Presente de grego

Um tema que o nosso presidente não gosta de falar é sobre o custo das suas políticas sociais. Dados oficiais do CODIV (Coordenação Geral do de controle da dívida pública) mostram a evolução da dívida do Brasil.

Em janeiro de 1995, fim do governo Collor/Itamar, ela estava em R$ 31 bilhões e 668 milhões. Quando FHC passou o governo para Lula, dezembro de 2002, já alcançava R$ 557 bilhões e 205 milhões, e hoje, ela atinge R$ 1,58 trilhões (OESP 21/05/2010).

Para o economista Felipe Salto, da Consultoria Tendências (OESP 18/5/2010), a projeção é de se encerrar o ano de 2010 em R$ 2 trilhões e 200 bilhões… Será a herança (bendita ou maldita) que Lula deixará para o novo presidente e para as gerações futuras…

Como estamos em ano de eleições, o marketing do governo talvez encontre um eufemismo para passar essa dívida ao sucessor. Pode ser até embrulhada em um sugestivo papel de presente (mas de grego)…

6 COMENTÁRIOS

  1. Ao Nelson quero dizer que tem razão quando diz que não podemos “avaliar as coisas e as ações políticas com o reducinonismo do olhar partidário”. Assim, devemos analisar as coisas no campo doutrinário o que é bom da sua parte. Lendo seus cometários vejo que o fulcro do problema social se resume na questão da desigualdade: é boa ou má. Para não fazer desse comentário um tratado, digo apenas que, para os que professam o verdadeiro caminho de Nosso Senhor Jesus Cristo essa questão não é difícil. As desigualdades foram criadas por Ele e por isso é um BEM e é bom. Noto apenas que as desigualdades que Ele criou são bem escalonadas e harmônicas, inclusive as sociais são desejadas por Ele. Desse modo devem co-existir harmônicamente ricos e pobres, numa feliz concordia e ajuda mútua, ao contrário da luta de classes pregada pelo socialismo sequioso de uma única classe social: os escravos (como em Cuba e Coréia do Norte). Ainda para comentar outra questão levantada que é o gasto público. Ela tem que ter limite ou chegaremos aos descalabros evidentes do socialismo europeu: Grecia, Portugal, Espanha. Não dá para negar.@Nelson Joazeiro

  2. Se nós formos sempre avaliara as coisas e as ações políticas com o reducinonismo do olhar partidário, não vale a pena darmos opiniões. O Brasil é tão desigual com uma etile tão mesquinha, que agora esquecemos até os princípios cristãos para querer diminuir as ações sociais que esse governo promoveu. Eu acredito piamente que ainda temos que andar muito e sofrer muito com a nossa democracia. É só um governo assumir uma postura mais para o social que as opiniões de austeriadade e responsabilidade com a gestão aparecem, eu sei muito bem que é para macular os resusltados. Um país tão injusto como nosso, que nunca olhou para os miseráveis e agora vemos a opinião de alguns cristão sobre a politica social. É reduzir demais o debate sobre a desigualdade social histórica desse Brasil.

  3. Eu peço por gentileza, sim por gentileza mesmo que me respondam uma única coisa: COMO REALMENTE SE É POSSÍVEL PROMOVER O BEM E DANDO DIGNIDADE AOS MILHÕES DE MISERÁVEIS DESSE PAÍS? Como alguém crstão pode ser contra à PROMOÇÃO SOCIAL de muitos brasileiros. Agora nos ensine uma fórmula melhor do que gerar mais dívida pública, ao menos que a se gere dívida pública ajudando empresários, banqueiros enfim à elite. è melhor gerar dívida pública com aqueles que sempre o BRASIL sempre teve e terá uma grande dívida, talvez impagável. Obrigado.

  4. @Bartholomeu Rimalho
    Bartolomeu pensei tanto em expressar alguma palavra sobre este assunto, permita me fazer minha as tuas palavras, sintetizou direitinho minha forma de pensar, so acrescentaria esta frase..”todo povo tem os governantes que merecem” Parabéns bartolomeu

  5. O PT e o Lula são muito ambiciosos mas sem competência suficiente para coordenar as coisas e chegar ao fim almejado.
    Deixa mais 4 anos no poder essa incompetência e êsses numeros vão dobrar.
    Quem dà um foguete da Nasa para ser dirigido por um motorista de fusquinha, so pode esperar resultado desse tipo.
    A ambição é grande mas são muito moleques para dirigir uma nação.
    Estadista não se forma em cima de um caminhão de pau-de-arara.

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