No dia 19 de outubro realizou-se em Viena uma palestra sobre o Sínodo da Amazônia. Promovido pela Österreichische Gesellschaft zum Schutz von Tradition, Familie und Privateigentum (TFP austríaca), o evento ocorreu em seguimento à convenção sobre o mesmo tema, promovida em Roma pelo Instituto Plinio Correa de Oliveira.

Intitulada “O Sínodo das grandes rupturas”, a exposição foi feita com grande sucesso pelo Sr. Benno Hofschulte, presidente da TFP austríaca. Na seleta plateia havia dois sacerdotes e um grupo de eslovacos que vieram do país vizinho somente para a conferência.

 

O palestrante focou as grandes rupturas que estão sendo promovidas pelo Sínodo Amazônico, que desde o seu Instrumentum laboris (instrumento de trabalho) às declarações feitas por diversos de seus promotores, deixam em evidência uma ruptura de sabor panteísta com a doutrina tradicional da Igreja – ruptura teológica; ruptura filosófica, antropológica e missionária; ruptura civilizacional; ruptura eclesiológica e sacramental.

As diversas perguntas feitas pelo público ao final da exposição evidenciaram a principal preocupação de todos: o que fazer nessa terrível situação por que passa a Santa Igreja. A resposta, como não poderia deixar de ser, são duas atitudes: a primeira é de nunca, de forma alguma, abandonar a Santa Igreja; e a segunda é de não acomodar-se, mas resistir às orientações opostas à doutrina tradicional da Santa Igreja.

O evento terminou com uma animada conversa, durante a qual foi servido um o coquetel.

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