O Diário Do Grande ABC, em sua edição on-line de 4 de maio p.p., divulga reportagem sobre o novo recorde de arrecadação tributária marcado no presente ano, no Brasil. É de se perguntar: quantas vezes mais os brasileiros suportarão assistir ao mesmo filme?

O mesmo montante até hoje arrecadado no presente ano – R$500 bilhões – no ano passado demorou 21 dias a mais para ser alcançado. E no ano de 2009, verificou-se apenas em 24 de junho. A estimativa para a arrecadação em 2011 é de R$1,4 trilhão, o que significa nada menos que R$7.500 por brasileiro. A notícia indica ainda que, nos últimos cinco anos, o peso dos tributos nas contas dos contribuintes subiu em 40 por cento.

O Fisco não para de arrecadar. O engraçado é que nunca tem o dinheiro para nada. Sabemos para onde o recurso vai, mas não sabemos como ele retorna à população”, disse à reportagem o presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), João Eloi Olenike. De fato, não é só o recorde de arrecadação um dos filmes antes vistos; também o é a ineficácia do Estado em aplicar os recursos assim confiscados de cada brasileiro.

Cada indivíduo cuida melhor daquilo que é seu. A vida de uma nação deve provir da operosidade de seus membros, e não da “concessão” dos governantes. Por isso, a livre iniciativa deve ser incentivada. O Estado provedor só dá mostras de ineficiência.

Todo o homem de bom senso aprende com a experiência. Se erra, procura corrigir o malfeito. Espera-se o mesmo do Estado, o qual não existe senão para o bem comum. Por que, então, estamos “assistindo ao mesmo filme” mais uma vez?

5 COMENTÁRIOS

  1. No final do artigo está o resumo total: bom senso! Ah!, que falta faz a milhões de brasileiros, quando aceitam esmolas (bolsas etc…). Se houvesse bom senso, não seria aplicada a regra do “vem fácil, vai fácil”, pois cada real aplicado em bolsas etc, só pode redundar em desperdício. E, pela falta de bom senso entre os governantes, esta maléfica regra do vem fácil também é aplicada: não se faz a pergunta: isto é mesmo necessário?. Apenas se gasta. Olha o trem bala aí, gente! Será que tudo o que for aplicado nele virá de recursos próprios? Controvérsias…

  2. HÁ UM OUTRO COMPONENTE QUE ME PREOCUPA: É SOBRE AS MULTAS PARA AMEDRONTAR AS PESSOAS QUE TAMBÉM NÃO SABEM RECORRER E A QUEM RECORRER DELAS.
    PAGA-SE, E FICA QUIETO.
    Para implantar as leis contra o preconceito, agora avolumada aos homofóbicos em união estável, aplicam-se multas a quem manifestar-se contrário. E disso se aproveitam os beneficiados para ganhar espaço social onde não existia, pois a meu ver a iniciativa do preconceito vem de quem o provoca, isto é do beneficiado pela lei que o favorece. Semelhantemente nos países em que se houver manifesto contrario ao governo, lá eles perseguem e matam. Não é assim entre os muçulmanos fundamentalistas? Aqui só falta matar.

  3. Caro Guilherme, estamos sim assistindo o mesmo filme por que temos administrando ou governando este país na câmara de deputados federais e estaduais, no senado, na presidência da republica, os governadores de estado, os prefeitos e vereadores um rebanho de cabritos, que nós sem questionar os colocamos lá no poder para que guardem a nossa horta. Acontece que o rebanho é irracional e quando lhe da fome ele próprio invade a horta na calada da noite e se alimenta de nossa horta. Por isso somos o país onde se paga o maior imposto do mundo, por isso o estacionamento nos aeroportos para os aviões é o mais caro do mundo, por isso nossa gasolina é de pior qualidade e maior preço do mundo, por isso nossos políticos são corruptos, por isso temos mensalões, temos dólar na cuecas, temos deputada do PT na comissão de ética dançando em plenário para comemorar a impunidade de seu par também do PT que cometeu atos desonestos. Precisamos ser mais questionadores e cobrar dos nossos políticos. tenho visto brasileiros eleitores que quando esta pessoalmente com um politico qualquer pode ser ate vereador, ele fica tão alegre sua fisionomia muda ele sente que está perante um Deus, e o máximo que ele pede é para tirar uma foto junto, para mostrar aos amigos que ele é importante, somos um povo que de tanto os políticos nos adestrar já aprendemos inverter os valores por isso agimos assim, quando na verdade o político é que teria que ficar preocupado afinal ele está diante de um eleitor, ele sim deve pois o eleitor seria seu patrão. seu chefe, este só esta lá por que o eleitor o aprovou.
    Só sairemos desta vala quando tirarmos do poder todos que já ocuparam qualquer cargo político, temos que renovar esta frota de cabritos, colocando somente gente nova, que só estarão na politica 4 anos. cada vez que mantemos os mesmos pensando que se foram bom neste mandato então farão um novo mandato melhor, ledo engano com esta atitude a meu ver só nos faz manter no poder estas raposas feito sarney, que quando morrer deixará seus filhos, isso já é dinastia e não republica, se prestarmos atenção quem esta na politica hoje com excessão do palhaço tiririca, todos são descendentes de políticos ou já estão lá vários mandatos formando sua dinastia própria.
    Acho que o IPCO é um grande movimento educativo, está reeducando o povo a pensar diferente, mas se tudo correr bem em breve tudo poderá mudar para melhor, em breve seremos patriotas nossas lutas serão pelos bons costumes, e teremos os políticos no seu lugar empregados pagos para cuidar do nosso bem, eu disse cuidar não roubar.

  4. Eu não acho que o governo saiba melhor do que eu das minhas necessidades e por isso quero ter o direito de por mim mesmo obter os meios necessários para suprí-las. Caso eu não consiga deverei me empenhar até conseguir com pessoas da minha família e se estas não puderem vou recorrer a outras instituições mais próximas de mim e só lá no final é que devo solicitar a ajuda do governo. Esse é o princípio de subsidiariedade tão esquecido e tão necessário para o restabelecimento da boa ordem.

  5. Se o Estado fosse só ineficiente, teríamos um problema menor. Na realidade o Estado é recheado de, à parte algumas exceções, uma quadrilha de corruptos.
    Precisamos de organização e pressão, primeiramente para obter uma rigorosa prestação de contas provada não só por números, mas por fatos.
    O segundo passo, logo em seguida, é exigir a ampla diminuição da carga tributária, principalmente a que esmaga a classe média, a classe odiada pelos políticos porque:
    – a classe média tem princípios;
    – não é tão numerosa (não dá tantos votos) quanto a menos abastada, e não tão rica (não financia campanhas) quanto a mais abastada.
    CHEGA! BASTA!

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