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O quotidiano alemão “Frankfurter Allgemeine Zeitung” publicou no último dia 11 interessante artigo sobre as agruras dos cientistas da climatologia, reunidos na Conferência mundial em Paris (COP21), procurando o inexistente: as consequências desastrosas do “aquecimento global” para a humanidade.

Os “sumos sacerdotes” da climatologia se afanaram até o último instante para redigir um texto de acordo final entre representantes das nações presentes. O texto deveria alarmar o mundo proclamando que o gás carbônico está nos matando… Mas, com que argumentos convincentes criar o medo? E saiu um texto que, segundo os renomados cientistas participantes, é bem bonito, mas inconsistente. E têm o desplante de pedir menos oposição às suas fofas teorias. Eles se sentem ameaçados em seus objetivos. As conferências climáticas mundiais redundam num fracasso após outro.

O Ministro do Exterior francês propôs um texto para o difícil acordo final. A uns esse texto decepcionou e irritou. A outros ele aliviou e deu esperanças. Tais são as opiniões antagônicas na Conferência. “Um balaio de caranguejos” — dizem os franceses a respeito de uma reunião onde todos se mordem e não encontram saída. Restam as esperanças, dizem os cientistas ao deixar Paris. Ei-las a que eles que eles chegaram: “Nada se perdeu, poderia ter sido pior; sei por experiência própria que ao se procurar a aprovação final de um texto, a penúltima redação é sempre melhor do que a última”, sintetiza o renomado cientista Schellnhuber.

Johan Rockström, de Estocolmo, detentor de prêmios internacionais resmungou: “É melhor um tratado aguado do que nada”.

Incapazes de apresentar provas científicas convincentes (um grande número de cientista detentores de prêmios Nobel negam a existência dessas provas) repetem entretanto sua cantilena: as emissões de gás carbônico pelas indústrias devem ser imediatamente reduzidas. Falso dogma dos “sacerdotes” da climatologia.

À questão do clima poder-se-ia bem aplicar o refrão popular: “Tudo muda, mas continua a mesma coisa”…

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