Governo chinês controla mercado negro de adoção

    Criança no orfanato Shanghaï Children’s Home.

    Não são novidade os crimes cometidos pelo estado comunista Chinês: trabalho escravo, falsificação de produtos, política do filho único, perseguição aos católicos fiéis à Roma e muitos outros.

    Para se ter uma idéia da atual crueldade da ditadura chinesa, o Le Figarro (1) noticiou que “agentes do Estado estariam tirando a força crianças de seus familiares para “venderem” ilegamente a famílias estrangeiras desejosas de adotar.” (11/5/2010)

    Sobre isso, o site http://english.caing.com (2) descreve o drama da famlía de Yang Libing que, enquanto trabalhava no campo, agentes comunistas, em nome planejamento familiar chinês, roubaram sua segunda filha alegando que ele não havia pago a multa do segundo filho. Esse fato ocorreu em 2005 e desde então Yang nunca mais voltou a ver sua filha.

    Na China, só é permitido um filho por casal. Essa lei anti-natural foi aprovada no fim dos anos 70 e mais de 400 milhões de seres humanos foram impedidos de nascer – podia ter sido você, caro leitor.

    Para ter um segundo filho, é preciso pagar um alto imposto. Aqueles que não podem arcar com esta despesa, a mãe é obrigada a abortar – onde estão as feministas? -, e se a criança nascer, ela é confiscada e enviada para orfanatos – onde estão as ONG’s de Direitos Humanos?

    Os encarregados pelo planejamento familiar, que cumprem esse plano diabólico, falsificam documentos dizendo que as crianças não têm pais. Os potencias pais adotivos estrangeiros, acreditando que a criança é órfã, pagam cerca de R$5.500,00 para realizar a adoção. Esse é preço de uma criança no mercado chinês.

    Como pode uma notícia dessa não provocar indignação? Por que os dirigentes dos países ocidentais – que sabem disso – continuam com relações diplomáticas e financeiras com essa ditadura comunista?

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    Referências

    (1) http://www.lefigaro.fr/international/2011/05/11/01003-20110511ARTFIG00684-des-bebes-chinois-enleves-par-des-agents-de-l-etat.php – acessado em 20-05-2011
    (2) http://english.caing.com/2011-05-13/100259088.html – acessado em 20-05-2011