Oportuna notícia do Estado, 13 de fevereiro, Paula Felix –Brasileiros preenchem todas as vagas de cubanos no Mais Médicos – deveria ter sido festejada como uma vitória do Brasil contra a escravização de mão de obra feita por Cuba.

Também deveria ser comemorada pela Comissão de Direitos Humanos da ONU, pela Comissão Justiça e Paz, sem falar do Vaticano, sobretudo, muito empenhado na defesa da dignidade humana nos países livres da opressão marxista.

 

Diz a notícia: “O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira, 13, que todas as vagas do edital do Mais Médicos, aberto após a saída dos médicos cubanos do programa, foram preenchidas por profissionais brasileiros. Ao todo, foram 8.517 vagas. Segundo a pasta, chamadas para médicos estrangeiros não devem ser realizadas”.

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    O cinismo do comunicado de Cuba

 

Como se recorda, em novembro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro estabeleceu justas condições para que os profissionais cubanos fossem aceitos no Mais Médicos.

Em resumo os profissionais cubanos deveriam receber o salário integral (Cuba embolsava quase 80% do salário), submeter-se ao teste profissional do programa “revalida” e licença para trazerem suas famílias ao Brasil.

Qual foi a resposta de Cuba?

“Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de suas famílias, presta serviços atualmente em 67 países”, declarou, na época, o ditador cubano.

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Porque razão a mídia de esquerda silencia essa vitória do Brasil libertando tantos cubanos de uma situação “análoga à escravidão”?

Sabe-se, de fonte segura, que pelo menos 2.500 profissionais cubanos resolveram enfrentar o ditador Castro-Carrel e permanecer no Brasil – cientes, todos eles, das represálias a que estão sujeitos seus familiares na infeliz Cuba.

Mas ao PT e à mídia de esquerda só interessa a desconstrução do Brasil publicando manchetes sobre eventuais desentendimentos entre membros do novo governo.

Então, não tem importância libertar 2.500 da “condição análoga à escravidão” cubana?

 

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