Da Ucrânia aos bunkers europeus: “Si vis pacem, para bellum”
O artigo analisa como os ataques à Ucrânia, a preparação civil, o rearmamento europeu, a guerra híbrida e a dissuasão nuclear redefinem a segurança no continente.
O artigo analisa como os ataques à Ucrânia, a preparação civil, o rearmamento europeu, a guerra híbrida e a dissuasão nuclear redefinem a segurança no continente.
Artigo de Roberto de Mattei sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, os erros de inteligência, o impasse estratégico do Ocidente e o risco de escalada bélica.
O artigo analisa como agressões simuladas, propaganda e desinformação foram usadas em 1939 para justificar guerras, relacionando esses episódios ao cenário atual da guerra híbrida.
Investigação sobre o naufrágio do cargueiro russo Ursa Major aponta transporte de peças para reatores nucleares destinados à Coreia do Norte.
O artigo examina como operações híbridas atribuídas à Rússia, em vez de apenas intimidar, podem estimular a coordenação defensiva europeia, relacionando o tema à guerra na Ucrânia e à advertência de Nossa Senhora em Fátima.
36 países, em sua maioria europeus, criaram em Haia um tribunal nos moldes de Nuremberg para julgar o crime de agressão da Rússia contra a Ucrânia e ao presidente Vladimir Putin.