Quem vale mais: o gato ou quem está segurando? A pergunta nem devia ser feita, mas tem gente com dúvida a respeito…

Gabriel Ferreira

Multiplicam-se os casos de defesa desproporcional dos animais, enquanto ONGs e grupos abortistas tentam impor leis e práticas para aumentar a matança dos inocentes. Já foi mencionado neste site, por exemplo, a notícia de que na Austrália um gato recém nascido foi salvo por nada menos que três equipes de bombeiros (Agência France Press,19/10/10)

O gato caiu no vaso sanitário e ficou entalado no sifão, por “culpa” de uma menina de 2 anos. O dono, desesperado, ligou para o serviço de emergência, que o atendeu prontamente e com três equipes! Com ajuda de uma câmara especial as equipes localizaram o animal há vários metros abaixo do chão, quebraram o concreto e conseguiram salvar o pequeno felino.

Enquanto isso…

A Austrália não fica muito atrás de muitos países que aprovaram o aborto. Assim como na grande maioria dos casos, depois de descriminalizar o aborto, o mesmo só têm aumentado. Em 1985 foram realizados 66 mil abortos no país. Este número passou para 71 mil em 1987, 83 mil em 1991 e chegou a 100 mil nos dias atuais.

Veja, caro leitor, o esforço feito para salvar um gato e, em contrapartida, o esforço para matar uma criança!

O Brasil também caminha no mesmo sentido. Quem nunca viu ou ouviu falar de casos semelhantes ao do gato da Austrália? E da mesma maneira quem não sabe que o aborto está prestes a ser aprovado no Brasil pelo PNDH-3 e outros projetos de lei?

É um caso para reflexão…