No Texas, Justiça debate condenar assassino satanista é “discriminação religiosa”

Luis Dufaur

Segundo o diário canadense “Le Journal de Québec”, o americano Irving Davis (foto), condenado por violação sexual e assassinato de uma adolescente de 15 anos, obteve a suspensão de sua pena de morte e a completa revisão de seu processo.

O argumento apresentado pelo seu advogado Ruben Morales – aceito pela Vara Penal de El Paso, Texas – pretende que o júri agiu com “discriminação religiosa”. Ele aduz que o assassino era satanista e agiu de acordo com sua “igreja”. E que, em conseqüência, sua “liberdade religiosa” fora desrespeitada, tendo ele sido “discriminado” injustamente.

Na lógica do satanismo, o “discriminado” máximo é Satanás, privado de todo convívio com Deus e Sua corte celeste, e enxotado aos infernos pelo máximo “discriminador” e violador dos “Direitos Humanos” de Lúcifer: São Miguel Arcanjo!