Os senadores devem votar ainda esta semana, na próxima quarta-feira (18/12), o PLC 122, a “lei de homofobia”. Conseguimos, juntamente com diversos grupos presentes no Senado, adiar duas vezes a votação, nas últimas três semanas.

Como você provavelmente se lembra, o PLC 122, se aprovado, instalará no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa. Um reitor de seminário que se recusar a receber um candidato homossexual poderá pegar de 2 a 5 anos de cadeia! Uma mãe que despedir uma babá ao descobrir que esta é lésbica, 2 a 5 anos! Um diretor de colégio particular que não aceite contratar um candidato que professe abertamente a agenda homossexual, 2 a 5 anos!

Ora, para que serve esta lei? A legislação atual já proteje o cidadão, tenha ele a condição que for. Fazer dos homossexuais indivíduos privilegiados pelo fato de terem seguido este vício é, além de absurdo em si mesmo, diretamente contrário à Lei de Deus, e O ofende gravemente.

Por esta razão é que lhe escrevo hoje. Isto é, para pedir que faça também sua parte para defender a lei natural e a lei de Deus. Clique aqui e mande agora mesmo seu email aos Senadores, pedindo que não aprovem, e que arquivem, a chamada “lei da homofobia”. Em menos de 2 minutos você pode fazer sua parte.

Clique aqui e mande já sua mensagem

Assista ao vídeo abaixo e veja como o Brasil pode se tornar uma ditadura homossexual caso essa lei seja aprovada.

16 COMENTÁRIOS

  1. Temos que governar, seja em nossas casas, em nossos trabalhos e principalmente no plenário, sempre embasado na vontade DIVINA. Um governo deve ser voltado sempre primeiramente para as coisas de DEUS. O que quero dizer com isso: Senhores deputados, senadores, etc… e principalmente a PRESIDENTE: Vocês consultaram JESUS? Vocês tem certeza que o que vão fazer, aprovar lei, etc.., agrada primeiramente a DEUS? Se não tem certeza, então é melhor não fazer, pois vai agradar ao demônio e depois todos sofrerão as consequências. Reflitam e que JESUS OS ACOMPANHE NESSE MOMENTO.

  2. Tenho ainda esperança que esse lei não seja aprovada, pois acredito que no Senado a maioria tenha BOA INDULE, não tenho nada contra homossexuais, conheço vários que dizem que não querem ser o que são, contudo por serem pessoas desprovidas financeiramente não tem condições de fazer um tratamento, também conheço outros que dizem que são o que são por opção, tenho pena desses mas de maneiro nenhuma as desprezo, tento até mostrar-lhes que sua opção e pecado. Como já mencionei sou contra, porém não tenho nenhuma fobia por essas pessoas, somente ajo que o Governo não deveria perder o tempo em dar privilégios a uma minoria em detrimento de uma maioria, quiseram fazer uma Lei para tratar essas pessoas, e os ativistas gays não gostaram, contudo mesmo sem essa Lei se o SUS fazer um cadastramento para homossexuais, que desejam se tratar tenho certeza que o número desses seres humanos será grande. POVO CRISTÃO VAMOS NOS MOBILIAR AS ELEIÇÕES ESTÃO PRÓXIMAS ELEGENDO PESSOAS COMPROMETIDAS COPM NOSSOS VALORES, NÃO TEREMOS QUE SOBMETER NOSSAS FAMÍLIAS AO VEXAME. PESSEM BEM AO ESCOLHEREM NOSSOS DEPUTADOS, SENADORES, GOVERNADORES E PRESIDENTE.

  3. Será ótimo que os parlamentares sintam a opinião pública. Eu espero
    que prevaleça o bom senso pois NÓS povo brasileiro já estamos iguais
    ao “papai noel”, ou seja, com o saco bem cheio das trapaças políticas
    da corrupção e dos descaminhos dados à nossa NAÇÃO.

    FELIZ NATAL À TODOS,

    PAZ E BEM.

  4. Rejeitem a chamada “lei da homofobia”
    Excelentíssimos Senhores Senadores,
    De acordo com notícias veiculadas no site do Senado (14 e 19/11/13), o Sen. Paulo Paim apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 122/2006, popularmente conhecido como “lei da homofobia”. De acordo com o site, “até hoje não foi possível aprová-lo porque alguns parlamentares apontaram no texto tentativa de cercear a liberdade religiosa.” Tal lacuna teria sido preenchida, pois, diz o relator, “colocamos parágrafo que resguarda ‘o respeito devido aos espaços religiosos,’ quanto à manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”.
    Tais informações não procedem, pois a “liberdade religiosa” continua sendo gravemente “cerceada” pelo PLC 122. Senão, vejamos.
    De acordo com declarações do senador-relator à Agência Senado, será permitido criticar a prática homossexual somente dentro dos “templos religiosos”.
    Para ele, “poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal“.
    Isso não se aplica. Com clareza e objetividade, a Dra. Helena Lobo da Costa, professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico. Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta (cfr. Jornal do Advogado-SP, março-2011).
    Mas o eminente relator fez uma concessão enganadora: “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.”
    E a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro, garantida pela Constituição, vai por água a baixo? A livre expressão agora está restringida a um gueto que o relator chama de “templo religioso”?
    Aparentemente sim. Mas no texto, nem sequer essa “livre expressão” está resguardada. De acordo com o substitutivo, proíbe-se “induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito (…) de orientação sexual e identidade de gênero” e se penaliza quem “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos.”
    O texto não diz que os religiosos poderão falar em seus templos contra a prática homossexual, mas que poderão coibir a “manifestação de afetividade” homossexual em suas igrejas. Só isso.
    Essa concessão, ao que tudo indica, serve apenas para tentar adormecer as reações contra o projeto, sem mudar substancialmente seu aspecto persecutório.
    Entretanto, há mais:
    Uma mãe não poderá cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos. Pois se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato de ser lésbica a candidata, sob pena de ficar até três anos atrás das grades.
    Não poderá mais haver colégios de acordo com a lei de Deus. Pois se o diretor de uma escola cristã impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, três anos de cadeia!
    E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim?
    Como já dissemos, o substitutivo ao PLC 122/2006 contém em seu bojo praticamente todo o péssimo conteúdo anterior, com poucas maquiagens para mitigar as reações.
    De nossa parte, baseados no best-seller “Homem e Mulher, Deus os criou”, do renomado sacerdote Pe. David Francisquini e prefaciado pelo Arcebispo da Paraíba, D. Aldo de Cillo Pagotto, afirmamos que não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém, não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Nossa oposição ao projeto em pauta visa defender as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade, cujas liberdades correspondentes se encontram inscritas na Constituição brasileira.
    * * *
    Os brasileiros, em sua grande maioria, não querem a aprovação dessa lei. Fazendo eco a esse brado da opinião pública, representado pelos 3.449.376 e-mails supracitados, o Instituto Plínio Corrêa de Oliveira vem por meio desta pedir novamente aos Srs. Senadores que digam NÃO ao PLC 122/2006, sob pena de vermos implantada no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa, e uma crise de consciência sem precedentes na história da Nação.

  5. Senhores Senadores
    Peço a anulação do PL 122 e tudo que se refere a ele. O povo brasileiro, em sua maioria, já deu provas que não quer este projeto, pois se trata de subversão da verdade.
    Apelo ao bom senso dos senhores que anulem algo que vem de encontro com princípios morais tão necessários para o desenvolvimento da nação.
    Por favor, façam algo pela educação de princípios, pois até os professores não querem mais permanecer em sala de aula. Cuidem do sistema de saúde, pois onde ainda há postos de saúde, faltam equipamentos e medicamentos básicos. Também peço pela segurança, faltam cadeias e projetos de restabelecimento para contraventores.
    Tem tanto para ser feito no Brasil – o meu apelo é: vamos ser sérios, educados e conscientes.

  6. Essa nobre Casa ora deseja legislar para impor o “respeito” as diferenças, ora, por uma sociedade mais igualitária. Se já somos todos iguais e merecedores de respeito, não cabe mais nada, apenas que se cumpra o que já está estabelecido e é justo. Mas respeito, tem quem sabe dar e não é isso que estamos observando em nossa triste sociedade, onde quem respeita as leis, a Constituição, os direitos e deveres, são vilmente desrespeitados por aqueles que querem impor suas vontades e por aqueles que se beneficiam delas.
    No afã de inclusão, estão criando situações de exclusão, na medida que dividem a sociedade em guetos, em minorias.
    Nunca pensei ver uma tamanha ditadura ideológica e ilógica, onde a grande maioria é massacrada e desrespeitada. Queremos nosso direito de ordenar nossas vidas e famílias, segundo nossas consciências e de não sermos agredidos com atentados ao pudor, tão vulgarmente praticado por essa nova ideologia de gênero.

  7. PEÇO A REJEIÇÃO TOTAL DESSE PROJETO DE LEI QUE NÃO PODE CERCEAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, SENDO ESTA DIREITO FUNDAMENTAL E PORTANTO ABSOLUTO!!!1

  8. Como Católico, estou de luto, porque nossos políticos estão ao lado de uma minoria opressora da qual quer impor uma sociedade anti-cristã, devemos sim lutarmos por uma sociedade pró-cristã, acabar com essa pouca vergonha que é a PLC 122 e a sociedade em sua maioria dizer, jamais esta a favor dessa lei, vejo que a missão de protestar contra a PLC 122, não deve ser somente dos Caravinistas, mas de todo povo Católico de todo Brasil.

  9. Excelentíssimos senhores senadores, venho através desta manifestar minha posição quanto ao PLC e externar meu pedido a Vossas Excelências.
    Como senadores, Vossas Excelências são representantes [da vontade] do povo e, respeitando a democracia, é necessário que seja a maioria ouvida e atendida.
    É de conhecimento de todos que estão a par com as estatísticas atuais que a maioria esmagadora da população é cristã, sendo quase o total contado, católica.
    Todos estes milhões de brasileiros são contra o plano do PLC 122, que, apesar de ser posto como um alívio aos homossexuais, é de forma direta e indireta uma afronta contra a liberdade religiosa, liberdade moral de educação dos filhos por seus pais, um atentado contra os bons e tradicionais princípios. Isto para citar apenas alguns.
    Mesmo que toda essa massiva quantidade de cidadãos não manifeste-se, seja por inacessibilidade, seja por falta de conhecimento de como fê-lo, seja por ameaça ou medo ou por qualquer outro motivo de natureza irrelevante para nós, não quer isto dizer que sejam todos eles a favor ou indiferentes.
    É inconcebível para uma verdadeira democracia aceitar que uma minoria irrisória se sobreponha à vontade da extensa e esmagadora maioria que com certeza votou em Vossa Excelência, caso contrário não estaria eleita para nos representar, repito.
    Estou certo que falo por muitos quando, nesta missiva, peço-lhe humildemente que vote contra o PLC 122.
    A família brasileira, a sociedade e a democracia agradecem.

  10. Excelentíssimos senhores senadores, venho através desta manifestar minha posição quanto ao PLC e externar meu pedido a Vossas Excelências.
    Como senadores, Vossas Excelências são representantes [da vontade] do povo e, respeitando a democracia, é necessário que seja a maioria ouvida e atendida.
    É de conhecimento de todos que estão a par com as estatísticas atuais que a maioria esmagadora da população é cristã, sendo quase o total contado, católica.
    Todos estes milhões de brasileiros são contra o plano do PLC 122, que, apesar de ser posto como um alívio aos homossexuais, é de forma direta e indireta uma afronta contra a liberdade religiosa, liberdade moral de educação dos filhos por seus pais, um atentado contra os bons e tradicionais princípios. Isto para citar apenas alguns.
    Mesmo que toda essa massiva quantidade de cidadãos não manifeste-se, seja por inacessibilidade, seja por falta de conhecimento de como fê-lo, seja por ameaça ou medo ou por qualquer outro motivo de natureza irrelevante para nós, não quer isto dizer que sejam todos eles a favor ou indiferentes.
    É inconcebível para uma verdadeira democracia aceitar que uma minoria irrisória se sobreponha à vontade da extensa e esmagadora maioria que com certeza votou em Vossa Excelência, caso contrário não estaria eleita para nos representar, repito.
    Estou certo que falo por muitos quando, nesta missiva, peço-lhe humildemente que vote contra o PLC 122.
    A família brasileira, a sociedade e a democracia agradecem.

  11. Excelentíssimos senhores senadores, venho através desta manifestar minha posição quanto ao PLC e externar meu pedido a Vossas Excelências.
    Como senadores, Vossas Excelências são representantes [da vontade] do povo e, respeitando a democracia, é necessário que seja a maioria ouvida e atendida.
    É de conhecimento de todos que estão a par com as estatísticas atuais que a maioria esmagadora da população é cristã, sendo quase o total contado, católica.
    Todos estes milhões de brasileiros são contra o plano do PLC 122, que, apesar de ser posto como um alívio aos homossexuais, é de forma direta e indireta uma afronta contra a liberdade religiosa, liberdade moral de educação dos filhos por seus pais, um atentado contra os bons e tradicionais princípios. Isto para citar apenas alguns.
    Mesmo que toda essa massiva quantidade de cidadãos não manifeste-se, seja por inacessibilidade, seja por falta de conhecimento de como fê-lo, seja por ameaça ou medo ou por qualquer outro motivo de natureza irrelevante para nós, não quer isto dizer que sejam todos eles a favor ou indiferentes.
    É inconcebível para uma verdadeira democracia aceitar que uma minoria irrisória se sobreponha à vontade da extensa e esmagadora maioria que com certeza votou em Vossa Excelência, caso contrário não estaria eleita para nos representar, repito.
    Estou certo que falo por muitos quando, nesta missiva, peço-lhe humildemente que vote contra o PLC 122.
    A família brasileira, a sociedade e a democracia agradecem.

  12. Excelentíssimos senhores senadores, venho através desta manifestar minha posição quanto ao PLC e externar meu pedido a Vossas Excelências.
    Como senadores, Vossas Excelências são representantes [da vontade] do povo e, respeitando a democracia, é necessário que seja a maioria ouvida e atendida.
    É de conhecimento de todos que estão a par com as estatísticas atuais que a maioria esmagadora da população é cristã, sendo quase o total contado, católica.
    Todos estes milhões de brasileiros são contra o plano do PLC 122, que, apesar de ser posto como um alívio aos homossexuais, é de forma direta e indireta uma afronta contra a liberdade religiosa, liberdade moral de educação dos filhos por seus pais, um atentado contra os bons e tradicionais princípios. Isto para citar apenas alguns.
    Mesmo que toda essa massiva quantidade de cidadãos não manifeste-se, seja por inacessibilidade, seja por falta de conhecimento de como fê-lo, seja por ameaça ou medo ou por qualquer outro motivo de natureza irrelevante para nós, não quer isto dizer que sejam todos eles a favor ou indiferentes.
    É inconcebível para uma verdadeira democracia aceitar que uma minoria irrisória se sobreponha à vontade da extensa e esmagadora maioria que com certeza votou em Vossa Excelência, caso contrário não estaria eleita para nos representar, repito.
    Estou certo que falo por muitos quando, nesta missiva, peço-lhe humildemente que vote contra o PLC 122.
    A família brasileira, a sociedade e a democracia agradecem.

  13. Excelentíssimos senhores senadores, venho através desta manifestar minha posição quanto ao PLC e externar meu pedido a Vossas Excelências.

    Como senadores, Vossas Excelências são representantes [da vontade] do povo e, respeitando a democracia, é necessário que seja a maioria ouvida e atendida.

    É de conhecimento de todos que estão a par com as estatísticas atuais que a maioria esmagadora da população é cristã, sendo quase o total contado, católica.

    Todos estes milhões de brasileiros são contra o plano do PLC 122, que, apesar de ser posto como um alívio aos homossexuais, é de forma direta e indireta uma afronta contra a liberdade religiosa, liberdade moral de educação dos filhos por seus pais, um atentado contra os bons e tradicionais princípios. Isto para citar apenas alguns.

    Mesmo que toda essa massiva quantidade de cidadãos não manifeste-se, seja por inacessibilidade, seja por falta de conhecimento de como fê-lo, seja por ameaça ou medo ou por qualquer outro motivo de natureza irrelevante para nós, não quer isto dizer que sejam todos eles a favor ou indiferentes.

    É inconcebível para uma verdadeira democracia aceitar que uma minoria irrisória se sobreponha à vontade da extensa e esmagadora maioria que com certeza votou em Vossa Excelência, caso contrário não estaria eleita para nos representar, repito.

    Estou certo que falo por muitos quando, nesta missiva, peço-lhe humildemente que vote contra o PLC 122.

    A família brasileira, a sociedade e a democracia agradecem.

  14. Rejeitem a chamada “lei da homofobia”

    Excelentíssimos Senhores Senadores,

    De acordo com notícias veiculadas no site do Senado (14 e 19/11/13), o Sen. Paulo Paim apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 122/2006, popularmente conhecido como “lei da homofobia”. De acordo com o site, “até hoje não foi possível aprová-lo porque alguns parlamentares apontaram no texto tentativa de cercear a liberdade religiosa.” Tal lacuna teria sido preenchida, pois, diz o relator, “colocamos parágrafo que resguarda ‘o respeito devido aos espaços religiosos,’ quanto à manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”.

    Tais informações não procedem, pois a “liberdade religiosa” continua sendo gravemente “cerceada” pelo PLC 122. Senão, vejamos.

    De acordo com declarações do senador-relator à Agência Senado, será permitido criticar a prática homossexual somente dentro dos “templos religiosos”.

    Para ele, “poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal“.

    Isso não se aplica. Com clareza e objetividade, a Dra. Helena Lobo da Costa, professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico. Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta (cfr. Jornal do Advogado-SP, março-2011).

    Mas o eminente relator fez uma concessão enganadora: “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.”

    E a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro, garantida pela Constituição, vai por água a baixo? A livre expressão agora está restringida a um gueto que o relator chama de “templo religioso”?

    Aparentemente sim. Mas no texto, nem sequer essa “livre expressão” está resguardada. De acordo com o substitutivo, proíbe-se “induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito (…) de orientação sexual e identidade de gênero” e se penaliza quem “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos.”

    O texto não diz que os religiosos poderão falar em seus templos contra a prática homossexual, mas que poderão coibir a “manifestação de afetividade” homossexual em suas igrejas. Só isso.

    Essa concessão, ao que tudo indica, serve apenas para tentar adormecer as reações contra o projeto, sem mudar substancialmente seu aspecto persecutório.

    Entretanto, há mais:

    Uma mãe não poderá cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos. Pois se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato de ser lésbica a candidata, sob pena de ficar até três anos atrás das grades.

    Não poderá mais haver colégios de acordo com a lei de Deus. Pois se o diretor de uma escola cristã impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, três anos de cadeia!

    E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim?

    Como já dissemos, o substitutivo ao PLC 122/2006 contém em seu bojo praticamente todo o péssimo conteúdo anterior, com poucas maquiagens para mitigar as reações.

    De nossa parte, baseados no best-seller “Homem e Mulher, Deus os criou”, do renomado sacerdote Pe. David Francisquini e prefaciado pelo Arcebispo da Paraíba, D. Aldo de Cillo Pagotto, afirmamos que não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém, não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Nossa oposição ao projeto em pauta visa defender as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade, cujas liberdades correspondentes se encontram inscritas na Constituição brasileira.

    * * *

    Os brasileiros, em sua grande maioria, não querem a aprovação dessa lei. Fazendo eco a esse brado da opinião pública, representado pelos 3.449.376 e-mails supracitados, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira vem por meio desta pedir novamente aos Srs. Senadores que digam NÃO ao PLC 122/2006, sob pena de vermos implantada no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa, e umacrise de consciência sem precedentes na história da Nação.

  15. Rejeitem a chamada “lei da homofobia”

    Excelentíssimos Senhores Senadores,

    De acordo com notícias veiculadas no site do Senado (14 e 19/11/13), o Sen. Paulo Paim apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 122/2006, popularmente conhecido como “lei da homofobia”. De acordo com o site, “até hoje não foi possível aprová-lo porque alguns parlamentares apontaram no texto tentativa de cercear a liberdade religiosa.” Tal lacuna teria sido preenchida, pois, diz o relator, “colocamos parágrafo que resguarda ‘o respeito devido aos espaços religiosos,’ quanto à manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”.

    Tais informações não procedem, pois a “liberdade religiosa” continua sendo gravemente “cerceada” pelo PLC 122. Senão, vejamos.

    De acordo com declarações do senador-relator à Agência Senado, será permitido criticar a prática homossexual somente dentro dos “templos religiosos”.

    Para ele, “poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal“.

    Isso não se aplica. Com clareza e objetividade, a Dra. Helena Lobo da Costa, professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico. Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta (cfr. Jornal do Advogado-SP, março-2011).

    Mas o eminente relator fez uma concessão enganadora: “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.”

    E a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro, garantida pela Constituição, vai por água a baixo? A livre expressão agora está restringida a um gueto que o relator chama de “templo religioso”?

    Aparentemente sim. Mas no texto, nem sequer essa “livre expressão” está resguardada. De acordo com o substitutivo, proíbe-se “induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito (…) de orientação sexual e identidade de gênero” e se penaliza quem “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos.”

    O texto não diz que os religiosos poderão falar em seus templos contra a prática homossexual, mas que poderão coibir a “manifestação de afetividade” homossexual em suas igrejas. Só isso.

    Essa concessão, ao que tudo indica, serve apenas para tentar adormecer as reações contra o projeto, sem mudar substancialmente seu aspecto persecutório.

    Entretanto, há mais:

    Uma mãe não poderá cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos. Pois se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato de ser lésbica a candidata, sob pena de ficar até três anos atrás das grades.

    Não poderá mais haver colégios de acordo com a lei de Deus. Pois se o diretor de uma escola cristã impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, três anos de cadeia!

    E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim?

    Como já dissemos, o substitutivo ao PLC 122/2006 contém em seu bojo praticamente todo o péssimo conteúdo anterior, com poucas maquiagens para mitigar as reações.

    De nossa parte, baseados no best-seller “Homem e Mulher, Deus os criou”, do renomado sacerdote Pe. David Francisquini e prefaciado pelo Arcebispo da Paraíba, D. Aldo de Cillo Pagotto, afirmamos que não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém, não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Nossa oposição ao projeto em pauta visa defender as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade, cujas liberdades correspondentes se encontram inscritas na Constituição brasileira.

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    Os brasileiros, em sua grande maioria, não querem a aprovação dessa lei. Fazendo eco a esse brado da opinião pública, representado pelos 3.449.376 e-mails supracitados, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira vem por meio desta pedir novamente aos Srs. Senadores que digam NÃO ao PLC 122/2006, sob pena de vermos implantada no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa, e umacrise de consciência sem precedentes na história da Nação.

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