A adversidade tem seu importante papel na vida do homem. É como aquele lago lendário cujas margens cresciam em altura frente às tempestades.

Exemplo dos médicos: os Cirineus de nossos irmãos que sofrem

Os médicos — nessa pandemia — são chamados a uma dedicação muito acima da normalidade. E têm consciência do risco que correm. Porque sabem que há valores como a Honra que estão acima da vida.

Os primeiros cristãos assim procederam. Enfrentaram os imperadores romanos e suas feras por amor a Deus. Renegar a Fé era uma felonia, uma traição a Nosso Senhor.

Cumpre, antes, obedecer a Deus que aos homens, ensina São Pedro.

E a CNBB, como se porta face ao surto do coronavírus?

Os médicos estão na linha de combate. O Clero é, queiram ou não queiram a esquerda e os liberais, a primeira classe da sociedade. Chamados à uma abnegação, a uma imolação, a uma dedicação sem limites. Aí estão os exemplos dos santos.

Pe. Anchieta, jovem na flor da idade, deixa a Europa para evangelizar nossos índios, enfrentar a vida da selva com suas feras e serpentes.

Como católicos, temos que lamentar a omissão de nossos bispos.

Fechar as igrejas, privar os fieis dos Sacramentos, de assistirem ao Santo Sacrifício numa hora de tormenta? Certo é que há uma pandemia midiática — mas ela tem consequências sobre a alma dos fieis, seja de desequilíbrios nervosos, seja de pânicos.

Vós sois o sal da terra e a luz do mundo.(Mateus 5:13 e 14).

Em boa hora surge uma Petição aos Srs Bispos para reabrirem as igrejas. É o povo fiel que se levanta em defesa da Honra da Santa Igreja. Não fique na História da Igreja essa nódoa: omitiu-se na hora em que os fieis mais precisavam.

Assine aqui https://campanhas.ipco.org.br/abaixo-assinado-apelo-aos-bispos-do-brasil-para-que-abram-as-igrejas-1

Concluímos com um pensamento do Prof. Plinio:

“Pelos recursos materiais, devemos aliviar suas misérias físicas. Pela oração, pela penitência, devemos ajudá-los a se santificar na dor”.

“Pelo menos”, escrevemos. Estranha linguagem para um católico! De todos os meios a nosso alcance, nenhum é tão eficaz quando a oração. Se soubéssemos verdadeiramente rezar, se tivéssemos a confiança e a humildade que tornam grata a Deus a oração do homem, seríamos onipotentes. A oração confiante e perseverante do justo, tudo alcança. E a História da Igreja é sobretudo a narração dos triunfos que Ela alcançou pela oração dos fiéis.”

“Deus nos livre qualquer forma de inércia. Isto não quer dizer que não devemos agir. Pelo contrário, nossa obrigação é de nos esforçarmos como se tudo dependesse só de nós. Mas, mais importante do que isto, é rezarmos e confiarmos sabendo que tudo depende de Deus.”

* * *

“E nem mesmo basta apenas a oração. Precisamos penitência, e a penitência cristã é como um vasto tesouro, para cuja formação todos devem contribuir.”  https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG7_450114_valor_oracao.htm

 

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