Matilhas de lobos (“espécie protegida”) devoram até cavalos na França

Lobo 45

Na França, o conto do lobo saiu da fantasia. Milagre ambientalista!

Com apenas uma diferença: o lobo pode matar a vontade e ai! do agricultor que defender o rebanho contra essa “espécie protegida” em “via de extinção”.

Após se multiplicarem a vontade nos Alpes protegidos pela legislação ambientalista, passaram a infestar as montanhas dos Vosges.

Tendo adquirido confiança, as matilhas atacam nas planícies da Champagne noticiou a RTL, a maior rádio do país.

Já não só devoram ovelhas mas cavalos e até os cachorros dos pastores. Calcula-se em várias centenas o número dos lobos “ativos”.

A lei permite caçadores juramentados abater um certo número.

Cavalo morto em Haut-Diois
Cavalo morto em Haut-Diois

Mas na hora do ataque ninguém vai pedir ao lobo de aguardar o caçador autorizado.

Em 2012 foram registrados 800 ataques aos rebanhos na região dos Alpes-Marítimos, onde se perderam 2.417 cabeças de ovinos, um terço das perdas totais na França.

Diante da indignação dos agricultores e pastores, o governo liberalizou a caça dos lobos mais agressivos.

Nas caçadas de grandes animais (cervos, javalis) ficou autorizado abrir fogo contra lobos que aparecerem.

Os agricultores da Champagne nunca lidaram com lobos: eles essencialmente plantam grãos, e a criação de ovelhas é uma atividade marginal em encostas não aráveis e sem cercas.

Agora é comum encontrar na plantação ovelhas despedaçadas ou desventradas agonizantes ou mortas.

Em locais onde o lobo era desconhecido
Animais mortos em locais onde o lobo era desconhecido

Lignol-le-Château, na região de Aube, contabilizou 16 ataques em cinco meses com perda de 51 animais.

De inicio, os criadores de ovelhas não podiam acreditar que fosse obra de lobos até que câmaras os flagraram depredando, informou o diário “Le Monde”.

Os prefeitos de la Haute-Marne e de Aube autorizaram tiros de defesa. Mas, a decisão sublevou os deputados “verdes” que no Parlamento francês estão aliados à maioria socialista.

A morte das ovelhas e o dano aos homens não interessa a esses auto-proclamados amantes da natureza.