Uma súplica que faço, nesse momento:

É lamentável ver tantas pessoas do clero mais preocupadas com a saúde do corpo do que com a saúde da alma.

Se fossem ateus, ainda se entenderia. Mas religiosos? Pessoas que “abandonaram” o mundo para servir Àquele que não viam ou tocavam, mas que conheciam pela Fé e pela luz da razão?

Agora, por causa de um vírus (que também não podem ver ou tocar), ficam mais preocupados com o que abandonaram (o mundo) do que com o que amaram (a eternidade)?

Se a preocupação com a vida física fosse a mais importante para um religioso, ele deveria reconhecer que sua vida não tem sentido.

Nesse momento, quantos estão morrendo sem sacramentos? Quantos estão privados da confissão, da comunhão?

Querer curar o corpo como se esse fosse mais “real” do que a “alma” imortal (que precisa também ser alimentada com os sacramentos) é mais do que uma infidelidade, é um reconhecimento da enorme crise de Fé que existe em parte do Clero.

Senhores padres e Bispos, abram as Igrejas, distribuam os sacramentos, convidem à penitência este mundo que se afastou de Deus e que só pensa no corpóreo e no passageiro.

Sejam exemplos da Fé que moveu os santos, que animou os mártires, que converteu o Ocidente.

Não sejam como os homens desse mundo, que só raciocinam com os olhos da carne e só medem pelo que podem tocar.

Não foi agindo assim que a Igreja dividiu o mundo em Antes e Depois de Cristo. Não sejam vós os responsáveis pela maior apostasia da História.

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