Formação: embrutecimento, indiferença, capitulação – frutos da Pandemia?

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A imprensa noticia que Bill Gates, o novo guru da humanidade, adverte para a eventualidade de uma pandemia muito pior do que a atual. Esse bilionário, como também outros bombados pela Midia, o Forum Econômico Mundial com a cumplicidade de ONU e OMS colocam a cada passo a Humanidade numa “situação não muito diversa da de um moderno Dâmocles, tendo suspensas sobre a cabeça uma bomba de [vírus] e um buquê de [vacinas], cada um preso a um fio prestes a partir-se a todo momento.” (*)

Uma pergunta após dois anos de Pandemia

Partindo de um quadro muito distante de nós — o mundo estava envolto nos problemas do pós Segunda Guerra — o Prof. Plinio tira algumas conclusões que podem nos ser muito úteis nessa atual fase da Pandemia.

Notícias alarmantes, notícias salvadoras de vacinas, novas variantes de vírus, novas doses de reforço … e por fim, nova ameaça de vírus mais mortais.

Nossa abordagem não visa a Pandemia; vamos tratar do clima psicológico que a Revolução universal tenta criar e quais as consequências que as grandes forças internacionais de esquerda querem impor de modo ditatorial à opinião pública.

Não venham pois nos acusar de jargões midiáticos vazios de significado: negacionismo, bolsonarismo, teoria de conspiração.

Embrutecimento, indiferença, capitulação?

Julgue o leitor: “Assim visto o curso caprichoso dos acontecimentos, pergunta-se: para onde caminhará ele? Quem o pode dizer! Este zig-zag satânico, imprevisível em todos os seus movimentos, só tem um efeito certo e indiscutível. É o completo embrutecimento da opinião ocidental ( pois no bloco comunista ninguém sabe como se apresentam as coisas ), que ele produz.

“Ninguém contesta que uma nova [pandemia] seria não só a subversão de toda a vida pública, mas de todas as existências particulares. Esta hipótese que influi em tudo, condiciona tudo, mantém tudo mais ou menos em suspenso, ora vai, ora vem, ora se distancia, ora se aproxima, e ninguém sabe ao certo se daqui a um ano, daqui a alguns meses quiçá, estará distendendo os nervos na delectação de uma larga normalidade internacional por fim alcançada, ou estará envolto com seus negócios, seus bens, sua família, no torvelinho apocalíptico da [nova pandemia].

“Se cada pessoa quisesse se colocar bem nitidamente diante deste quadro de uma insofismável realidade, sentir-se-ia numa situação não muito diversa da de um moderno Dâmocles, tendo suspensas sobre a cabeça uma bomba de [vírus] e um buquê de [vacinas], cada um preso a um fio prestes a partir-se a todo momento. O que sucederia a um homem exposto prolongadamente a tão brutal alternativa? Evidentemente, embotar-se-iam nele o medo, a esperança, e o próprio instinto de conservação. Tal estado de alma tornaria toda a sua sensibilidade incapaz de vibrar retamente.

“Num primeiro período, tudo o excitaria exageradamente. Viria depois uma atonia profunda, que passaria dos nervos à própria inteligência. Vida ou morte, verdade ou erro, bem ou mal, beleza ou feiúra… que importa? O essencial é vegetar sossegadamente, gozando o modesto prazer de respirar no minuto presente, sentir a normalidade da circulação e da digestão, e deixar aparvalhadamente que o mais siga seu rumo. Seu rumo, sim; isto é, todo e qualquer rumo, por louco, vulgar ou eventualmente até razoável que seja, contanto que não se perturbe a quietude estritamente vegetativa do instante que passa.

“Outrora o verbo “viver” era intransitivo. As extravagâncias de certa filosofia infringiram uma torção à gramática, e o verbo tornou-se transitivo. Passou-se a dizer que as pessoas vivem um dia, uma hora, um minuto feliz, ou infeliz, etc. Será necessário, para atender às atuais condições de existência, tornar transitivo o verbo “vegetar”. Dir-se-á então que fulano ou sicrano está “vegetando” dias tranqüilos, ou insípidos, ou incertos. E com quanta verdade!

Objetivo da esquerda: declínio da capacidade de resistir, de lutar, de vencer do Ocidente

“Ora, decair da vida humana para a vida vegetativa o que é, senão passar de ser humano, para ente bruto? Bruto não tanto num sentido exclusivamente derivado do conceito corrente de brutalidade, mas no de embrutecimento. Nem todo homem embrutecido é brutal. Mas certamente é um semi-bruto.

“A continuação deste pandemônio [midiático político-ideológico-sanitário] por mais alguns anos não poderá deixar de levar a um grau imprevisível o embrutecimento geral, a decadência do padrão humano, o declínio da capacidade de resistir, de lutar, de vencer, de todo o Ocidente, quer no plano ideológico, quer no plano militar. Como sob um vento pestífero, vão minguando todas as nossas energias vitais. Dentro de mais alguns anos, estaremos talvez maduros para aceitar sem resistência, alguma imensa surpresa, alguma defecção vergonhosa, súbita, completa.”

Descrever a doença não é afirmar a morte

“Descrevendo esses aspectos, fazemos como um médico que descreve a evolução completa de uma doença até a morte, sem pretender com isto que a doença seja incurável.”

“O caminhar de um povo através dessas várias profundidades não é incoercível, de tal maneira que, dado o primeiro passo, ele chegue necessariamente até o último, e resvale para a profundidade seguinte. Pelo contrário, o livre arbítrio humano, coadjuvado pela graça, pode vencer qualquer crise, como pode deter e vencer a própria Revolução.” (1)

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O declínio da capacidade de resistir, de lutar, de vencer parece ser o objetivo dos orquestradores da Pandemia em nível mundial.

Esperamos que o alerta-denúncia do Prof. Plinio — embora se referindo a uma manobra de meados do século XX — nos seja útil em 2022.

A esquerda, porque minoritária, porque derrotada nas Ruas e nas Urnas só pode apelar para a confusão, tentar colocar o desânimo na opinião pública com as repetidas pressões e descompressões a que a Pandemia tem dado ocasião: pânicos, lockdowns, mandatos de vacina, pressão psicológica.

Saibamos ver, saibamos denunciar, confiemos em Nossa Senhora e mostremos a manobra das esquerdas que visa amortecer, entorpecer e subjugar o Ocidente e o nosso querido Brasil.

Estamos em ano eleitoral. Não somos filiados a Partidos, lutamos por convicções, defendemos a nossa Pátria, somos católicos anticomunistas. Desunião, desânimo, abatimentos só podem favorecer a esquerda.

Nossa Senhora Aparecida salve o Brasil do desânimo, do comunismo e do falso Centrão.

(*) As palavras entre [] foram substituidas a fim de dar atualidade ao texto.

(1) https://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR_0105_profundidades_da_revolucao.htm

Fonte: https://www.pliniocorreadeoliveira.info/1955_049_CAT_Ha_metodo_na_loucura.htm

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