A triste sina da Suécia islamizada

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A Universidade de Defesa da Suécia estudou o islamismo salafista, que substitui as “conquistas” antinaturais e anticristãs da agenda LGBT pelo delírio oposto. Entre as duas pinças, o cristianismo é triturado. Os salafistas comparam os suecos aos porcos, por serem animais impuros. O pregador Anas Khalifa explica: “Se você se depara com um cristão ou com um judeu, sente ódio porque ele não acredita em Alá”. Existe um plano de conquista islâmica da Suécia. Em Borås, crianças muçulmanas ameaçaram cortar a garganta dos colegas e lhes mostraram decapitações em seus celulares. Em Västerås, a expansão se entrelaça com o crime. Em Gotemburgo, os islamitas ostentaram a bandeira do Estado Islâmico em uma mesa eleitoral; em Estocolmo, dominam empresas e mesquitas instaladas em subsolos e associações culturais. O estudo reprova as autoridades, que não relacionam esses salafistas com as “mesquitas que instruem os radicais e violentos”. Essa cegueira não atinge apenas as autoridades suecas, mas também as outras europeias e ocidentais.

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