Terror de catástrofes: instrumento
para impor a “religião” ditatorial ambientalista

O senador Al Gore, destacado líder do alarmismo climático, tentou comprar da empresa Alice Springs direitos de publicação de um filme do cineasta Chris Tangey sobre tornados de fogo (ver vídeo acima) no Monte Conner, Austrália, para usar em suas apresentações.

Tangey respondeu ao senador alarmista que usar sua filmagem num contexto de “mudança climática” seria um ato “deliberadamente enganoso”, recusando assim o dinheiro oferecido, informou o jornal “The Australian”.

As manipulações de dados naturais de alto impacto para justificar teorias catastrofistas viraram marca de fábrica das apresentações de Al Gore.

Sua mais famosa produção, “Uma verdade inconveniente”, acabou sendo condenada pela justiça inglesa e proibida de ser recomendada em escolas após se constatarem mais de 35 graves erros que poderiam danificar a formação dos escolares.

“Há uma decisão da Corte Suprema da Inglaterra e Gales, número 2007/EWHC 2288 Adm. CO/3615/2007 – Caso Stuart Dimmock versus Ministério da Educação – que proibiu a exibição do filme nas escolas, até corrigirem 11 erros graves nele existentes. Na realidade, há 35 erros”, explicou o Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da Universidade Nacional de Brasília – Unb, e que deixou grande reputação de cientista e professor universitário. VEJA A ENTREVISTA

O tornado de fogo é um fenômeno natural que acontece em circunstâncias muito especiais como, por exemplo, durante grandes incêndios florestais.

Chris Tangey registrou imagens impressionantes de um desses tornados no Monte Conner, Austrália.

Ele pode também acontecer em decorrência da ação do homem, como durante bombardeios de cidades nas guerras ou incêndios em fábricas.

Chris Tangey: usar a filmagem
num contexto de “mudança climática”
seria ato “deliberadamente enganoso”

“Eu percebo que o senhor poderia não informar sobre o caráter muito localizado do tornado de fogo” – escreveu Tangey em e-mail ao senador apóstolo do catastrofismo.

“Em qualquer caso, eu fico me perguntando por que é que o senhor pede comprar uma licença do filme quando o Sr. não fez o mais mínimo estudo que possa apontar alguma relação deste fenômeno com o aquecimento global ou com a mudança climática”.

A respeitabilidade do aquecimentismo está cada vez mais baixa. A ponto de o cineasta ter recusado uma oferta por certo interessante.

Para essa queda de respeitabilidade do aquecimentismo contribuíram possantemente comprovadas fraudes e manipulações.

Mas a “religião” verde se move segundo um estranho fanatismo interno. E prossegue em seus esforços para levar o mundo ao miserabilismo, ainda que tendo de passar por situações desencorajadoras e vergonhosas como esta de Al Gore.

O livro do príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança “Psicose ambientalista” abre interessante perspectivas sobre este pouco conhecido bastidor da ofensiva ecologista radical.

 

3 COMENTÁRIOS

  1. Agradeço este artigo com esta NOTÍCIA. Se fosse o contrário a “honesta” grande mídia mundial estaria propagando como um tornado aos quatro cantos do mundo. Parabéns ao Instituto por praticar a honestidade e defender os verdadeiros valores e a verdadeira religião.

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