UERJ abandona cotas raciais

As Cotas são inconstitucional, ao criar no Brasil cidadãos de segunda classe perante a lei, a cota racial agride as raízes da formação miscigenada da sociedade brasileira e virou um anacronismo mesmo na realidade americana
As Cotas são inconstitucional, ao criar no Brasil cidadãos de segunda classe perante a lei, a cota racial agride as raízes da formação miscigenada da sociedade brasileira e virou um anacronismo mesmo na realidade americana

Editorial de O Globo (17.8.10) deplorou a “instituição do sistema de cotas raciais”.

Na Universidade de Brasília (UnB), foi criado um deplorável “tribunal racial”, diz, que julgava a cor da pele autodeclarada pelos alunos.

Agora, a UERJ, pioneira nas cotas raciais, abandonou esse injusto sistema de segregação racial.

O editorial elogiou o bom senso da USP e da UFRJ não adotando as “cotas raciais” e da UERJ recusando-as.

O jornal auspiciou que o exemplo da USP, da UFRJ e da UERJ sirva de parâmetro para o STF que deve julgar sobre essas cotas raciais e influencie o Senado que analisa projeto sobre o assunto.

“Além de inconstitucional, ao criar no Brasil cidadãos de segunda classe perante a lei, a cota racial agride as raízes da formação miscigenada da sociedade brasileira e virou um anacronismo mesmo na realidade americana” que foi a fonte inspiradora deste racialismo insano, concluiu o jornal carioca.