“Há algo de podre no reino da Dinamarca…”

Nilo Fujimoto

Só no da Dinamarca? Aqui em terras brasileiras não parece ser diferente. Em vista da onda macro publicitária favorecendo a homossexualidade, ademais de medidas concretas estabelecidas pelo PNDH3, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.

Iniciativa não objetável, mas que revela uma situação anômala em uma sociedade até há pouco amoldada pela Civilização Cristã. É como se tivesse que fosse necessário fazer uma lei protegendo as pessoas contra discriminação para não serem discriminadas por andarem para frente. Onde estamos? Para onde vamos?

Numa sociedade cristã plenamente sã qualquer lei teria por finalidade promover o bem comum e coibir o mal. Ora, as razões pelas quais o verdadeiro cristão deve opor-se ao homossexualismo são de ordem moral e natural, portanto, não apenas de índole religiosa mas também com base na lei natural. Isso é um direito. Isso deve ser respeitado.

Quinta, 1 de julho de 2010.
Autor de lei que protege héteros critica união de gays
Dayanne Sousa

Um projeto de lei que corre na Câmara dos Deputados quer punir a discriminação contra heterosexuais. Enquanto não se aprova lei que torna crime expor ao ridículo ou se recusar a atender gays e lésbicas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que quem “ofender uma igreja” que pregue a união entre homens e mulheres pode virar alvo de sua proposta.

Membro da Igreja Sara Nossa Terra, o deputado nega que a motivação de seu projeto seja religiosa e diz que quer apenas “equilibrar” o debate, para não favorecer os homossexuais. Apesar disso, se apoia na fé evangélica para justificar sua tese.

– Ninguém é contra qualquer tipo de orientação e comportamento sexual. O que se é contra é você considerar como isso sendo uma família. Do ponto de vista bíblico, não é uma coisa normal – diz, assumindo ser contra o casamento homossexual.

Em 2006, o deputado declarou à Justiça Eleitoral como um de seus bens a empresa jornalística Folha Cristã.
Cunha, porém, não acredita no sucesso de seu projeto. “Não tenho a menor pretensão de que ele seja aprovado“, revela, “isso é para levantar a discussão“. Ele se opõe ao projeto de lei PLC 122/2006, que torna a homofobia um crime. O parlamentar ataca o projeto por defender o que chama de “privilégios” para homossexuais.

– Todo mundo tem que respeitar o comportamento de qualquer um. Agora, quando você espera que isso é um terceiro sexo ou que é um segmento que tem que ter um privilégio, pra mim não é o caso.
Leia a entrevista na íntegra.

Terra Magazine – Queria que o Sr. contasse como nasceu essa ideia de criar um projeto de lei contra a heterofobia.

Deputado Eduardo Cunha – Na prática, há um problema de que, em nome da defesa das minorias, que é uma coisa que todos nós defendemos e apoiamos, criou-se uma panaceia em que a maioria acaba virando vilã. Não tem nada errado em você de alguma forma querer punir, ou querer de uma certa forma penalizar aqueles que discriminam e nós somos favoráveis a isso. O problema é criar nisso uma inversão de valores. Tem o PL 122 tramitando que, na prática criminaliza…

Pelo que está escrito nele, se você interpretar ao pé da letra, se amanhã entrar um casal homossexual dentro de uma igreja, se o pastor se negar a fazer um casamento, mesmo que seja um casamento religioso, ele vai ser processado criminalmente.

Na prática, isso significa que a Bíblia não pode mais existir porque a Bíblia tem menções contra o homossexualismo (sic) do ponto de vista religioso. A gente pensa o seguinte: você tem que proteger a minoria, mas não pode inverter os valores.

Esse projeto mostra que, em função disso, um determinado segmento da minoria tenta descriminar uma maioria criando situações de pseudoperseguições. Eu queria abrir um debate sobre essa situação. Queremos ter um meio termo, de modo que você também não discrimine a maioria.

Ninguém é contra qualquer tipo de orientação e comportamento sexual. O que se é contra é você considerar como isso sendo uma família. É isso que no segmento religioso é condenado, entendeu? Do ponto de vista bíblico, não é uma coisa normal.

A luta do movimento LGBT é tornar crime uma ofensa contra homossexual…
Mas que tipo de ofensa? Você tem que detalhar bem que tipo de ofensa é essa, entendeu? Temos que detalhar bem isso para saber qual o tipo de ofensa que eles querem condenar. Não é um pastor na igreja falar sobre isso, entendeu?

Mas no caso do seu projeto, haveria como fazer isso no sentido inverso? Punir ofensas contra héteros?
Exatamente, punir ofensas contra héteros.

E o que seria uma ofensa contra um hétero?

Qualquer tipo de discriminação que você possa ver da mesma forma. Existe, eu canso de ver. Se você assistisse alguns debates de pastores evangélicos, você iria ver quantas vezes há constrangimento. De você entrar numa igreja e querer ofender uma igreja. Então existe, sim.

O Sr. fala muito da questão religiosa. A sua motivação foi religiosa?
Não, a minha motivação é efetivamente ter um equilíbrio da situação. Eu estou dando um exemplo religioso no qual você tem problemas com o PL 122.

O que seria uma situação em que esse projeto se aplicaria?
Eu recebo várias queixas de agressões que há contra héteros, ameaçando por exemplo, dizer que está sendo discriminado para obter certas situações desconfortáveis.

Abusos. Veja bem, o nosso objetivo é debater, não é necessariamente considerar que você vai conseguir aprovar. Isso daí é para você fazer um contraponto, um debate. Não se tem a intenção que isso vire lei, é pra buscar o meio-termo.

O Sr. não acredita que esse projeto possa ser aprovado?

Não, claro que não. Não tenho a menor pretensão que ele seja aprovado.
No texto do projeto, há a seguinte menção: “ao se propor políticas públicas antidiscriminatórias referentes à orientação sexual pode-se transmitir a impressão de que a afetividade da pessoa homossexual, bissexual ou transgênero encontra-se em um patamar de relacionamento humano mais elevado”. O que te dá essa impressão?

É isso. O problema é o seguinte: nós entendemos que orientação sexual é comportamento. Há pessoas que tem comportamento sexual hétero e outras homo. Amanhã pode até mudar. Tanto o hétero pode virar homo como o homo pode virar hétero. Isso é comportamento.

Todo mundo tem que respeitar o comportamento de qualquer um. Agora, quando você espera que isso é um terceiro sexo ou que é um segmento que tem que ter um privilégio, pra mim não é o caso. Tem que punir a discriminação, sim, mas o que eu sou contra é você querer estabelecer uma classe privilegiada com relação a um comportamento. E nem considerar isso como família, como possibilidade de constituição de família.

Quando o Sr. fala em constituição de família, o Sr. quer dizer que é contra o casamento homossexual?

Isso, isso, isso. Esse entendimento.

O Sr. não acredita que esse projeto fere a lógica de que é preciso proteger as minorias?
Não. A lógica é de proteção à discriminação. Eu não discrimino só a minoria. Porque é que eu não posso discriminar a maioria? Só porque eu sou minoria que eu sou discriminado?

Eu não posso discriminar você, por exemplo, como jornalista, num determinado tipo de ambiente dizendo que jornalista não serve? Eu não posso discriminar político dizendo que não serve? A proteção das minorias é um direito fundamental da sociedade que a gente tem que preservar. O que eu quero dizer é que não há só discriminação contra minorias.

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4535559-EI6578,00-Autor+de+lei+que+protege+heteros+critica+uniao+de+gays.html

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12 COMENTÁRIOS

  1. Existe heterofobia?Onde já se viu isso?Enquanto existe mais coisas na sociedade para se preocupar esse deputado vem com essa de aprovar uma coisa que mal vemos na sociedade;existem pessoas que não sabe nem mesmo o que vem a ser heterofobia.Se essa lei for aprovada a PLC 122 tem que ser também aprovada porque os LGBTs são mais propícios à discriminação do heterossexuais.

     
  2. É melhor começar a atacar na porteira estas leis estranhas a moral , Não podemos ficar esperando temos que sair com calma uma faixa na casa apoiando a moral, se cada um fazer um pouquinho logo os idealizadores das tais leis vão recuar.

     
  3. Tambem deve ser punido hoteis e seus gerentes, que impedem a hospedagem de crianças. Discriminando familias tradicionais. Esses hoteis são geralmente destinados ao publico homosexual.

     
  4. Além do que foi escrito acima, faltou dizer que os homoafetivos querem levar para as ruas, praças e avenidas o que eles já fazem initimamente dentro em 4 paredes, sejam boates, etc, jamais em casas de seus pais. Pode até aparecer na midia algum pai que aceite o filho trazer o seu parceiro para dentro de sua casa e o aceitar como genro. Tais demonstrações são ofensivas e provocações aos que se manifestarem contra esse tipo de comportamento deles. E podemos ter certeza de que se a Lei os protegerem, certamente vão querer também tirar proveito economico disso por indenizações absurdas a quem se manifestar contra gestos obcenos deles. Logicamente a discriminação, no caso, sempre irá partir deles e. pela lei, teremos que os engolir.

     
  5. Não sou contra homossexuais, sou contra a ação de forçar a um procedimento que nunca foi normal, se há um ensinamento que passou de geração a geração e por causa de alguns que não querem submeter a esse ensinamento, se sentem no direito de calar aqueles que ensinam, isso tambem torna uma forma de represão .Por exemplo : se minha mulher me trair com um ricardão(estou ciente que não devo partir para a violência ,mas)eu tenho o direito de recusar a sua compania sem ser processado, se for minha opção.Estão querendo me forçar a considerar ser procedimento famíliar aquilo que nunca teve capacidade de ter tal consideração .Uma familia em condições mormais relativo ao corpo humano com perfeitas condições físicas e saude, tem a possibilidade de gerar filhos legítimos. Eu só entendo isso como ser uma familia.

     
  6. 1. Finalmente um deputado pensando e falando pela maioria. O deputado federal Eduardo Cunha defende quase na íntegra tudo o que eu penso e defendo. Uma minoria com vícios e costumes não pode de forma alguma impor ou exigir que tais vícios e praticas sejam aceitos pela maioria. Quem quiser curtir seus vícios aprendidos de forma contrária à natureza que o façam, mas não me obriguem a achar que isso é normal e que deve ser encarado com naturalidade. O que mais me surpreende entre os seres humanos é que nem mesmo entre os animais há tamanha falta de entendimento. E vejam animais que não raciocinam seguem o instinto natural a que fora criado, macho e fêmeo. Agora o bicho homem é uma coisa tremenda, quer inventar o terceiro sexo e ainda, que todo mundo venha engolir essa, e mais, punir quem criticar. Tenha paciência. Parabéns deputado, mesmo que seja firmado na religião ou em qualquer outra coisa, mas o que Deus estabeleceu deve ser preservado e defendido.

     
  7. Existe muitos ponto de vista sobre o homoxesssualismo, a ciencia diz ser genetico, a poesia determinismo de meio…e uns até dizem ser safadeza….e na midia da Biblia é pecado….Mas na minha visão o fato que esta em questão não é este, e sim a Lei PLC 122, acaba por criar direitos desiguais a outras minorias que foram muito mais discrimanadas de que os homoxessuais, como os ‘INDIOS’, onde suas linguas, costumes e honra foram aniquilidas; Os “Negros”, que foram escravizados, e são muito mais discrinados até hoje; os “Nordestinos” são bem mais discriminados que os os homoxeuais no estado de são paulo, com expressões como “Cabeça xata”, “cara de abobora”, “Linga arrastada”, “povinho comedor de Rapadura” “Cabeçudo” eu mesmo ja fui até apelidado de “Erundina”, Os ‘Evangelicos” que eram minoria no Brasil, onde chamam até hoje pastores de ladrão, o proprio Jo soares que se sente discriminado e luta pela homofobia, foi quem mais discriminou os negros e os evangelicos, com suas piadas como “Preto quando não caga na entrada caga na saida” foram muito mais discriminados que os homossexuais, e até hoje são discriminados e perseguidos, e nem por isso, criaram uma lei, que os tornasse uma classe “Privilegiada”, me parece que esta Lei PLC 122, esta criando uma nova sociedade no Brasil, que posso chamar de intocaveis…E, a diferenciação entre classes, ja passa a ser uma discriminação…a historia nos mostra, que mesmo os reinos que eram considerados o povo nº 1, comos os medos, os persas, os babilonicos, e o imperio romano..cairam. E nestes reinos ja existia a homossexualidade…Sou contra a discriminação de qualquer ser humano, mas me parece que o estado de direito, que era pra me proteger, esta me tirando o direito de opnião, é como se chegasse num jornalista e o amordaçasse, criticar e opinar é diferente de de discriminar. O próprios Homossexuais tem que tomar cuidado, pra que esse excesso de protenção não os torne mais frageis ainda, A impressão que vai ficar é que esta classe não é forte, mas melidrada, Porque quado existe uma lei que põe alguem em vantagem sobre outro, as consequencias podem se reverter ao enunciado, prova é que os numeros mostram que depois que foi criado a lei maria da penha, aumentou em muito as agressões as mulheres, e passou a ter muitos homicidios…Por isso é melhor, ter uma reflexão mais aprofundada, sobre esta Lei que ja esta criando polemica antes da sua aprovação, e não pode ser feita por pressão de alguns seguimentos, precisa ser avaliada com mais seriedade. Mesmo porque quem é contra vai continuar sendo contra independente de Leis ou não, e quem é a favor, vai continuar sendo a favor.
    E com certeza, se essa lei for aprovada, os defensores da familia, homens e das mulheres, vão ter que começar um movimento, para se protegerem, e criar leis tambem contra a discriminação que essa lei vai causar….veja bem que não estou falando de credo religioso……O cara comete um crime ambiental e que é muito mais grave e não vai preso, o cara comete pedofilia e não vai preso, se tiver dinheiro pra pagar bons advogados, as pessoas chigam o presidente, os politicos e não vai preso….e muitos outros agravantes….
    Pense nisso, é para refletir.

     
  8. SE HOMOSSEXUALISMO FOSSE NORMAL NÃO EXISTIRIAM HOMEM E MULHER, DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, UM É COMPLEMENTO DOO OUTRO, SE DEUS PERMITISSE HOMOSSEXUALISMO NÃO EXISTIRIAM OS DOIS SEXOS, O FEMININO E O MASCULINO. ISSO FICA MUITO CLARO PARA MIM. NÃO HÁ MAIOR EXPLICAÇÃO DO QUE ESSA. HOMOSSEXUALISMO É PECADO SIM !!! SOU MUIIITO CONTRA !!!

     
  9. Pareceu-me que o que diz o Deputado Eduardo Cunha está muito confuso; pareceu-me que o deputado tem a sua convicção forte que explicita, mas que, ao mesmo tempo, enovela esta explicação de tal forma que se conclue que ele diz mas não quer dizer.
    Os homossexuais, como cidadãos que são, têm as mesmas garantias perante a lei que qualquer outro cidadão. A lei que defende o cidadão normal também os defende da mesma forma. Qualque um pode fazer considerações sobre o comportamento de outro, elogiar ou reprovar, analisar e tirar conclusões, expressar a sua forma de pensamento, desde que não ofenda esse outro. No caso concreto, qualquer um de nós deve poder dizer que não concorda como a homossexualidade e deve poder até explanar os motivos porque não concorda. Se se fala isso sem ofensa pessoal a um homossexual, porque é que o homossexual tem o direito de processar e o tribunal terá de condenar? É um direito que o homossexual reivindica, não baseado no que é, mas no que faz. É como amanhã um ladrão se sentir descriminado por ser apelidado de ladrão e querer que haja uma lei que condenem aqueles que o chamam de ladraõ. E, mais, ele quer que tal lei o beneficie de tal modo que não possa ser preterido num lugar por ser ladrão, nem possa ser demitido de um posto de trabalho por ser ladrão e, se o for, quer ter direito de ir à justiça para que seja readmitido.
    Isto é o que propõe o PLC 122/2006 que, como se vê, foi aprovado pela Camara de Deputados, e que o Senado tem resistido a aprovar.

    Tem razão o Dep. Edaurdo Cunha quando diz que o problema da homossexualidade não é só um problema religioso e que mesmo sem apelar a argumentos religiosos há fortes motivos para a não enaltecer nem aprovar leis que a favoreçam, muito especialmente aqueles que a ponto de prejudicar largamente a grande maioria dos não homossexuais. Se um projeto de lei que impeça a descriminalização dos heterossexuais vai permitir a discussão mais profunda do PLC 122/2006, acho muito bem que o Dep. tenha apresentado esse projeto de lei. Apenas lamento que no momento próprio não tivesse feito pressão para que ele não tivesse sido aprovado na Câmara Federal.
    Eles, os homo, apontam como um motivo para a necessidade do PLC 122/2006 ser aprovado, o grande número de mortes que sofrem. Isso é um argumento de que o Governador do Rio de janeiro ou Ministro Carlos Minc´podem gostar muito, mas que não coincidem com os dados das estatíticas oficiais. Estas apontam que nos últimos 25 anos foi morto violentamente um homossexual de quatro em quatro dias (é muito, estou de acordo), mas nos últimos 25 anos foram mortos 250 pessoas por dia. Isto quer dizer que se o Brasil tiver 100 milhões de pessoas acima de 15 anos, os homossexuais são 100 mil. E das duas, uma: Ou homo mentem ao dizer que são milhões e nesse caso eles são especialmente protegidos, porque morrem muito menos do que do restante da população, ou eles são especialmente “caçados” pelo crime e então os homossexuais são uma minoria sem qualquer significado. E é preciso não esquecer que uma maioria importante dos assassinos dos homossexuais, são homossexuais.

    Há uma afirmação do Dep. Eduardo Cunha que me parece mercer uma certa ponderação. Diz ele que é necessário aceitar e respeitar o comportamento sexual dos outros. Eu diria que não podemos impor a quem que seja um determinado comportamento e nesse sentido temos de aceitar a homossexualidade e, até, temos de respeitar o homossexual. Mas não podemos respeitar a homossexualidade nem deixar de atuar sobre os homossexuais para tentar a sua modificação, certos como estamos que eles estão num erro. Isso de maneira alguma pode ser feito de maneira violenta, mas tem de ser feito por amor a Deus e ao próprio homossexual.

     

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