Daniel Martins

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Daniel Martins

319 artigos publicados

Voluntário do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Articulista na Revista Catolicismo e na Agencia Boa Imprensa.
Coordenador do Canal dos Santos Anjos no YouTube: https://www.youtube.com/c/CanaldosSantosAnjos/

Deve a Igreja mudar sua posição sobre homossexualismo e divórcio?

Resumo: Posição sobre homossexualismo e divórcio é examinada a partir de declarações do Arcebispo de Viena e de sua relação com o ensino da Igreja. O artigo discute a possibilidade de mudança doutrinal, distingue acolhimento pastoral de aprovação moral e questiona interpretações que tratam relações homossexuais e dissolução matrimonial como realidades equivalentes ao casamento.

Luiz Sérgio Solimeo

Cardeal Schonborn
Surpreendentes declarações do Arcebispo de Viena sobre os relacionamentos homossexuais!

Estão repercutindo intensamente em vários meios − especialmente na mídia liberal, em setores progressistas da Igreja e entre ativistas homossexuais− as recentes declarações do Arcebispo de Viena Christoph Cardeal Schoenborn, sobre o homossexualismo e o divórcio.1

Falando a um grupo de jornalistas austríacos no dia 28 de abril último, o purpurado fez confusas e concessivas afirmações sobre o homossexualismo e o divórcio.

Nessa ocasião, criticou também nominalmente o Cardeal Angelo Sodano, ex-Secretário de Estado do Papa João Paulo II e atual decano do Colégio Cardinalício, acusando-o “de cumplicidade e acobertamento de alegações de abuso sexual em relação ao seu predecessor [o falecido Cardeal Groer que foi Arcebispo de Viena] a figura mais importate da Igreja na Austria.”2

Nada há de comum entre o casamento e a parceria homossexual

As surpreendentes declarações do Arcebispo de Viena foram difundidas pela agência católica austríaca Kathpress, e divulgadas por vários meios de comunicação.3 (mais…)

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Brasil sem Reforma Agrária

Resumo: A expressão Cuba agro-reformada introduz uma comparação entre o declínio da produção açucareira cubana após a reforma agrária comunista e o desempenho do agronegócio brasileiro em 2009. Hélio Brambilla relaciona as exportações rurais às reservas nacionais e questiona o destino do restante do superávit acumulado pelo país.

Cuba agro-reformada

Helio Brambilla

Agricultura em Cuba title=
O país modelo de nossos agro-reformistas – naufraga por onde quer que se olhe.

Enquanto crescemos numa velocidade vertiginosa, a produção de Cuba – o país modelo de nossos agro-reformistas – naufraga por onde quer que se olhe.

Sua atual safra açucareira é a pior dos últimos 105 anos, segundo o jornal oficial “Granma”. A superfície de cultivo caiu de 2 milhões para 750 mil hectares, e mais de 100 mil postos de trabalho foram eliminados.

No ano anterior à sua queda – 1958 – a safra atingiu 5,6 milhões de toneladas, ocasião que a Pérola das Antilhas se tornara o maior exportador de açúcar do mundo!

Após 50 anos de ditadura comunista aplicando a decantada “Reforma Agrária” sua produção caiu para 1,2 milhões de toneladas.

Bem comparando, tão-só o nosso grupo COSAN – na safra de 2009 – produziu mais do dobro da produção cubana, ou seja, 3.276,245 toneladas, sem contar os 2 bilhões de litros de álcool.

De onde vem o dinheiro de nossas reservas? (mais…)

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Usando quilombolas para implantar o Marxismo

Resumo: Implantar o Marxismo é a finalidade política que o artigo atribui ao uso de reivindicações quilombolas. A análise examina fundamentos jurídicos e históricos apresentados para os direitos territoriais e sustenta que a causa pode ser instrumentalizada para expandir um projeto ideológico, afetando propriedade, soberania e organização social brasileira.

Aguinaldo de Souza Ramos.

Segundo a construção doutrinária em que se baseiam pareceres de ONGs quilombolas, o principal critério para o reconhecimento dos direitos fundamentais é a sua ligação ao princípio da dignidade da pessoa humana, da qual aqueles direitos fundamentais seriam irradiações.

Daí se deduziria o vínculo entre a dignidade da pessoa humana dos quilombolas e a garantia do art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Logo, o art. 68 do ADCT, que favorece os quilombolas, constituiria direito fundamental.

Assim, os direitos dos quilombolas deveriam ser garantidos desde a promulgação da Constituição Federal, em 1988. Esta era a vontade do Constituinte no momento da promulgação da Constituição.

Quilombo, naquele momento, era o nome que se dava à aldeia onde se concentravam escravos fugidos das fazendas, minas, casas de família do Brasil colonial.

Seguindo este conceito, eram cerca de cem as aldeias de quilombolas no final do século passado, segundo Enciclopédia Barsa, edição 2004. Os remanescentes destes quilombos eram os quilombolas descendentes que continuavam ocupando suas aldeias. Certo ou errado, este era o entendimento do Constituinte em 1988. (mais…)

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Os brasileiros desejam um Brasil velho ou jovem?

Resumo: Envelhecimento da população é analisado em comparação com a queda dos nascimentos brasileiros e uma iniciativa chilena de estímulo às famílias. O artigo questiona as consequências de uma sociedade com menos crianças, destaca a importância de casamentos duradouros e relaciona a renovação demográfica à responsabilidade familiar e ao futuro do país.

Enquanto no Brasil a população envelhece e a taxa de nascimentos diminui (segundo pesquisa do IBGE), do Chile chega-nos um belo exemplo que, se aplicado em nosso País, poderia reverter o deplorável e triste processo de envelhecimento da população brasileira.

Apesar de eu ter sérias restrições ao novo presidente chileno Sebastián Piñera (devido a algumas inaceitáveis declarações feitas durante sua campanha eleitoral), ele promoverá algo que merece louvor: um fortalecimento da instituição da família — muito debilitada no anterior governo socialista — e um rejuvenescimento de seu país (Vide notícia abaixo*).

Pelo contrário, o governo brasileiro, promovendo a diminuição da natalidade, promove o envelhecimento de nossa nação, propagando métodos contraceptivos; facilitando ao máximo o aborto e a esterilização cirúrgica;  com a maciça distribuição de preservativos e de pílulas anticoncepcionais por meio do Ministério da Saúde — que mais adequadamente poderíamos designar como “Cemitério da Saúde”, uma vez que propaga o envelhecimento e a morte, e não a vida. (mais…)

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