Tivemos, há pouco, a festa de Nossa Senhora da Mercês para a redenção dos cativos, ou seja, para libertar os católicos prisioneiros dos árabes, com o fim de socorrer àqueles desgraçados, expostos ao perigo de apostasia.

Atualizando o Quadro: de 1218 para o século XXI

Em 2020 assistimos a uma nova forma de escravidão e a cumplicidade de organismos ditos de Direitos Humanos da OEA, da ONU e infelizmente do Vaticano:

Diz artigo do Panampost: “O mundo consentiu com a escravidão em mais de 60 países com as missões internacionais cubanas. Não podemos trocar saúde por escravidão. O mundo deve reagir. ” Javier Larrondo, presidente da ONG Prisoners Defender International, afirmou, referindo-se à repressão sofrida por médicos, profissionais, atletas e músicos cubanos que fazem parte das aclamadas missões do governo cubano, que existem desde os anos 1960 e continuam operando em vários países hoje.”

“Cerca de 622 médicos cubanos denunciaram situações de escravidão, intimidação por governantes, severa superlotação, expropriação salarial, pressão para gerar falsos rendimentos para melhorar as estatísticas e ameaças a familiares” por meio da ONG Prisoners Defender junto à ONU.

“No ano passado, os Defensores dos Prisioneiros denunciaram perante a ONU e o Tribunal Penal Internacional os abusos do governo cubano contra esses grupos profissionais que vivem em regime de escravidão. Meses depois, a ONU, após analisar as evidências e os depoimentos apresentados, qualificou a atuação desses profissionais médicos como “trabalhos forçados” a serviço do regime cubano.”

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O Brasil libertou centenas de profissionais da saúde escravizados com a colaboração do PT

Nosso Site já abordou a questão dos “médicos cubanos” felizmente libertados pelo governo Bolsonaro. Mas a mídia insiste em afirmar que o Presisente é contra a democracia.

Será que os órgãos dos chamados “Direitos Humanos”, sejam eles ligados à CNBB ou mesmo à ONU, não sabem disso?

Frei Betto: “Fidel morreu feliz pela coerência da sua vida”, El País, 26/11/2016.

Mas Cuba continua a ser a “menina dos olhos” da esquerda nacional e internacional. E é preciso salvar a Cuba castrista!

Cuba conta com amigos como Frei Betto e tantos outros expoentes da Teologia da Libertação.

Por essa razão os médicos cubanos são chamados de “bolsistas” e “voluntariamente” aceitam repassar 70% de seu salário ao governo comunista de Cuba.

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Como é o “voluntariado” dos médicos cubanos?

Continua Panampost: “De acordo com 405 depoimentos de médicos cubanos recolhidos pela ONG Prisoners Defender International, 70% dos entrevistados disseram não ter se apresentado como voluntários e 16% disseram que o fizeram depois de terem sido coagidos de alguma forma.”

“A ONG identificou motivos econômicos como a situação de extrema pobreza ou a impossibilidade de obter alternativas viáveis ​​no mercado de trabalho cubano. Quanto às razões coercitivas, os médicos cubanos mencionaram que a Lei de Imigração impedia a saída e a emigração de suas famílias, o medo de serem maltratados pelo governo ou a percepção de alguma dívida com o Estado por receber educação gratuita.”

Aproveitando a pandemia coronavírus

“Desde março, Cuba enviou cerca de 1.500 profissionais médicos a diversos países do mundo para colaborar na luta contra a pandemia COVID-19. Esses profissionais somam-se aos cerca de 30.000 trabalhadores cubanos da saúde que já trabalham no exterior.”

Casos concretos: “O Dr. Manoreys Rojas foi impedido de entrar em Cuba quando pediu para visitar sua filha mais nova, que está gravemente doente em Cuba (Prisoners Defenders International).
“Hoje, em 2020, 5.000 a 10.000 pais não podem ver seus filhos novamente porque deixaram o trabalho em uma missão ou não retornaram a Cuba imediatamente depois. Pelo menos por oito anos, ou mais, dependendo do “comportamento” da pessoa no exterior, como não fazer denúncia pública de seu caso.”

“A família não tem permissão para sair, nem os que estão no exterior têm a opção de voltar a Cuba. Além disso, 10% dos 405 testemunhos protegidos desses “desertores” indicam que eles tentaram entrar em Cuba para visitar sua família, filhos ou pais após o abandono ou o fim da missão, apesar do temor de que o artigo 153 do Código Penal cubano os castigue. com oito anos de prisão por entrar na ilha. Mas eles foram impedidos de permanecer mesmo quando já estavam em solo cubano.”

Faziam o mesmo na exploração dos profissionais cubanos no Brasil

Como se recorda, em novembro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro estabeleceu justas condições para que os profissionais cubanos fossem aceitos no Mais Médicos.

Em resumo os profissionais cubanos deveriam receber o salário integral (Cuba embolsava quase 80% do salário), submeter-se ao teste profissional do programa “revalida” e licença para trazerem suas famílias ao Brasil.

Continua Panampost: “Os salários dos médicos se tornaram uma medida de chantagem para o governo cubano. O regime muitas vezes cobra de países estrangeiros dez vezes o valor que paga ao médico que envia para o trabalho. Com salários baixos, supervisão estatal rigorosa e pessoal restrito em espaços minúsculos, o regime mantém seus médicos em um estado de indefeso que permite fácil controle.”

“As missões são tão restritas que cerca de 80% dos médicos entrevistados afirmam que devem seguir um código de conduta pessoal ou político. Cerca de 40% dos médicos disseram que um funcionário cubano os levou embora e guardou seus passaportes. Cerca de 77% indicaram que foram advertidos para não manter relações amistosas ou sentimentais com indígenas que não fossem aprovadas pelo regime.”

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Todos esses dados, ao alcance do comum das pessoas, presenciados por milhões de brasileiros à época da rescição do infeliz contrato de Castro com o PT, estão a clamar da Comissão dos Direitos Humanos da OEA, da ONU, e sobretudo do Vaticano que sabe perfeitamente ser tudo isso uma grave violação dos Mandamentos da Lei de Deus. Lutar contra a injustiça, a miséria, a escravidão e estabelecer uma atualização da Ordem das Mercês e Redenção dos Cativos.

Fonte: https://panampost.com/juan-felipe-velez/2020/09/24/cuban-doctors-report-castro-regimes-slavery-to-the-united-nations/

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