Rituais xamânicos, misturados com métodos orientais de meditação, psicanálise e uma falsa visão ecumênica das religiões vêm causando crescentes estragos no Brasil, segundo reportagem de “O Globo” (11.7.10).

As vítimas provêm, de modo geral, de bairros endinheirados.

Os “sacerdotes” apresentam-se como índios ou pajés brasileiros e sul-americanos e fazem ingerir alucinógenos como a ayahuasca.

Nas sessões de intoxicação, eles invocam obscuras forças para tomarem posse dos adeptos.

O pretexto é entrar em contacto “com o sagrado, com a natureza, com o ‘grande espírito’ e com o próprio ‘eu superior’ na terminologia de Gustav Jung, discípulo de Sigmund Freud.

A música eletrônica é usada para estimular o transe hipnótico ou “estados alterados de consciência”.

Não falta quem queira justificar com sofismas típicos do “progressismo” e da esquerda católica esses contactos com o inferno.

Nos tipos de possessão diabólica favorecidos por esses cultos o trabalho dos exorcistas é extremamente árduo, pois o demônio obtém com facilidade o consentimento das vítimas.