A maioria das emissoras de TV e a mídia em geral têm publicado exaustivamente o número de mortes que teriam sido causadas pelo vírus chinês, com o evidente objetivo de provocar pânico na população. Sobre as consequências desse pânico, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira tratou em seu manifesto publicado no dia 26 de abril p.p.

Pouco, ou quase nada, se comenta sobre o número das pessoas recuperadas. Inclusive, isso foi objeto de crítica do general Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo.

Até ontem, dia 3 de maio, 101.147 pessoas haviam sido infectadas no Brasil. Desse total, 42.991 (43%) já foram curadas e 51.131 (51%) estão em recuperação.

Tenho a honra de ser uma das pessoas que se recuperou do Covid-19. Por isso, posso descrever com conhecimento de causa o lado mais sombrio – e talvez mais funesto – de como são tratadas as vítimas dessa pandemia nos hospitais, um aspecto que nenhum jornal comenta.

Fui internado no dia 1º de abril com sintomas desse vírus. Dois dias depois veio o resultado de um exame: “positivo para o Coronavirus”. Como felizmente meu caso não era muito grave, não precisei ser entubado e recebi alta no dia 9.

Minha esposa acompanhou-me até o momento da internação. Foi a última vez que a vi antes da alta hospitalar. Quando a porta de Centro de Triagem do hospital se fechou, ela foi para casa. Aquela porta que se fechava parecia cerrar para sempre o convívio com ela, filhos, parentes e amigos…

A partir daquele momento, não se podia receber nem familiares nem amigos. Até mesmo a uma sobrinha, que é médica, foi negada autorização para me visitar.

Aquela porta cerrava também a possibilidade de receber um sacerdote para me proporcionar assistência religiosa – confissão, extrema-unção, caso necessário. Até esse direito sagrado é negado ao paciente com Covid-19!

Ora, se os funcionários do hospital, médicos e enfermeiros, devidamente protegidos com máscaras e aventais, podiam entrar no meu quarto, por que, com os mesmos cuidados, não poderia fazê-lo um sacerdote? – pensava. Para um doente, mais importante do que os medicamentos, é o remédio espiritual. Isso a CNBB parece não entender ao manter as igrejas fechadas.

O que me sustentou naqueles dias de isolamento e angústia foram a fé, a devoção a Nossa Senhora, a recitação do Santo Rosário – que não deixei de rezar nenhum dia – e as orações dos parentes e amigos.

Sob o pretexto de um vírus provocou-se um pânico na população. Tal pânico está sendo instrumento de uma obra de engenharia social sem precedentes na História, destruindo a economia dos países, a civilização cristã e moldando a fisionomia do mundo inteiro segundo a cara da China, ateia, materialista e perseguidora da religião.

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