Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin.
No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin.

No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin.

Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas.

Recentemente, utilizando praticamente a mesma mensuração, o alerta era sobre a inevitabilidade do aquecimento global.

Como as tendências futuras revelaram-se muito incertas, optou-se então por chamar o “fenômeno” de ‘mudanças climáticas’ (primavera para verão?), só pra garantir. Com essa nomenclatura, obviamente, a chance de qualquer previsão dar errado é nula.

Esses são os mesmos climatologistas que não sabem dizer se vai chover na próxima sexta-feira, mas que, por algum motivo, estão certos de que a temperatura da terra estará, em 2031, x graus Celsius mais quente do que hoje.

Níveis crescentes de dióxido de carbono na atmosfera irão derreter as calotas polares e as áreas costais serão inundadas.

Extinguir a humanidade
Extinguir a humanidade

A solução proposta para conter a mudança climática é, surpresa!, mais gastos e controles governamentais, e um menor padrão de vida para todos.

Entretanto, como já foi inúmeras vezes relatado, não há qualquer evidência de que as mudanças climáticas (outono para inverno?) sejam causadas pelo homem.

E há evidências abundantes de que elas ocorrem ciclicamente, sendo que a hipótese de que o mundo era mais quente na idade média do que é hoje não foi descartada nem por cientistas aquecimentistas.

O fato de não estar havendo aquecimento global tem seu lado triste. Muitos cientistas concordam que o efeito seria positivo: prolongaria o período de cultivo, tornaria a terra mais habitável e adiaria qualquer futura era glacial.

Animais em extinção

Animal Liberation Front
Animal Liberation Front

Desde um simples caracol até as plantas parasitas, absolutamente todas as espécies de animais e plantas existentes devem ser mantidas em existência pelo governo — alegam os ambientalistas —, mesmo que direitos humanos e de propriedade sejam violados. Mas por quê?

Se considerarmos todas as espécies que existiram desde a “criação”, a maioria delas, dos trilobitas aos dinossauros, está hoje completamente extinta. Um processo absolutamente normal. Por que não permitir que isso continue?

Se, para propósitos científicos ou de entretenimento, algumas pessoas quiserem preservar essa ou aquela espécie em sua própria terra e às suas próprias expensas, ótimo.

Zoológicos e universidades já fazem isso. Mas o resto da população não deveria ser tributada e regulada, e ter seus direitos de propriedade exterminados, apenas para que todas as ervas e percevejos sejam salvos. O único impacto ambiental que importa é aquele que ocorre sobre humanos.

4 COMENTÁRIOS

  1. Só queria retificar um detalhe do comentário do sr. José Antonio, de resto sempre certeiro em suas ponderações:

    “Quando Galilei Galileu tentou demonstrar que a Terra não era o centro do Universo”, não “pagou com a vida” em absoluto, pois que abjurou de suas idéias.

    “Quem pagou com a vida” foi Giordano Bruno, queimado na fogueira.

    Só mais dois detalhes:

    Longe de mim querer negar ou atenuar os crimes cometidos pela Santa Inquisição, mas foram fruto antes da politicagem e jogo de interesses (de resto, tão presente em qualquer setor onde haja homens como todos nós, tão pecadores quanto quaisquer outros) do que, como é fácil de imaginar, da natureza do Cristianismo, da santidade da Igreja e das próprias contingências que antecederam a criação da Inquisição. Haja vista, por exemplo, a morte de Santa Joana D’arc.

    A Santa Inquisição, não obstante seus equívocos, foi de grande valia no combate aos hereges, que, ao contrário do que diz certa propaganda anti-católica, não queriam tão-somente liberdade de expressão mas a derrocada da Cristandade.

    E, por fim, o sr. José Antonio menciona acertadamente os argumentos, eminentemente religiosos, com os quais se condenou Galileu. Semelhantemente, poder-se-ia citar o caso, uma vez mais, de Giordano Bruno, dono de idéias claramente heréticas, de tal modo dizia não entender o Mistério da Santíssima Trindade e a Encarnação de Cristo.

  2. Uau, que coisa não? Quando Galileu Galilei tentou demonstrar que a Terra não era o centro do universo, pagou por isso com a vida. Mas nada no universo mudou com relação ao que ele afirmava cientificamente, ou ao que o negavam como cientista, considerado herege. O que mudou foi a mentalidade humana, inclusive da Igreja, que aceitou ter errado com Galileu. Contudo, foi baseado em uma situação biblica em que Josué pede a Deus a parar o sol por um dia para vencer uma luta dura e combativa, e isso refletiu na terra, foi nessa hipotese que um defensor da Igreja entendeu ser heresia as afirmações de Galileu. Para esse defensor o que parou foi a terra e não o sol, dando ao seu entendimento em tese que a terra era o centro do universo e não o sol.
    As coisas da natureza são imutáveis, ao mesmo tempo em que tudo muda ciclicamente. Uma planta menor não sobrevive sem a luz do sol, se uma outra lhe fizer sombra constante e acirrada. E aí os enganos de que o Sol nasceu para todos, mas tem sempre aqueles que tentam tapar o sol com a peneira, no sentido de oferecer ao mundo as suas verdades ideologicas. Como um dia disse o Pe Oscar Quevedo “De vez em quando eles acertam porque é impossivel errar sempre” referindo-se na época aos meteorologistas. Tal se aplica também aos nossos dias aos ambientalistas de plantão.

    Dia desses observei um raminho de maracujá. Ele lançou uma gavinha que se enrolou numa outra haste, certamente para se firmar e crescer. Pensei comigo, como será que essa planta “sabia” da existencia daquela haste se não tem olhos para ver onde está se firmando? É a propria natureza tem seus meios de sobrevivencia, independente do que quiser que o homem lhe faça. A natureza se recupera sem o hoomem, mas o homem se extingue sem a natureza. O que houve foi exagero do ganha-ganha. E toda riqueza e fortunas extraidas da natureza, sejam grãos, frutos e energia, nada repõem o que a natureza fará por si mesma. É ó lhe dar as condições naturais também, como deixar de explorá-la para fins economicos. Os homens podem se extinguir com suas riquezas, sem mesmo conseguir auferir a tudo o mais que a natureza possa lhe oferecer. A natureza repõem suas riquezas, mas o homem jamais. Sovina como é… não haverá como. E sempre será pobre.

  3. Preclaro articulista a mudança ocorreu nas cabeças dos ambientalistas, eles relatam a deterioração de suas mentes e simplesmente descreveram o fenômeno de seus apodrecimento.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor deixe seu comentário!
Por favor insira seu nome