A força dos conservadores, seu poder de aglutinação, suas ações de sadios protestos têm feito recuar os inimigos da Civilização Cristã.

Cresce oito vezes a taxa de cancelamentos 

Sob o título, Netflix tem pico de cancelamentos após colocar filme ‘polêmico’ no catálogo, Matheus Prado, CNN Brasil Business, em São Paulo:

“Desde que lançou o filme francês Mignonnes (Lindinhas em português) no dia 9 de setembro, a plataforma de streaming Netflix registrou um aumento significativo na sua taxa de cancelamentos. Dados da consultoria YipitData mostram, sem revelar números absolutos, que cresceu em oito vezes, no final de semana seguinte ao lançamento, o volume de pessoas que deixaram de pagar suas assinaturas.”

Incentivo à sexualização pré-adolescente e pedofilia

O filme dirigido pela estreante Maïmouna Doucouré discute a “hipersexualização de jovens pré-adolescentes nos tempos de hoje.”

Como tantas vezes acontece, o aplauso de festivais não representa a realidade, e vai em contra mão da população. A máquina publicitária, por exemplo, a grande midia nacional, representa o pensamento da população? Só nos salvam as Redes Sociais dessa tirania midiática.

Assim, a obra no festival de Sundance, rendeu à diretora o prêmio de melhor da categoria. Como observa o autor da notícia: “O problema é que usuários da plataforma não concordaram com essa aclamação.”

A reação conservadora americana: #CancelNetflix

“Começou então um movimento na comunidade conservadora americana para cancelamento de assinaturas do Netflix, com a hashtag #CancelNetflix.

“No Brasil, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, Damares Alves, também entrou no movimento.”

A reação no Brasil liderada pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

“Chega de erotizar nossas crianças. Chega de conteúdos que incentivam pedófilos a praticarem seus atos libidinosos na vida real contra crianças”, disse (Damares) no Twitter.” Por aqui, a empresa americana já havia sofrido pressão parecida quando o grupo humorístico Porta dos Fundos lançou o especial de Natal A Primeira Tentação de Cristo.”

Acesse aqui nossa Campanha contra o especial de Natal de Porta dos Fundos

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O cinismo na resposta da Netflix

Não há outra palavra adequada para caracterizar a resposta evasiva do co-CEO da empresa, Ted Sarandos em entrevista à Variety: “O filme fala por si. É uma história muito pessoal sobre crescimento, é a história da diretora. O filme foi muito bem em Sundance, sem essa controvérsia, e muito bem nos cinemas da Europa, sem essa controvérsia”, disse.”

Não se trata de controvérsia apenas. O que a Netflix fez com esse filme é favorecer e incentiver a “hipersexualização de jovens pré-adolescentes nos tempos de hoje.” E, consequentemente, favorece a pedofilia.

Ainda bem que países como Estados Unidos e Brasil sabem alçar o seu protesto e fazer valer os direitos de Deus, da Moral, da Lei Natural.

Continua o co-CEO da Netflix: “É um pouco surpreendente que, em 2020, a gente esteja discutindo censurar histórias aqui nos Estados Unidos”, completou.”

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O ensinamento do Magistério da Igreja: “Aquele que escandalizar a um destes pequeninos que creem em Mim…”

(Alocução de João XXIII aos participantes do X Congresso Nacional da União dos Juristas Católicos Italianos, de 8-12-1959):

Quem tem o dever de julgar as coisas deste mundo segundo o critério elevado dos direitos de Deus e da salvaguarda da perfeição moral das almas não pode furtar-se a relembrar solenemente as terríveis palavras de Jesus: “Aquele que escandalizar a um destes pequeninos que creem em Mim, melhor lhe fora que se lhe atasse ao pescoço uma pedra de moinho, e o lançassem ao fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos!… ai do homem por quem vem o escândalo!” (Mt. 18, 6-7).

“Por esta razão, cheio de audácia, com voz súplice e acentos veementes, apresentamos à atenção dos pais e educadores, dos homens de governo e dos legisladores e juristas, dos produtores e dos industriais, as diretrizes seguintes, confiando na boa vontade e retidão de cada um”.

O direito à verdade e à formação de uma regra moral objetiva, fundamentada na perenidade das leis divinas, é anterior e superior a qualquer outro direito e a qualquer outra exigência. A liberdade de imprensa (e de expressão, acrescentamos) deve integrar-se e encontrar sua linha de ação neste respeito às leis divinas que se refletem nas leis humanas, do mesmo modo que a liberdade dos indivíduos se integra nas prescrições positivas e é represada por elas. (…)

“Qualquer outra exigência, quer feita em nome do lucro, quer da difusão de notícias, deve submeter-se a essas leis fundamentais”.   https://www.pliniocorreadeoliveira.info/VE_19591208_abusos_liberdade_imprensa.htm

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/10/25/netflix-tem-pico-de-cancelamentos-apos-colocar-filme-polemico-no-catalogo

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