Nós imaginamos a noite de Natal e todas as noites natalinas — exceto a do Natal laico e comercializado de hoje — com as harmonias da sublime canção alemã Stille Nacht, heilige Nacht, alles schläft, einsam wacht, nur das traute, hochheilige Paar” (Noite silenciosa, noite Santa, todos dormem. Só e desperto, apenas o fiel e santíssimo casal). 

Outrora a noite de Natal tinha um néctar, uma poesia, um encanto, um discernimento de espírito por onde todo mundo como que sentia e conhecia a graça propiciada pelo Menino Jesus, que do mais alto do Céu desce até nós como um orvalho.

Do claustro sacratíssimo de Nossa Senhora, e sem transgredir a virgindade intacta da mãe, Ele vem à Terra. A Virgem teve um Filho, e a Terra se extasia. É realmente uma maravilha!

Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 15 de agosto de 1980. Esta transcrição não passou pela revisão do autor. Fonte: Revista Catolicismo, Nº 828, Dezembro/2019.

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