Um novo “deus” surge no Olimpo dos deuses. Mas, esse novo “deus” tem uma característica que os gregos não imaginaram. Ele não permite ser contrariado. Mais ainda, ele se impõe sobre os Estados, as Instituições, os habitantes da Terra. E quer também impor-se sobre a Igreja Católica, sobre os ensinamentos da Sagrada Escritura.

Noticia o blog de Jamil Chade: “O Supremo Tribunal Federal dá dez dias para que o Itamaraty explique seu posicionamento sobre gênero e a decisão de instruir diplomatas brasileiros a vetar o termo nas negociações internacionais e em resoluções da ONU”.

Qual a origem de tão repentina decisão?

Continua o blog: “A decisão foi tomada depois que a Associação Brasileira de LGBTI entrou com um pedido de medida liminar contra os atos da chancelaria, solicitando que as orientações da diplomacia sejam “imediatamente” suspensas”.

“Uma das orientações do governo foi que sua política externa estaria voltada a derrubar e vetar termos como “gênero”, além de explicar publicamente que o Brasil considerava a palavra apenas por um contexto de “sexo biológico: feminino ou masculino”.

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      As minorias têm direito de se sobrepor às maiorias?  Qual será o próximo alvo da tirania LGBT?

A Associação de Medicina terá que mudar seus ensinamentos adotando “gênero” para satisfazer à ideologia LGBT?

Vão querer mudar o texto da Bíblia onde indica que Deus os criou Homem e Mulher? E o STF concordará com isso?

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             Gênero é um conceito subjetivo. A hierarquia na alma humana

Comenta o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira que há uma hierarquia na alma humana: “Deus, que imprimiu um cunho hierárquico em toda a Criação, visível e invisível, fê-lo também na alma humana. A inteligência deve guiar a vontade, e esta deve governar a sensibilidade. Como consequência do pecado original, existe no homem um constante atrito entre os apetites sensíveis e a vontade guiada pela razão: “Vejo nos meus membros outra lei, que combate contra a lei da minha razão”, ensina São Paulo (Rom. 7,23). https://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR_010703_orgulho_sensualidade.htm

Esta é a ordem posta por Deus na alma humana. Entretanto, os fanáticos propulsores da “ideologia de gênero” invertem esta ordem e colocam o “sentir” (sentir-se homem, sentir-se mulher) acima da inteligência, da vontade e da realidade biológica.

Gênero é antes de tudo uma construção subjetiva. Não se pode impor à uma Instituição como o Itamaraty, que carrega consigo as glórias da diplomacia brasileira, que aceite uma construção subjetiva (gênero) e paute seu procedimento se curvando à essa ditadura lgbt.

Que mal há no Itamaraty usar o termo biológico (sexo) em lugar da expressão subjetiva (gênero)?  A menos que a ditadura lgbt seja o novo “deus” que não admite ser contrariado, esquecido, ou silenciado.

O Itamaraty cometeu o “pecado” de silenciar o “gênero” em suas instruções: isso se chama “pecado” de omissão sobre o qual irá julgar o STF.

Todos aguardamos que triunfe o Direito Natural, o bom senso de nosso egrégio Tribunal não impondo um conceito subjetivo a pautar as instruções de uma grande e benemérita instituição como o Itamaraty.

Fonte: https://jamilchade.blogosfera.uol.com.br/2019/10/08/stf-da-dez-dias-para-que-itamaraty-explique-sua-politica-sobre-genero/

 

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