Aumentam dia a dia os casos de violência e hostilidade contra aqueles que defendem os valores da civilização cristã e se opõem ao lobby homossexual, à agenda abortista e à ideologia de gênero.

Elis Leonidovno Gonn, a feminista que atacou o padre

Desta vez a vítima foi um sacerdote nicaraguense, o Pe. Mario Guevara. Ele foi atacado no dia 05 de dezembro por uma feminista no momento em que atendia confissões na catedral de Manágua. Elis Leonidovno Gonn, a feminista, portava um passaporte russo e o atacou com ácido sulfúrico. O padre sofreu graves queimaduras, porém, de acordo com nota da Diocese de Manágua, seu estado de saúde é estável.[1]

Segundo o jornal “El Nuevo Diario”, a feminista declarou que o diabo a mandou matar o padre, e se ela não o fizesse, poderia morrer. [2]

* * *

A contradição dos movimentos revolucionários é patente. Enquanto querem aprovar leis como o “estatuto da diversidade sexual” para punir todos aqueles que se opõem à agenda feminista e homossexual com penas que podem levar até à cadeia em nome da “tolerância”, não toleram os católicos, cujas posições morais e religiosas são repelidas por eles com o ódio e a violência que chegam até os extremos de atentar contra a vida de sacerdotes e leigos.


Referencias:

[1] http://www.radiolaprimerisima.com/noticias/general/254458/golpista-pro-aborto-rocia-con-acido-al-sacerdote-mario-guevara-en-catedral/

[2]  A feminista declarou para outros sacerdotes que “el diablo me envió a matar al cura, y si no lo hacía, yo podía morir” https://www.elnuevodiario.com.ni/sucesos/480910-sacerdote-quemado-acido-sulfurico-catedral-managua/

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