Moral católica e combate à Aids

Resumo: A moral católica e Aids são analisadas à luz dos ensinamentos de Bento XVI e da posição da Igreja sobre preservativos. O texto distingue prevenção baseada em mudança de comportamento de soluções meramente técnicas, examina a responsabilidade moral nas relações humanas e discute por que a doutrina católica prioriza castidade, fidelidade e respeito à vida.

 
Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias[1].

A interpretação geral da mídia foi de que a Igreja mudou sua posição e agora (mais…)

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Mais uma Ministra que favorece a causa pró-aborto
Mais uma Ministra nomeada por Dilma Rousseff que quer favorecer as políticas de aborto

Mais uma Ministra que favorece a causa pró-aborto

Resumo: Iriny Lopes e políticas de aborto são tratadas após entrevista da nova ministra, que defendeu ações estatais para ampliar o acesso ao abortamento. A nova Ministra de Política para as Mulheres afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo…

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A principal notícia da semana para quem é contra o aborto e o PNDH-3
A futura ministra dos Direitos Humanos disse que implantará o PNDH-3 como ele está. Ou seja, aborto, legalização da prostituição, perseguição religiosa, "casamento" homossexual, e mais 510 aberrações!

A principal notícia da semana para quem é contra o aborto e o PNDH-3

Resumo: Nomeação de ministra para Direitos Humanos é comentada após declaração sobre implantar o PNDH-3 e suas diretrizes relacionadas a aborto e família. Temos falado muito do termômetro do PNDH-3. Subiu mais um grau. E o Brasil vai chegando perto…

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Cancún fracassa, mas a ‘religião’ ambientalisa não arreda

Resumo: Cancún fracassa diante da ausência de resultados esperados, enquanto a chamada religião ambientalista mantém suas promessas e exigências. A análise examina o Fundo Climático Verde, questiona compromissos financeiros e relaciona o insucesso da conferência à distância entre discurso ambiental, interesses políticos e medidas concretas capazes de alterar a economia mundial.

O mérito de Cancún não foi de “salvar o planeta”, mas salvar o processo de negociação do acordo climático internacional, que quase foi a pique em Copenhague.

Luis Dufaur

Para dissimular o fracasso da utopia ‒ e manté-la viva enquanto dure ‒ os organizadores da 16ª Sessão da Conferência das Partes (COP 16) para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), em Cancún, México fizeram eufóricos anúncios.

Entre eles, a criação do “Fundo Climático Verde”, de U$ 100 bilhões de dólares já prometidos em Copenhague, mas que só vigoraria a partir de 2020. Nenhum país ‒ aliás, razoavelmente ‒ deu sinais de querer fornecer algo e não se sabe de onde sairá esse dinheiro.

As promessas de cortar as emissões de CO2 foram altissonantes, mas não saíram de promessas para a circunstância. A poluição sonora do planeta pode ter sido prejudicada, mas a vegetação do planeta vai agradecer: quanto mais CO2 mais produção de alimentos.

Também o futuro pós-2012 do agonizante Protocolo de Kyoto não foi resolvido. Em 2012 ele acaba.

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