Apesar de tardio, foi contundente o reconhecimento por Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e elemento de ligação com os movimentos sociais, de que os assentamentos de trabalhadores sem-terra criados pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) se transformaram em “quase favelas rurais”.

Criada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira há mais de 30 anos, a expressão “favela rural” (ver fac-simile da capa do livro ao lado publicado na década de 1980) tem sido amplamente utilizada para descrever a realidade da Reforma Agrária.

Só que o crescimento da referida “favela” foi tão desmesurado, que hoje ninguém pode escondê-lo. E o “quase” do ministro deixa transparecer sua vergonha pela constatação. (Cfr: “O Estado de São Paulo”, 18-2-13)

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4 COMENTÁRIOS

  1. São infelizes aliciados marginais nas grandes cidades, como também agitadores profissionais, no qual jamais pegaram no cabo de uma enxada , para serem incautos, ou mesmo subversivos, e que nunca plantaram uma simples alface … estão lá nessa miséria FABRICADA pelo próprio governo que sempre esteve auspiciando o M S T …

     
  2. Desde quando ouvi falar em reforma agrária como solução paras os problemas de conflitos no campo só uma voz se levantava contra essa “falsa solução para um problema inexistente” como costuma escrever o corajoso escritor católico da Folha de S. Paulo Plinio Corrêa. Todos os que escreviam para aquele diário era a favor dessa comunistização do Brasil, hoje, eu acho que deveríamos homenageá-lo como o maior herói do Brasil por ter evitado a miséria e o socialismo (desculpem a redundância).

     
  3. No município de Sebastião Laranjeiras-BA, a partir de 1990, foram criados perto de 20 assentamentos. Aquele denominado Chupa-Cabra é o mais antigo que conheço e considerado de bom sucesso. Quase todos estão em decadência após a retirada para carvão ou venda em bruto das madeiras aproveitáveis. O pior são as incríveis distorções, desde as suspeitas de favorecimento aos antigos proprietários das terras, numa região em decadência, ao assentamento de pessoas que, a despeito de receberem financiamentos, não sabem o nome ou a localização de onde deveriam estar morando. Dos últimos só sabemos porque inscritos no CADIN, reclamam das mazelas disto decorrentes e contam porque estão lá. Soa como anedota, mas é fato.

     
  4. Já tinha lido a constatação do Ministro Gilberto Carvalho, aliás bem tardia, e imediatamente lembrei-me quando da campanha desenvolvida pela gloriosa e tão caluniada TFP contra o modelo de reforma agrária que estavam implantando e cujos efeitos estão aí como bem o profetizou o Professor-o que Ele foi, acima de tudo- Plínio Correia de Oliveira, isto é, verdadeiras favelas rurais com as excessões que só servem para confirmar a regra. E que celeiros de buchas de canhão para os sagazes agentes revolucionários não se encontra nesses assentamentos onde a desolação alimenta a revolta.

     

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