NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

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Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças — cuja festividade celebra-se no dia 27 de novembro — é imagem-símbolo da luta e da vitória contra o poder das trevas

Foto: José Roberto Dias Tavares
  • Plinio Corrêa de Oliveira

Gosto muito dessa imagem de Nossa Senhora das Graças. Aos pés d’Ela uma serpente, símbolo do demônio, tem sua cabeça esmagada pelos pés celestiais. Ela, pisando naquela imunda serpente, não se suja — o que é símbolo da Imaculada Conceição.

Mas é também símbolo da derrota do demônio pelos devotos da pureza de Nossa Senhora, daqueles que reagem contra a ação do demônio, daqueles que não permitem a menor influência diabólica em suas almas.

O demônio é esmagado e inutilizado sob os pés da Virgem das virgens — outro símbolo da luta e da vitória da Igreja contra o poder das trevas.

Inspirados pelo amor ardente e puríssimo a Nossa Senhora e, por meio d’Ela, a Nosso Senhor Jesus Cristo, calcamos o demônio como nesta imagem de Nossa Senhora das Graças, que esmaga o demônio e olha para seus fiéis com uma doçura sem par. E, enquanto olha para seus filhos, Ela esmaga a hidra infernal. É a imagem-símbolo da luta dos filhos de Maria Santíssima vencendo o demônio.

Quantas vezes, lendo episódios históricos, se tem a impressão de que há um quebranto que torna impossível a resistência aos ataques da Revolução gnóstica e igualitária. Isso porque não se conhece o poder daqueles que lutam pela Santíssima Virgem, não se conhece o poder da oração e o quanto a oração pode flagelar, exorcizar e enxotar os demônios.

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Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 11 de março de 1995. Esta transcrição não passou pela revisão do autor.

Fonte: Revista Catolicismo, Nº 851, Novembro/2021.

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