Numa área desértica da Patagônia, uma antena gigantesca da China tem a altura de um prédio de dezesseis andares, com dispositivo central que pesa 450 toneladas. Ela está sob o controle do Exército vermelho e tem como objetivo declarado controlar satélites e missões espaciais chinesas. “Uma antena gigante é como um enorme aspirador: suga sinais, informações, toda espécie de coisas”, disse Dean Cheng, especialista em segurança nacional chinesa. Pequim tem o usufruto gratuito, por 50 anos, de 200 hectares em Neuquén, perto da fronteira chilena, bem como o controle da megajazida argentina de gás e petróleo de Vaca Muerta.

Poucas semanas após o início de suas atividades, o Pentágono criou um centro de respostas de emergência no mesmo estado. “O pessoal acha que é uma base militar e tem medo”, disse a diretora da rádio local. O prefeito da maior cidade próxima acha que é um “olho apontado contra os EUA”. O governo Macri exige que só tenha usos científicos e nunca militares, mas o modo de proceder da China comunista não inspira confiança.

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