“Um estudo do Grupo da Universidade de Princeton revelou que Black Lives Matter organizou quase 570 protestos violentos em 220 cidades dos EUA.”

Saques, destruições, ruínas de vidas

“Embora muitas pessoas nos Estados Unidos tenham exercido seu direito de se manifestar pacificamente no que consideram “crimes racistas” pela morte de George Floyd e o tiroteio selvagem de Jacob Blake em Wisconsin, também existem grupos ou movimentos radicais que se aproveitaram desse descontentamento para saquear, destruir e arruinar vidas.”

“Um padrão pode ser visto em todos os protestos nos Estados Unidos: principalmente protestos pacíficos durante o dia (com algumas exceções) e extremamente violentos à noite. Imagens de empresas arrasadas, vidros quebrados, paradas de ônibus destruídas, carros queimados e cidades que foram arrasadas por noites de violência têm sido recorrentes.”

Temos experiência, no Brasil, com os protestos violentos dos black blocs, depredações e queima da bandeira nacional. Não foram adiante graças à reação do público brasileiro ante violências tipo MST e assemelhados.

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“A polícia, com a ajuda dos militares em algumas cidades, enfrentou grupos que adotaram o saque e o vandalismo como seus métodos principais. Como resultado, várias cidades, como Kenosha em Wisconsin, foram destruídas após as manifestações do movimento Black Lives Matter (BLM).”

Forçando pessoas a terem sintonia com a esquerda

“Notou-se que muitas dessas manifestações também envolveram agressões físicas ou verbais contra pessoas que não estão em sintonia com suas demandas ou posições políticas. Por exemplo, após a Convenção Nacional Republicana, após o discurso de Trump, vimos como o senador Rand Paul teve que sair com proteção policial quando foi intimidado por uma multidão nas ruas de Washington.”

“Os manifestantes do BLM forçaram as pessoas a levantar os punhos em apoio ao seu movimento. Do contrário, são insultados e acusados ​​de fazer parte do racismo sistêmico que dizem prevalecer nos Estados Unidos. Também há vídeos em que negros, marchando contra o racismo, intimidam brancos para que se ajoelhem e se desculpem por “Injustiças raciais ou crimes que seus ancestrais cometeram”.

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Embora protestar seja um direito inviolável em países livres, a validade da tendência desses protestos foi discutida, uma vez que eles carregam consigo razões político-ideológicas muito marcadas.

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Tanto nos EUA quanto no Brasil a esquerda está em franco declínio. Lá, aproveitam pretextos como a morte de George Floyd para desencadearem protestos — no início pacíficos — que se degeneram em saques, depredações. No Brasil, nem sequer a Carta dos 152 bispos contra o governo Bolsonaro foi capaz de mobilizar parte da população. O MST, sem as verbas que lhe dava o governo petista, definhou.

Os governadores-inteventores de esquerda, o falso Centrão bafejados pela mídia tentam amordaçar o Brasil nas garras da pandemia, gerando pânico e insegurança. Graças a Deus, também a pandemia … entrou em agonia.

Brasil, confiança, ainda seremos um grande País!

Fonte: https://panampost.com/emmanuel-rondon/2020/09/08/black-lives-matter-organized-570-violent-protests-this-year/?cn-reloaded=1

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