Daniel Martins

Não podia ser diferente. Aprovaram o aborto e agora o assassinato dos inocentes vai se tornando banal. “As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planejamento familiar”, disse o ginecologista¹ Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada.

Poderia ser diferente? Quando o Estado oficializa um vício, este começa a entrar na mentalidade da nação como algo normal, banal.

Um dos defensores da despenalização do aborto na época do referendo que houve em Portugal lamenta (ou antes chora lágrimas de crocodilo): “Há aspectos da lei que não estão funcionando bem… custa-me pensar que uma mulher fez três abortos às minhas custas e às custas de outros contribuintes. Acho que devia haver um limite de abortos gratuitos. O aborto recorrente está tornando-se um grande problema de saúde pública”.

Engraçado, não? Ou antes, indignante! Os movimentos pró-aborto – e decretos do tipo PNDH-3 – usam o absurdo argumento de que aprovar o aborto é uma questão de saúde pública. Amanhã virão dizendo – sem qualquer arrependimento sincero e propósito de emenda… – que o aborto legal gerou um “grande problema de saúde pública”.

Mais uma prova, nos lábios dos próprios defensores do aborto, de que o assassinato de inocentes só trará mais problemas para a própria saúde. Além de constituir crime hediondo, e pecado nefando.

Nota 1: Fonte das citações: O aborto recorrente está a tornar-se um grande problema de saúde pública http://economico.sapo.pt/forumbolsa/index.php?topic=26260.0;wap2

3 COMENTÁRIOS

  1. Com frequência se diz que houve um referendo que aprovou o aborto em Portugal.
    Não é verdade!
    Houve um referendo em 2000 em que votaram 25% dos eleitores tendo havido uma ligeira mairoira a favor do “não”. Embora o referendo não tivesse tido efeitos legais, pois votou menos de metade dos eleitores, o governo aceitou o resultado.
    Houve outro referendo em 2007 em que votaram menos de metade (cerca de 45%) com maioria a favor do “sim”. O referendo voltou a não ter efeitos legais.
    Perante isto, o governo decidiu que o assunto seria resolvdo pelo Parlamento.
    E o Partido Socialista que tinha dado diversas garantias durante a propaganda para o referendo de como seria a lei a permitir o aborto, se o “sim” ganhasse, na discussão parlamentar retirou todas essas garantias, por ter a certeza de que teria maioria suficiente para aprovar a lei.
    Não há sequer “lágrimas de corcodilo”. Quem aprovou a lei sabia perfeitamenteo que estava a fazer e continua satisfeito. Para inglês ver diz que há problemas, mas quem diz isso tem tanto desejo de alterar a lei como eu tenho desejo de me matar.
    A começar pelo Presidente da República que se diz católico, são todos uns mentecaptos maldosos

  2. JÁ HAVIA FEITO UM COMENTÁRIO EM QUE HOMENS JAMAIS ABORTARÃO. E AS MULHERES QUE SÃO FAVORÁVEIS AO ABORTO NÃO O QUEREM PARA SI PRÓPRIAS. E ISSO JÁ ELIMINARIA UMA GRANDE PORCENTAGEM DE PARCFERIAS POR CRIMES AOS INOCENTES. E O ABORTO FICARIA RESTRITO ÀS MULHERES QUE SOCIALMENTE NÃO QUEREM COMPROMISSOS COM FILHOS, O QUE TAMBÉM MERECEM PAGAR PELO CRIME QUE COMETEM.

    E CRISTO JÀ ENTECIPOU UMA ESPECIE DE PEDIDO DESSES CRIMINOSOS ” QUE O SEU SANGUE CAIA SOBRE NÓS”.

    A PROPOSITO A PALAVRA FETO VEM DO FRANCÊS QUE QUER DIZER “FEITO”!

  3. Faço notar que o das “lágrimas de crocodilo” o lamento é pelo dinheiro gasto e não pelas vidas que ele ajuda a ceifar. E são os defensores do aborto que usam e abusam em seus argumentos pro-aborto do sentimento, porém, não SENTEM NADA ao triturar um coração que pulsava. Para os abortitas feto não tem coração é apenas um conjunto de tecidos unidos por qualquer motivo e que nesse momento está atrapalhando e ALMA? Nem pensar.

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