Daniel Martins

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Daniel Martins

319 artigos publicados

Voluntário do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Articulista na Revista Catolicismo e na Agencia Boa Imprensa.
Coordenador do Canal dos Santos Anjos no YouTube: https://www.youtube.com/c/CanaldosSantosAnjos/

Plebiscito para limitar a propriedade

Resumo: Limite à propriedade é discutido a partir da proposta de um plebiscito para estabelecer teto às terras rurais no Brasil. O artigo questiona a eficácia da medida, relaciona a limitação à redução do estímulo ao trabalho e adverte que a intervenção pode enfraquecer o direito de propriedade e a produção agrícola.

Veja trecho abaixo publicado em “O Globo”. Infelizmente, clérigos e prelados continuam a usar o nome de católicos para espalhar “os erros da Rússia”, condenados e denunciados por Nossa Senhora em Fátima, e veementemente condenados pela doutrina católica.

Com efeito, o direito de propriedade é um direito sagrado, protegido por dois mandamentos da lei de Deus: 7º – Não roubarás e 10º – Não cobiçarás as coisas alheias. E essa limitação da propriedade reivindicada pela CPT não é senão um passo para igualar as propriedades e depois coletivizá-las, sufocando o incentivo à produção e levando às misérias da Rússia comunista. (mais…)

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Ministra defende aborto em caso de Anencefalia

Resumo: Aborto em caso de anencefalia é defendido por uma ministra como hipótese para mudanças legais na interrupção da gravidez. O artigo registra a proposta e contrapõe a ela a proteção da vida do feto, questionando a transformação de uma situação médica grave em autorização geral para eliminar crianças em gestação.


No início, o PNDH-3 suscitou fortes reações. Passados 6 meses, e tendo o governo maquiado 7 pontos do programa, algumas vozes se calaram. No entanto, há gente que caminha a passos largos para a implantação de seus absurdos. Veja o trecho abaixo. O negrito é nosso.

Ministra defende mudanças em legislação brasileira e defende aborto em caso de anencefalia

Agência Brasil

Publicação: 27/05/2010 15:49

A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, cobrou uma atualização da legislação brasileira em questões relativas à união civil de pessoas do mesmo sexo e interrupção legal de gravidez em caso de anencefalia. (mais…)

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10 Mandamentos da Lei de Deus X 25 Diretrizes da lei do estado

Resumo: Religião anti-cristã é o contraponto construído pelo artigo entre os Dez Mandamentos e diretrizes estatais inspiradas no PNDH-3. A análise critica o laicismo que pretende retirar referências religiosas da vida pública e relaciona o igualitarismo político à tentativa de substituir princípios morais objetivos por normas administrativas do Estado.

Enganam-se aqueles que, por força da lógica, pensavam que em nosso sofrido Brasil o Estado, por se declarar laico, seria ipso facto não confessional.

O laicismo no fundo é uma religião anti-cristã. E seu dogma principal é o igualitarismo, em cuja genesis está o orgulho, gerador do ódio contra tudo o que é superioridade.

O Estado “laico” terá seus dogmas e possuirá um vade mecum, ou seja, um manual de princípios, macaqueador do vade mecum católico.
Seu nome?
PNDH-3.

O credo laicista — o Decreto 7.037, de 21 de dezembro de 2009, que no dizer de muitos brasileiros ilustres foi um presente indigno, justamente às vésperas do Natal! — nos seus sete artigos e um anexo estabelece mediante seis Eixos Orientadores e vinte e cinco Diretrizes o que cada brasileiro deve ser.

As mudanças introduzidas pelo Decreto 7.177 de 12 de maio último foram consideradas meramente cosméticas.

Em seu artigo “A intolerância laicista virou moda”, Péricles Capanema define muito bem essa concepção: “O laicismo nasceu hipócrita, repito. Está ficando cínico. Esta é sua grande evolução: da hipocrisia ao cinismo. (mais…)

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Viva a Latrofobia!

Leo Daniele

Homofobia é uma palavra recentemente inventada, resultante da fusão de homossexualismo + fobia, e significa horror ao homossexualismo. Este horror seria algo de malsão, para os que têm simpatia por este vício. Muitos neologismos podem ser construídos da mesma maneira, por exemplo a atualíssima latrofobia, que exprime o horror ao ladrão, ao assaltante, à falta de segurança.

Mas imagine o leitor que ouviu a seguinte conversa:

“Precisamos acabar com a latrofobia ! o horror ao ladrão é uma das mazelas de nosso tempo! Como a homofobia, é um velho preconceito! Uma discriminação contra um pobre amigo do alheio, uma vítima da sociedade. Tudo iria melhor se soubermos banir de nossas mentes esta latrofobia que preocupa tanto nossa gente!”

Palavras loucas! Pois o roubo é e sempre será um mal. Portanto, a latrofobia (recusa do ladrão) é saudável, de forma que todo o parágrafo acima é um disparate. Isto está ao alcance de todos. (mais…)

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Aprendi desde pequeno…

Daniel Martins

Aprendi desde pequeno: “Quem não confia em quem deve, acaba confiando em quem não deve”. Poderíamos também dizer: “Quem beneficia quem não deve, acaba prejudicando quem deveria beneficiar”.

É o que o PNDH-3 e o governo federal estão fazendo em matéria de adoção de crianças – para não dizer outras.

O excesso de burocracia e a falta de incentivo e infraestrutura dificultam ao máximo a adoção de crianças. E ao mesmo tempo querem impor o aborto e a adoção por “casais” homossexuais.

Tenho duas considerações a fazer:

1 – Se eles facilitassem a adoção por casais bem constituídos (um homem e uma mulher unidos em legítimo matrimônio), não poderiam mais impor o aborto sob pretexto de “saúde pública”. Assim, fechariam a boca das ONG’s e movimentos pró-aborto, impediriam o assassinato de inocentes e salvariam as mulheres das sequelas gravíssimas do aborto. Além do que gastariam menos… (mais…)

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Revolução Quilombola

Resumo: Territórios quilombolas são analisados no contexto de uma ação judicial contra o decreto que regulamentou sua demarcação. O artigo considera os efeitos da medida sobre propriedades rurais, questiona a extensão de critérios de reconhecimento e adverte que a política territorial pode produzir insegurança jurídica e conflitos entre comunidades, proprietários e poder público.

Cezar Paluso

Peluso: pelo sim ou pelo não!

Nelson Barretto

O desfecho de mais um golpe contra a propriedade privada da terra – hoje tão combalida – se encontra nas mãos do ministro Cezar Peluso, do STF. Com efeito, caberá a ele decidir sobre a ação de inconstitucionalidade do decreto que criou os chamados territórios quilombolas.

Os defensores da não revogação – os ditos movimentos sociais como MST, CPT e outros – já se movimentam no sentido de pressionar o Ministro para votar “NÃO”, pois caso ele vote pela inconstitucionalidade do decreto, a situação volta à estaca zero, o que nos parece mais sensato. (mais…)

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