Bento XVI condena o aborto durante Missa Crismal

Durante a Semana Santa, o Papa Bento XVI lembrou que os católicos não podem aceitar absurdos como “o assassinato de crianças inocentes que ainda não nasceram”.

“Não podem aceitar”, isto é, devem envidar todos os esforços para que essa prática seja banida, tanto quanto possível, de seus países. Ora, estamos na maior nação católica da Terra! E é precisamente nesta nação que estão querendo impor o aborto de todas as maneiras.

Propondo a aprovação do Projeto de Lei 1135/91, o PNDH-3 quer escancarar as portas do Brasil para a prática ilimitada do aborto. E portanto todos os brasileiros – sobretudo nós católicos – não podemos nos omitir e devemos reagir.

E há mais: considerando todo o contexto do PNDH-3, não há exagero em perguntar: o que será dos médicos que não quiserem praticar o aborto? Em outras palavras: se os criadores e propugnadores do PNDH-3 acham que o aborto é “questão de saúde pública” , que médico ficará isento da obrigação de praticá-lo?

Que punições, que sanções, que limitações da profissão serão impostas? Ainda não sei. Só sei que o PNDH-3 abre caminho para essa perseguição. Digo mais: perseguição religiosa, pois feita contra as próprias consciências dos médicos. Sim, perseguição religiosa… sob pretexto de direitos humanos. Chegaremos até lá?

Depende de nós. Clique aqui e reaja agora! Lembre-se do que lembrou o Papa: os católicos não podem aceitar absurdos como “o assassinato de crianças inocentes que ainda não nasceram”.