Ideologia de gênero: se não for por bem, que seja por mal

Já está mais que provado que a imensa maioria dos brasileiros é contrária à funesta ideologia de gênero. Basta relembrarmos os protestos de rejeição à inclusão da ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação (PL 1038/15), em outubro de 2015.

Porém, seus promotores ainda não se deram por vencidos e, após tantas derrotas, continuam com seu intento de impô-la a todo custo.

Recentemente, mais um fato entrou para a conta da ditadura do gênero: um artigo publicado no jornal “A Gazeta do povo” relata que Os calouros da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais, correm o risco de serem expulsos caso não compareçam a oficinasbatizadas de “Gênero e Sexualidade”, “A Política de Cotas na Universidade Brasileira” e “História das Lutas do Movimento LGBT”.  ¹

Ou seja, se não querem aceita-la por bem, aceitá-la-ão por mal.

O fato causou consternação e está sendo questionado na justiça, numa ação promovida pela Associação Escola Sem Partido que, com razão, afirmou: “não é possível deixar de reconhecer aos calouros da UFLA o direito à objeção de consciência relativamente à participação nas oficinas”. 

Rezemos para se faça justiça aos estudantes que se negarem a aceitar a ditadura do gênero e peçamos a Nossa Senhora que livre os universitários católicos de possíveis posturas semelhantes em todo o Brasil.


Referência

¹ http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/universidade-vai-expulsar-calouros-que-nao-assistirem-a-palestras-sobregenero-emovimentos-lgbt-ath03q6umunyjtmwt3qc74vy6?utm_source=facebook&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo