De acordo com notícias publicadas nos jornais”, a Carta do Chanceler Ernesto Araújo ao Ministro Gilmar Mendes lembra que o Poder Judiciário não pode entrar no mérito da política externa do Brasil.

A Associação Brasileira de LGBTI entrou com um pedido de medida liminar (no STF) contra os atos da Chancelaria, solicitando que as orientações da diplomacia fossem “imediatamente” suspensas.

Nosso site já abordou o tema. Um novo “deus” (ideologia lgbt) surge no Olimpo dos deuses. Mas, esse novo “deus” tem uma característica que os gregos não imaginaram. Ele não permite ser contrariado. Mais ainda, ele se impõe sobre os Estados, as Instituições, os habitantes da Terra. E quer também impor-se sobre a Igreja Católica, sobre os ensinamentos da Sagrada Escritura. https://ipco.org.br/ideologia-lgbt-investe-contra-o-itamaraty-o-novo-deus-genero-nao-permite-ser-contrariado/

A Constituição dá (privativamente) ao Presidente competência para manejar as Relações Exteriores       

 

Em resposta ao Ministro Gilmar Mendes, diz a Carta do Chanceler: “Como se sabe, a Constituição Federal concede privativamente ao presidente da República a competência para manejar as relações exteriores”, sendo o Ministério das Relações Exteriores o representante do Executivo nesse quesito. “Não compete ao Poder Judiciário imiscuir-se no mérito de política externa”.

              Uma política externa consistente com o mandato popular

Continua o Chanceler: “Como país democrático, em que vigora o pleno exercício do Estado de Direito, o Brasil busca implementar sua política externa de forma consistente com o mandato popular outorgado pelo povo nas eleições”.

“Desde a assunção de Jair Bolsonaro da Presidência, o governo brasileiro tem atualizado seu posicionamento em política externa nos vários foros em que o Brasil atua, inclusive sobre a questão de gênero, a fim de melhor refletir o mandato popular”, explicou. Segundo ele, alguns desses termos tem “assumido conotação contrária aos interesses brasileiros”.

O Chanceler insistiu que o governo reconhece o “importante papel das famílias na promoção dos direitos humanos” e “tem buscado aproximar-se de países que tenham colocado a família como área de enfoque prioritário”.

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      Acrescentamos nós, o Itamaraty faz exatamente o contrário da política exterior dos governos petistas que se alinharam à Venezuela, Cuba, Bolívia de Evo Morales. Os Chanceleres a serviço do petismo promoviam a agenda contrária aos Valores Morais.

Em consequência, o Chanceler Ernesto Araújo pede que o Ministro Gilmar Mendes “negue o seguimento à presente ação” e que o governo está respeitando a Constituição.

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      Esperamos que o Ministro dê acolhida ao pedido do Chanceler e “negue o seguimento à presente ação”. Esse é o desejo da grande maioria do povo brasileiro – e como diz a Carta — a petição nem sequer demonstrou que houve um impacto das medidas e os direitos fundamentais.

Lembramos que no regime democrático o Mandante é o povo e o Mandatário é o Presidente. A Procuração que o governo Bolsonaro recebeu (do Povo) é para governar o País segundo uma agenda consoante com os Valores Morais.

Proteger direitos de pessoas é muito diverso de querer impor ao Itamaraty  uma conduta nos moldes da ditadura homossexual.

Apoiamos a iniciativa do Itamaraty em reformular nossa política externa alinhando o Brasil “a países que tenham colocado a família como área de enfoque prioritário”.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2019/10/23/araujo-alerta-a-gilmar-mendes-a-nao-se-intrometer-na-politica-externa.htm

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