São Tomás de Aquino (1225-1274)
São Tomás de Aquino (1225-1274), foi chamado o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios.

Quando a lei natural e a responsabilidade que esta implica são negadas abre-se dramaticamente espaço “ao totalitarismo de Estado no plano político”, declarou em Roma o Papa Bento XVI, na audiência pública da última quarta-feira, dia 16 de junho.

Diante de 30 mil pessoas que o ouviam, o Pontífice comentou o ensinamento de São Tomás de Aquino sobre a relação entre  a fé e a razão. São Tomás, conhecido como o Doutor Angélico, foi chamado o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios. Nasceu de uma família nobre em 1225 no castelo de Roccasecca no reino de Nápoles.

O Papa, citando São Tomás, afirmou que as virtudes teologais e morais “estão radicadas na natureza humana” e desta forma “todos os homens, crentes ou não crentes, estão “chamados a reconhecer as exigências da natureza humana expressas na lei natural e a inspirarem-se nela para formular as leis positivas, que são as emanadas pelas autoridades civis e políticas para regular a convivência humana”.

Bento XVI citou também a “Evangelium Vitae” do Papa João Paulo II quando este afirma que “nenhum indivíduo, nenhuma maioria e nenhum Estado pode modificar ou destruir as leis naturais”. E advertiu os dirigentes e os legisladores: “Quando elas são negadas, abre-se espaço ao relativismo ético no plano individual e ao totalitarismo de Estado no plano político”.

Bento XVIConcluindo, o Pontífice recordou que “a profundidade do pensamento de São Tomás de Aquino brota – não devemos esquecer nunca – da sua fé viva e da sua fervorosa piedade, que se expressou numa inspirada oração, na qual ele dirigia a Deus este pedido: “Eu vos peço, concedei-me uma vontade que vos procure, uma sabedoria que a vós encontre, uma vida que vos agrade, uma perseverança que espera em vós com confiança e uma segurança de que, no fim, eu chegarei a vos possuir”.

* * *

O PNDH-3 quer “modificar” e “destruir” vários princípios da lei natural: destrói a propriedade, exalta a homossexualidade, a prostituição, o coletivismo comunista, etc. Pelo raciocínio do pontífice, os promotores do PNDH-3 estão “abrindo dramaticamente espaço ao relativismo e ao totalitarismo”.

6 COMENTÁRIOS

  1. Esse “predicado” e o conjunto de aleivosias para fomentar o libertinagem fazem parte das “doutrinas” comunistas, marxistas, leninistas, trotskistas, stalinistas em fim anárquicas igualmente não escapam a grande proliferação de seitas, que perfazem o campo propicio para realmente acabar com a Humanidade.
    Li os preceitos e orientações de Santo Tomás de Aquino, que serviu de norte para orientar a vida de muitos jovens que hoje são homens íntegros, os caminhos que Deus criou são os que formam nossa Alma e seus discípulos continuaram a lutar para que os verdadeiros humanos aprendam a banir os “ditados” de satanás !!

  2. Um grupo de pessoas mentalmente doentes lutam a favor de si mesmas e contra uma mutidão. Por capricho querem destroir os padrões humano, e instalar em seu lugar um conjunto de anomalias e chamá-las de direitos humanos. De pessoas arrivistas, não se duvida nada, apenas se faz necessário ficar alerta porque a qualquer momento todos podem perder os seus direitos.

    Não se brinca com pessoas que não valoriza a vida…!
    Nada confie a quem não tem compromisso com a vida,
    pois estarás colocando a sua própria vida em jogo.
    Quem não tem afinidade com a ética e a moral humana,
    nada tem para oferecer de bom para um povo, ficai alerta!

  3. Defendemos, evidentemente, com unhas e dentes a instituição do papado, não importando quem no momento se encontre sentado na cátedra de Pedro.

    Defesa, essa, a um católico verdadeiro, absolutamente incondicional e, vale dizer, incondicionalmente absoluta.

    O que não nos impede de apontar eventuais equívocos em membros da Hierarquia. E até mesmo naquele homem levado pela Providência à chefia da Igreja de N.S. Jesus Cristo.

    É importante que se diga: o atual papa, que tomou o nome de Bento XVI, a quem devemos obediência e a quem nos ajoelharíamos para beijar os pés, o outrora Cardeal Ratzinger e prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé – tem sua parcela de culpa em tudo o que está aí.

    É bom não esquecer: Joseph Ratzinger foi membro da ala progressista do Concílio Vaticano II, foi responsável direto (a exemplo do saudoso João Paulo II) pelas (más) transformações por que o mundo passou desde então. É bom não esquecer: a Santa Madre Igreja, tal como conhecida e concebida em quase dois mil anos, durou, a rigor, até 1958, ano da morte do imortal Pio XII.

    Verdade seja dita: infeliz e lamentavelmente (como dói dizê-lo), o atual papa, Bento XVI, só está colhendo o que ajudou a plantar.

    Quem sou eu para dizer verdades ao Sucessor de Pedro?! Mas não podemos nos calar diante do óbvio.

    Não obstante as várias restrições de diversas autoridades ao Concílio Vaticano II, feitas inclusive pelos saudosos papas Paulo VI e João Paulo II e também pelo atual, faz-se imperiosa a destruição desse tal período pos-conciliar. A Igreja precisa retornar a ser aquilo que sempre foi.

    O papa Bento XVI, a quem já louvamos as ações benéficas de seu reinado, precisa de ainda mais coragem e romper de vez com o último concílio. Falar claramente que agentes infiltrados forçaram a Esposa de Cristo e divorciar-se de sua missão, e na medida em que a Igreja se viu abandonada pelos seus próprios filhos – a civilização declinou de vez… o resto aí está…

    O cerne de tudo não foram tanto declarações ou atitudes tomadas pelas autoridades vaticanas, pois estas são filhas de um bicho ainda mais feio: a ambiguidade de que se revestiu a Igreja, ao qual podemos atribuir o chamado “espírito liberal”. Não havia mais verdades a ensinar, mas o mundanismo a conquistar.

    Bento XVI, com a força de sua cultura, com o vigor de sua fé e com o seu sincero desejo de retorno à Igreja de sempre, desejo esse que podemos identificar em seu até agora curto reinado – Bento XVI precisa AGIR…

    Rezemos pelo bom Vigário de Cristo, Bento XVI…

  4. A visão do Papa, a tradição da Igreja demonstram os rumos que a humanidade está sujeita com o espaço ao relativismo e ao totalitarismo em qualquer país do mundo e a qualquer tempo que essas potestades assumem governos.

    Não deveríamos dar espaços a eles em se tratando de politica, ao mesmo tempo que devemos lembrar as Palavras do Senhor Jesus: “O meu Reino não é deste mundo”. Politicos cristãos, que defendem as leis naturais e a responsabilidade que ela envolve, precisam marcar presenças por maioria nos Congressos, principalmente em nosso País católico.

  5. Acho que negando a lei natural se viola as leis fundamentais do convívio humano. Se atentar contra o direito de propriedade no fundo se impede de um pai de família sustentar ela.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor deixe seu comentário!
Por favor insira seu nome