Carlos Ramalhete
Carlos Ramalhete

Centenas de pessoas se uniram por meio das redes sociais, como Twitter e Facebook, para defender a liberdade de expressão do colunista, Carlos Ramalhete, professor de filosofia que publica artigos semanais no jornal paranaense, Gazeta do Povo.

Em seu artigo mais recente, “Perversão da Adoção” (http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?id=1292008&tit=Perversao-da-adocao), Ramalhete criticou o abuso de autoridade do Estado em conceder certidão de nascimento em que constem como “pais” duplas do mesmo sexo, como recentemente foi noticiado pela imprensa brasileira a respeito do casal de lésbicas que ganharam na justiça o direito de serem reconhecidas como mães biológicas na certidão de nascimento de duas crianças.

O colunista classificou o abuso como impossibilidade biológica e afirmou que a prática tem como mera intenção a descontrução da família tradicional. “O Estado reconhece a família porque é nela que a vida é gerada. O Estado pode entregar a criança a outra família, que a adota como nela houvesse nascido. Conventos, comunidades hippies e uniões de pessoas do mesmo sexo, contudo, podem ser modos de convívio agradáveis para quem neles toma parte, mas certamente não são famílias. Isso é abuso, não adoção”, afirma Carlos Ramalhete em sua coluna.

A opinião contrariou grupos de homossexuais militantes que rapidamente mobilizaram seus apoiadores para perseguir e intimidar o colunista por meio de emails dirigidos ao jornal Gazeta do Povo exigindo a retirada da coluna. Além disso, diversos apoiadores da causa homossexual publicaram comentários agressivos na página do colunista, no Facebook.

As agressões são registradas por leitores de Carlos Ramalhate na página Ramalhete Livre (www.facebook.com/ramalhetelivre), criada na noite de quinta-feira em apoio à continuação da coluna no jornal.

Em solidariedade ao colunista, leitores também criaram um abaixo-assinado (http://pud.im/carlosramalhete) a favor da liberdade de expressão e mensagens de apoio são divulgadas em diversos blogs e fóruns da internet.

Para participar dessa iniciativa, entre nos seguintes links:
www.facebook.com/ramalhetelivre
http://pud.im/carlosramalhete

13 COMENTÁRIOS

  1. Quem defenderá o direito dessas crianças de serem acolhidas por uma família e não por duplas homossexuais que só querem fazer delas mais uma satisfação egoísta de seus instintos deturpados. Querem casar, querem ser o que não podem ser, usam de todos os artifícios para nos fazer engulir o homossexualismo como uma coisa NORMAL. Chega!!!Agora, vem essa Cristina, dizer que as crianças abrigadas merecem viver em família. Que família?!!! Esse arranjo deturpado do ser humano???? É preferível que fiquem em um abrigo, sim. Pelo menos serão respeitadas com seres humanos e sairão do abrigo com menos traumas do que servirem de capricho de lésbicas e gays.

  2. Se o homossexualismo não é doença, é vício, é imoralidade e como imoralidade deve ser combatido, Doa em que Ministro doer. O mal sempre sairá perdendo e assim ainda teremos o prazer de ver a Família desagravada. A Justiça DIVINA TARDA, MAS NÃO FALHA. TRISTE DE QUEM A DESAFIA.

  3. Parabéns pela coragem Sr. Carlos de publicar seu artigo que vai de encontro as “ondas modernas”, afinal de contas que tipo de moral, educação essas novas famílias podem dar a uma criança? que espécie de pessoa sairá dessa “educação”? As famílias constituidas normalmente tem todo respaldo dado ao longo dos séculos para bem orientar os filhos, para que se tornem pessoas equilibradas e seguras dos seus objetivos na vida, ensinamos mais pelos exemplos , pelas obras, e o que meu filho(a) vê é a troca de carinhos entre seu pai e eu e disso podemos gerar outros filhos. Podemos dizer o mesmo das famìlias modernas?Afinal educação não é só dar de beber e vestir.

  4. Cara Cristina

    “não se trata de coibir a liberdade de expressão do colunista Carlos Ramalhete, mas ideias como essa servem apenas para contribuir para que mais crianças e adolescentes permaneçam abrigadas, sem o direito de viver em família.”

    Existem muitos casais heterossexuais querendo adotar. Existem muito mais casais (homem e mulher) dispostos a adotar que homossexuais, até porque homossexuais NÃO SÃO em grande número, pelo contrário, são minoria, menos de dez por cento da população, portanto, mesmo que homossexuais não pudessem adotar, crianças não deixariam de ser adotadas por conta disto. Negando adoção a homossexuais, não iria fazer com que crianças permanecessem abrigadas, porque homossexuais são minoria. O que não falta por aí são heterossexuais querendo adotar. Portanto, seu argumento é falacioso. Adoção gay não passa de um mero capricho de gayzistas militantes. Uma criança não é um brinquedinho, não pode ser sonho de consumo de quem quer que seja. Adoção é para o bem da criança, é um direito da criança, e não do adulto. Adoção não é para um adulto mimado se sentir bem. Uma dupla homossexual não é família, assim como uma comunidade hippie também não é. Não sou a favor de duas pessoas do mesmo sexo adotarem uma criança. Não sou a favor de homossexuais adotarem, assim como não seria a favor de umas dez freiras adotarem uma criança.

  5. O Judiciário em matéria de ética não é a ultima palavra no país ; essa é como diz a Constituição de 88 : “o povo tem todo o poder de decidir na intransigencia das partes “!

  6. A reação ao texto do Prof. Ramalhete prova que ele está no caminho certo. A degeneração que atinge a sociedade em todos os seus segmentos, até o poder judiciário, e essa reação, provam que nós, as pessoas de direita, tradicionalistas e civilizadas, estamos no caminho certo. Só estamos dispersos, por enquanto. Mas estamos no caminho certo. Portanto, afirmo: REAJAM! ENTUSIASMEM-SE! ESTAMOS NO CAMINHO CERTO!

  7. @Cristina

    “não se trata de coibir a liberdade de expressão do colunista Carlos Ramalhete”

    “Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força” e censura é expressão?

    “mas ideias como essa servem apenas para contribuir para que mais crianças e adolescentes permaneçam abrigadas, sem o direito de viver em família”

    Uma dupla gay não é uma família.

  8. Tentei me cadastrar em apoio ao articulista e não consegui. Entretanto, houvesse uma ação popular contra essas aberrações, baseadas em leis, seria o caso de utilizá-la em casos como estes.

    Recentemente nos EUA, duas lésbicas adotaram um menino. Induziram-no a ser um travesti desde tenra idade. Aos oito anos de idade, elas alegaram que o menino queria mudar de sexo por “vontade propria”, e estavam entrando em juizo para conseguirem esta possibilidade. Por lá também houve o caso de duas lesbicas em que uma delas fez inseminação artificial, escolhendo um semem de um macho loiro, de olhos azuis, etc. Nasceu uma menina. Aos doze anos mais ou menos, brigaram e se separaram. A outra mãe resolveu sumir com a menina, buscando outro país, para que a “mãe biologica” não pudesse ter contato com a “filha”. O problema teve amparo em uma igreja evangelica, mas o caso estava sendo tratado como sequestro de menor, podendo todos ir parar na cadeia e a “mãe biologica” ter sua filha de volta.
    Cito esses fatos que foram publicados para salientar que nossas crianças hoje em dia estão a mercê de certos favorecimentos em detrimento do futuro delas. Não inventamos nada, e queremos lutar pelos direitos das familias legítimas criarem os seus proprios filhos, educá-los, longe desses modismos amparados por tribunais, sem leis, com decisões subjetivas.

  9. Queremos parabenizar este nossos irmãos que lutam pela dignidade do ser humano. Deus lhes recompensará e dará a todos um bom lugar e felicidade já neste mundo.A banalização das morais cristãs e religiosa, tem alcançada uma estúpido crescimento no nosso país. Por trás disso tudo está uma política miscelânea de socialismo com religiões esotéricas . Eles pretendem desmoralizar a fé cristã perante outras religiões existente no mundo se prevalecendo de argumentos da nova era . Bem aventurados os que combatem tais erros , pois disse Cristo; felizes os que pregam a justiça , pois deles é o Reino dos Céus.

  10. não me cansarei de dizer, como nós participantes dos valores tradicionais da familia, não temos conseguido sobrepor as iniciativas dessa minoria contraria à familia.
    Parece que não conseguimos agrupar comunidades, autoridades firmando posição para diminuir o ruido desses.

  11. Parabéns IPCO por mostrar aos brasileiros o que a mídia esconde. O articulista dessa matéria está de parabéns, não podemos deixar nossas crianças passarem por essa degradação moral. Antes de tudo, a adoção é um direito da criança, não de duplas homossexuais. Devemos pensar no bem estar delas em primeiro lugar.

  12. Cabe registrar que não apenas grupos de homossexuais militantes foram contrariados, Grupos de Apoio à Adoção e ONGs que trabalham com a prevenção ao abandono na infância também manifestaram seu repúdio ao artigo. Na verdade, não se trata de coibir a liberdade de expressão do colunista Carlos Ramalhete, mas ideias como essa servem apenas para contribuir para que mais crianças e adolescentes permaneçam abrigadas, sem o direito de viver em família.

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