema de fundo que fica evidenciado com a decisão de retirar crucifixos das salas de audiência do TJ-RS.

O laicismo agressor, no Brasil, sempre foi mitigado pela religiosidade da população, respeitando limites, sem interferir na esfera religiosa. Contudo, se a pretexto do laicismo o Estado passar a “regular” a prática religiosa (mesmo em prédios públicos), ele estará quebrando esses limites.

Em outros termos, retirar símbolos religiosos em nome do laicismo é o mesmo que dizer que cabe ao Estado decidir o que a sociedade pode ou não pode fazer em matéria de expressão religiosa. O laicismo acaba assim sendo perigosamente transformado em um valor religioso, numa religião oficial do Estado laico.

Religiosos e Juristas discordam da decisão do TJ-RS

O Conselho de Magistratura do TJ-RS não foi o primeiro a tratar dessa matéria. Dom Keller, bispo de Frederico Westphalen (RS), em nota pastoral, lembra que o Conselho Nacional de Justiça, em junho de 2007, analisou questão análoga e decidiu que a presença de crucifixos em dependências de qualquer órgão do judiciário “não viola, não agride, não discrimina e nem sequer perturba ou tolhe os direitos e a ação de qualquer tipo de pessoa”.

Em sua nota pastoral, Dom Keller lamenta que o tribunal de Justiça tenha se dobrado “diante da pressão de um grupo determinado, ideologizado e raivoso, contrariando a opinião da grande maioria da população do Estado do Rio Grande do Sul”.

Também a Associação de Juristas Católicos discordou da decisão do Conselho de Magistratura do TJ-RS e enviou representação ao tribunal solicitando a reconsideração da medida.

Por sua vez — noticiou a “Folha de S. Paulo” –, “dois desembargadores declararam oposição à medida e anunciaram que não vão retirar o símbolo religioso de suas salas até que haja decisão definitiva sobre o caso. Um dos desembargadores que se opõem à decisão, Carlos Marchionatti, diz que o Conselho da Magistratura não é a instância adequada para tratar do assunto e que a separação entre Igreja e Estado não é absoluta no país. A maioria tem sentimento religioso, o hino nacional tem referência à divindade. Cristo, no âmbito do Judiciário, representa a Justiça”, diz. Em artigo, o ex-ministro da Justiça e ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Paulo Brossard, criticou a medida como sinal de “tempos apocalípticos” (FSP, 17-3-12).

Conclusão

A interpretação do Conselho de Magistratura do TJ-RS parece ignorar a realidade brasileira ao defender uma espécie de “ação afirmativa” (um laicismoproativo), querendo obrigar a uma mudança profunda nas raízes religiosas e culturais da nação brasileira.

Esperemos que a reação da sociedade a essa medida seja suficientemente clara e firme para derrubá-la, pois a Cruz não é um incômodo, mas sim um farol lembrando a todos que devemos fazer o bem e, em particular aos juízes, que devem julgar segundo os princípios da Justiça.

Mas se, pelo contrário, prevalecer essa nova interpretação do laicismo no Brasil, não tardará aparecer quem proponha arrancar o Cristo Redentor do alto do Corcovado. Ou que sejam alterados os nomes das cidades como São Paulo, Santa Catarina, Santa Rita, São Pedro e tantos e tantos outros lugares deste nosso imenso Brasil, outrora também conhecido como Terra de Santa Cruz.

 

18 COMENTÁRIOS

  1. Li a matéria da Veja e estou postando aqui. Nela vê-se claramente a contradição dos juízes do TJ-RS. Como pode ser tudo isso que estamos assistindo no Brasil hoje?! Juízes, que deveriam respeitar os princípios morais e éticos basilares de uma sociedade cristã, são os primeiros a despreza-los.

     
  2. A Cruz não me incomoda, mas a Obra na cruz consumada por Jesus muito pelo contrário me conforta e me leva comemorá-la como Ele nos ensinou através da Santa Ceia. Retirar o Cristo pregado na Cruz nos orgãos públicos não muda em nada pois os mesmos quando estavam lá que mudanças eles provacavam nos rumos da justiça?
    Deixando para trás as coisas que para trás ficam, prossigo para o alvo da soberana vocação.
    Vamos ler Bíblia meus compatriótas e aplicá-la em em nossas atitudes.

     
  3. Solange,
    Grato pela sua defesa da verdade, mas, para quem rejeita a Cruz de Cristo até o último momento, não tem purgatório para eles, porque o Purgatório é somente para os santos. Mas para esses celerados, soberbos e arrogantes esperam as penas eternas nos horrores do fogo do inferno para toda a eternidade. Essa é a punição reservada para todos aqueles que se rebelam contra Deus e a sua Santa Madre Igreja. Eles devem se orgulhar de serem soberbos e anticristos, mas isso é por muito pouco tempo, porque a nossa vida neste mundo é muitíssimo passageira, e ai daqueles que morrerem em pecado mortal; em inimizade com Deus e sua Santa Madre Igreja. Que Deus conceda a esses infelizes juizes sabedoria, inteligência e discernimento para que se arrependam e se convertam antes que chegue o dia deles serem julgados pelo Supremo Juiz, a quem agora eles ofendem e julgam zombar de Deus, quando zombam deles próprios, sem se importarem com a terrível sorte que já se avizinha sobre cada um deles.
    Deus tenha piedade desses iníquos juizes que pensam sedr deuses, quando na verdade não são nada, mas simlesmente pó e cinza. Sem Deus eles nunca serão nada de bom.

     
  4. A perseguição aos cristãos fora iniciada em Belo Horizonte, por uma rádio e alguns repórteres, que insistiam em tirar todos os “santos” dos nomes das ruas da cidade.
    Felizmente estes poucos se acalmaram e pararam de perturbar o povo.

     
  5. Eu só conheço um que não gosta da cruz:”O demônio”.Então eu me atrevo a chamar a todos que a abomina de demônio. Tudo que incomoda as pessoas ruins, vem de DEUS. As pessoas boas e firmes na fé, jamais se incomodarão com as graças de DEUS. Foi e é assim com o demônio e o será com outras pessoas que pregam coisas que não agradam e que não vem de DEUS e principalmente que não agradam a DEUS. Vocês repararam o quanto somos perseguidos. Mais isso é bom. Explico: Jesus disse: “serás perseguido e morto por mim, se permaneceres fiel a mim, ganharás a vida eterna”. A cruz é uma extensão de CRISTO. Não existe JESUS sem a CRUZ, nem a CRUZ SEM JESUS, NÃO EXISTE JESUS SEM MARIA, NEM MARIA SEM JESUS”. Lembrem-se que MARIA também é muito atacada pelas igrejas não cristãs. Lembrem-se: Igrejas qualquer um até abre, mais religião ninguèm jamais vai fazer existir, ela é UNA. Resumindo: Se sua excelência, juízes, desembargadores, promotores chegaram até aqui, foi porque DEUS permitiu e te deu inteligência, senão vocês não seriam nada. Tudo é do PAI. Então terminando, se vocês não são dignos da CRUZ DE CRISTO, fazem julgamento sem equidade, delegacias mantèm pessoas inocentes presas, etc.., retirem mesmo a CRUZ DE CRISTO, tenho certeza que ele vai ficar muito contente, pois pelo menos vocês estão sendo sinceros e não dignos dele.

     
  6. prezados,

    A verdade é uma só: Nós, católicos, diante dessa farsa de estado laico n temos ninguem na política que defenda claramente nossa moral, estamos voltando à era do paganismo e tudo indica que voltaremos a ser encurralados nas catacumbas.

    Diante dessa realidade, de não sermos representados na política, façamos uma campanha pessoal, e em sites, para anularmos a maior quantidade de votos católico possível, de vereador à presidente não votar em ninguem, e assim quem sabe lembrarão de nós.

     
  7. ENALTECENDO A CRUZ

    I

    Consta que remontais então à Antiguidade,
    éreis pois o suplicio enfim dos condenados.
    Hoje sois afinal lábaro à Cristandade,
    desde o Gólgota sim um simbolo sagrado.

    II

    Portanto, qual o verbo a vos enaltecer,
    quando todo o orbe já vos tributa louvor.
    Contempla-vos em silencio, pois que dizer?
    E, somente exclamar, bendito o Redentor.

    III

    Presente bem estais na vida, campanários,
    nos claustros, catedrais e também nos sacrários,
    nas ordens religiosas e órgãos temporais.

    IV

    Tendes a harmonia com toda a natureza,
    ao anjos bons atraís com plena certeza.
    Aos maus, para bem longe é certo que afastais.

     
  8. “Se Deus não está vendo, posso errar a vontade!!!!” Deve ser isto que pensaram quando exigiram a retirada da Cruz! Tenho pena destes que padecerão as duras penas no purgatório (leia o livro: CONVERSANDO COM AS ALMAS DO PURGATÓRIO), se é que conseguirão esta graça de passar por lá!!
    SÓ DEUS É A VERDADE! QUE TANTO TEIMAM…?!

     
  9. A todos uma boa noite …

    Seguindo da linha textual, conforme descreve o fragmento do mesmo:

    “A Cruz incomoda o movimento de homossexuais. Desagradada pela presença do crucifixo no Tribunal do Rio Grande do Sul, certa Liga Brasileira de Lésbicas, entrou com “pedido” junto ao Conselho de Magistratura do Tribunal de Justiça do estado (TJ-RS) para que os crucifixos fossem retirados das salas daquele órgão do Poder Judiciário.”

    Querem saber a mais pura verdade ?

    É muito evidente que desejem todos que vão contra as LEIS SAGRADAS de DEUS, a retirada do simbolo de redenção da humanidade com seu CRIADOR, pois dentro do conceito, muitos se dizem ateus, ceticos, negatorios a existencia do MESMO, se sodomizam descaradamente, mas quando estão de frente ou cara-a-cara com DEUS, sentem vergonha do que fazem, mesmo que não demonstrem, mesmo que neguem, mesmo que escarneiem, mas lá no intimo vem a seguinte frase:

    Faço, pois me sinto feliz em me sodomizar, em me corromper e trepudiar a ordem natural para o qual nós seres humanos somos criados, mas não me coloque perante a CRUZ do filho do HOMEM, pois tenho vergonha de admitir meus erros que acredito não ter, pois quero fazer e me sentir do jeito que eu quero, sem ninguém me criticar, e se acaso me criticarem, não interessa o que pensem, vou me sodomizar e me satisfazer da forma que eu desejar, e de quebra, e por inveja, vou destruir aquilo que é nobre, somente para poder sentir o prazer do poder que sei que não vai durar muito, mas me satisfará, pois estarei destruindo o ideal de outros, somente para me somodizar, pelo simples prazer de me sodomizar e aos que estiverem a minha volta, tanto os que são a favor, quanto aos que são contra.

    Assim pensa a cabeça de um homosexual e ou lesbica … mas se mesmo assim … a estado laico existe, e independente de qualquer coisa nossa constituição permite a livre escolha de religião, antes que se faça a vontade de poucos sodomizados e insatisfeitos com suas vidas, seus corpos e seus gostos, fazemos lembrar que DEUS veio antes, o homem veio depois, a constituição e as leis em seguida e assim sucessivamente, e NÂO AO CONTRÀRIO, e a MAIORIA TEM OPÇÂO JUSTA PELA LEI DE DEUS !!! É ASSIM, CONTINUARÀ SENDO ATÈ O FINAL DOS TEMPOS, POIS A PALAVRA DE DEUS FICA, E NÂO O DEVANEIO DE ALGUNS DESVIADOS.

    ESSE É O VERDADEIRO MOTIVO PELO QUAL QUEREM RETIRAR O SIMBOLO DE RECONCILIAÇÃO, POIS PERANTE ESTE SIMBOLO, SER HOMOSEXUAL E OU LESBICA, OU QUALQUER OUTRA COISA QUE VA CONTRA A LEI DE DEUS É QUEBRAR ESTA CONCILIAÇÃO, AFIRMAR QUE ESTÁ ERRADO(A), E CONSEQUENTEMENTE SERTIR VERGONHA PERANTE DEUS E DE SÍ PROPRIO PERANTE A SOCIEDADE. A LIBERDADE TEM QUE SER IGUAL A TODOS. MAS A VONTADE EQUIVOCADA DE ALGUNS POUCOS NÃO DEVE E NUNCA SERÁ IMPOSTA AOS DEMAIS !!!!!

    Era o que eu tinha a dizer

    Boa Noite …

     
  10. Sem dúvida a Cruz de Cristo incomoda muita gente. SOBRETUDO AO DEMÔNIO E SEUS SEGUIDORES!

    Conforme o dito popular, “Como o diabo foge da Cruz”, aplica-se perfeitamente à tal “liga lesbiana” e aos juízes do Rio Grande do Sul que acataram o amaldiçoado pedido das… lésbicas.

    Por que têm tanto medo da Cruz? Certamente pelo mesmo motivo que têm os demônios! Movidos pelo mesmo ódio satânico!

    Ave Crux! Spes unica!

     
  11. Seria interessante (sem ser gravidez), que alguém pedisse para tirar o símbolo da Justiça da praça pública… Ela, que já é cega, parece envelhecida bastante, para ver seus próprios defeitos, lentidão, corporativismo… Além disso, sua balança parece desregulada, pendendo, frequente e perigosamente para um dos lados… O Símbolo, no caso, não está a garantir também sua inviolabilidade.

     
  12. Esta é mais mostra de como nossos poderes estão acuados diante das minorias organizadas.O que é e o que representa essa Liga para os destinos da nação, nada.
    Nossos poderes na ansia de cativar eleitores e adeptos, acatam tudo , mas, como não faze-lo, se eles vivem em constante pecado( malversação do dinheiro público, Roubos, etc…). Crimes de toda espécie acontecem e nada se apura, as coisas acontecem e quem manda “nao sei de nada”, se fala muito em povo, e no entanto não se respeita o mesmo.
    Ora, se havia esse pleito porque antes de tomar uma decisão nao foi deita uma pesquisa para saber a opinião da maioria do povo.
    Sabem porque não se faz, é porque seria totalmente esmagada tal iniciativa pela população que diria ” não “.
    Mas governar e respeitar a maioria, não está na cartilha de quem comanda nosso país.
    Lamento

     
  13. Extremamente interessante, do ponto de vista jurídico-legal, essa postura do Conselho da Magistratura gaúcha, acatando o “pedido” feito por uma entidade espúria, essa tal “liga de lésbicas” (com esse nome, está mais para ingrediente de humor rasteiro que para entidade que pretenda ser levada a sério). Ambas as partes são ilegítimas nesse processo que, de processo legal, efetivamente, não tem nada. Se acatou o “pedido”, desceu ao nível dessa espúria entidade. Qualquer um que pretendesse a exclusão de símbolos religiosos – leia-se católicos – de locais públicos, deveria antes acionar o Vaticano, em Roma, sede da Igreja Católica. Essa sim, parte legítima para figurar no polo passivo de uma ação dessa natureza, legalmente proposta. Esse caso não passa de uma paródia, uma paródia deletéria, cujo estrago vem a médio e longo prazo.

     
  14. Sem dúvida fica claro por este excelente artigo que a retirada de símbolos religiosos de locais públicos é clara manifestação da religião chamada laicismo.

     
  15. É impressionante as decisões tomadas em nome da justiça, e muitas coisas ainad poderão ser feitas em nome dela. Embora também seja impressionante outras religiões evangélicas retirarem a imagem de cristo de suas cruzes, por serem contrários às imagens sacras. Tendo por base a Bíblia, o cego Simão Bartimeu, ao ser curado, viu imediatamente a imagem de Cristo. O outro cego de nascença, ao qual Cristo fez uma argila com a saliva e pediu que fosse se lavar na piscina, ficou curado e, por não ter visto quem foi que o curou, vejam a confusão que deu. Comparem os dois tetxtos.
    Costumo esclarecer que quando vejo alguém e/ou ela me vê, não é o meu corpo fisico que entra nos olhos dela, mas a imagem que ela passa a ter de mim, e vice-versa. Há uma descaracterização das imagens, coisas absurdas; logo, a Imagem de Cristo incomoda apenas e tão somente os adeptos de satanás, que também não tem corpo fisico, mas imagem horripilante, e que utiliza as ideias e mãos de seus adeptos para denegrir as imagens. Como disse o Beato e Saudoso Papa João Paulo II: “na impossibilidae de atingir o criador, eles procuram atingir as suas criaturas”.

     
  16. Talvez, no fundo, exista um ódio mal disfarçado à Realeza de Nosso Senhor. E entende-se que lésbicas se oponham à presença do crucifixo; mas juízes?!

     
  17. Muito alentador este artigo que, além da segurança religiosa de seu autor, deixou transparecer conhecimentos jurídicos. Se não bastasse, informou sobre as boas reações que se fazem sentir no Rio Grande do Sul – Como a da Associação de Magistrados Católicos e outros pares que se indignaram com a injustiça ali feita – A retirada dos crucifixos. Era justamente, reações ilustres como estas que o Brasil esperava, que elas se multipliquem. Afinal, parece que a Honra ainda não desertou e se fez presente nestes membros corajosos da Magistratura de nossa Pátria.

     

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