Reação conservadora: somos o fiel da balança!

Como inúmeros brasileiros, também eu corro os olhos pelas notícias do dia, sejam elas do nosso Brasil sejam de acontecimentos de relevo no Exterior.

O fato mais esperançoso e eficaz surgido em nosso País, nos últimos anos, é, sem dúvida, a reação conservadora que toma a juventude, se mantém, se alimenta, se congrega através das redes sociais.

Provas? As grandes marchas populares que tomaram as ruas brasileiras desde 2015: devolvam o meu Brasil.

Outra prova nos vem de articulistas de esquerda, com seus falsos preconceitos propondo “união contra os radicais” ou acenando contra uma “internacional extremista” de direita.

Brasil 2018: desponta uma nova força

Surgem artigos e comentários, com mais profundidade, que traduzem – em particular — a realidade viva, dinâmica e esperançosa dessa faixa etária que vai desde os que votam pela primeira vez (18 anos) até a chamada “geração do milênio”.

Nosso propósito não é tomar posição político-partidária. Queremos tratar da nova força que desponta debaixo da neve neste começo de primavera porque passa o nosso Brasil.

Assim, El Pais de 17/8 traz artigo de Naira Hofmeister “Nem fascistas nem teleguiados: os bolsonaristas da periferia de Porto Alegre” desfazendo os jargões da esquerda sobre a tendência de nosso eleitorado mais jovem”.

Prossegue o artigo comentando a posição jovens entre 16 de 35 anos do Morro da Cruz, vila na periferia de Porto Alegre: “à exceção de serem jovens, Cássio, Anriel e vários outros entrevistados pelo EL PAÍS no Morro da Cruz pouco têm em comum com o perfil que institutos de pesquisa desenham dos possíveis eleitores do presidenciável do PSL: eles não são os mais escolarizados (chegaram ao ensino médio), nem ricos e tampouco estão no Norte e Centro-Oeste do país”.

A entrevista com esses jovens mostra quão equivocada estão as pesquisas de opinião: esses jovens “também não se enquadram no estereótipo que os críticos do candidato dizem ter seus eleitores: são gente de fala branda, que defende opiniões com serenidade e argumentação, busca informações na imprensa (…)”. (1)

Quinta Arma: Imprensa ou Opinião pública¿

Houve tempo em que se afirmava que a Imprensa era o IV Poder e, de fato, o era mesmo.

Já “na Constituinte (de 34), um deputado afirmou que (a Imprensa) é a Quinta Arma, que acaba de aparecer, novíssima, ao lado da Cavalaria, da Artilharia, da Aviação e da Infantaria”.

Quarto Poder ou Quinta Arma, o fato é que a opinião pública respira (respirava, até surgirem as redes sociais, diríamos nós) a atmosfera política por meio (da Imprensa), digere as novidades como ela lhas apresenta, julga, condena ou canoniza, de acordo com sua vontade despótica, irrecorrível”. (2)

Delenda Cartago, delenda despotismo midiático esquerdista

Graças ao desenvolvimento das Redes Sociais a Quinta Arma passou em grande parte a ser a Opinião Pública das Redes Conservadoras que se manifesta livremente sem as injunções de certa Imprensa.

A tal ponto essa manifestação da autêntica Opinião Pública é nefasta aos interesses da esquerda que Lula se referiu ao “submundo da internet”.

Claro, para um petista inveterado, ter diante de si Redes Sociais que reflitam o pensamento do Brasil profundo, a única saída é chamá-las de “submundo da internet”.

Fazemos parte da “Quinta Arma”, a Opinião Pública

Plinio Corrêa de Oliveira e a defesa dos valores da civilização cristã por meio do esclarecimento à Opinião Pública.

Fazia parte do projeto de Plinio Corrêa de Oliveira o desenvolvimento da imprensa Contra Revolucionária (3) que fizesse de “nossa realidade política uma descrição objetiva, capaz de alterar o rumo de muito acontecimento! (…) Neste dia, um capítulo novo se terá aberto na História do Brasil”.(4)

Particularmente na última década confirmaram-se os anseios do Prof. Plinio: passaram-se os anos, girou a roda da História e a realidade das Redes Sociais conservadoras aí está: é a nossa grande hora de mostrar que a Opinião Pública brasileira e anti esquerdista é a Quinta Arma!

Caíram os jargões da esquerda: “Foi acompanhando o trabalho de campo de Rosana Pinheiro-Machado e Lucia Mury Scalco que a reportagem do EL PAÍS esteve no local numa sexta-feira de agosto”. “Eles não são fascistas, pelo contrário, tem argumentos para defender sua posição”, observa Rosana.

***

Saibamos, pois, desenvolver e defender a nossa posição com argumentos sólidos em favor da família, da propriedade e da tradição brasileira que edificaram a nossa Pátria.

Lutemos pela reconstrução moral de nosso Brasil; o futuro detentor do Poder Executivo precisa encontrar um Brasil forte e consciente de nossa grande missão histórica.

Saibamos nos articular e confiemos no auxílio da Divina Providência que coroou nossos céus com o Cruzeiro do Sul.

Este ainda será um grande País!


(1) https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/17/politica/1534457864_835707.html

(2) https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG340218_Aquintaarma.htm

(3) https://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR_0000_indice.htm

(4) https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG340218_Aquintaarma.htm

1 COMENTÁRIO

  1. Bem vindo a uma Direita equilibrada,sensata,disciplinada,organizada,pacífica e muito Cristã,O mundo inteiro está inclinando para uma nova direita a exemplo;EUA,França,Alemanha etc.

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