O renascimento conservador constitui uma das maiores esperanças nesse terceiro milênio. Estamos falando dos fatores naturais e ao mesmo tempo presenciamos um revigoramento espiritual em faixas etárias que desconcertam os agentes da Revolução anticristã.
A tática de “fatiar” as conquistas nefastas da IV Revolução – estamos falando da reação antiaborto, antidrogas, anti invasão de propriedade – que percorre faixas das novas gerações, tem alcançado sucesso. Claro, quero o aborto zero.
Há, também, uma procura do transcendental, da cavalaria, do rito tridentino, da sacralidade dos objetos de culto. A procura pela batina é grande entre os jovens seminaristas. A devoção a Maria Santíssima é atestada pelo número de cursos de consagração segundo o método de São Luis Grignion.
Vejamos algumas reações conservadoras, com vistas a “fatiar” conquistas da Revolução nos últimos decênios, nos EUA.
Em junho de 2026, a Convenção Estadual do Partido Republicano do Texas (Texas GOP), realizada em Houston, aprovou um conjunto de prioridades legislativas para o biênio 2026-2028 — e mirou o divórcio sem necessidade de comprovação de culpa (no-fault divorce).
Esse importante estado americano, com grande influência católica, procura “Proteger as Crianças do Texas”, “promover o casamento e famílias sólidas”.
Aí está, a revolução sexual dos anos 60 vai sendo torpedeada por várias iniciativas conservadoras.
“Visto que o casamento e famílias sólidas constituem a melhor proteção para as crianças, deve-se promover e respeitar o casamento, a unidade familiar, o exercício da parentalidade e os direitos dos pais em todos os órgãos estaduais, incluindo os serviços de proteção à criança (CPS) e as escolas,” comenta LifeSiteNews.
Continua a notícia, a meta é “proibir a adoção por casais do mesmo sexo. Acabar com o divórcio sem necessidade de comprovação de culpa.”
Passamos agora a Idaho.
Como sabemos, a Suprema Corte americana revogou há 4 anos a iníqua decisão de que o aborto é um direito constitucional. A partir daí inúmeros Estados americanos procuraram restringir o aborto; e os Estados liberais fizeram exatamente o contrário, financiando e favorecendo ainda mais a prática infanticida.
Idaho se tornou a primeira corte federal do país a “reconhecer” um novo direito constitucional federal ao aborto.
Em sentido contrário, o Procurador-Geral de Idaho, Raúl Labrador — atuando em conjunto com advogados da Alliance Defending Freedom —, solicitou na quarta-feira ao Tribunal de Apelações dos EUA para o 9º Circuito que permitisse ao estado proteger a vida de crianças ainda não nascidas e de mulheres.
Advogados explicam que, desde que as leis pró-vida entraram em vigor, a taxa de mortalidade materna em Idaho caiu drasticamente. São fatos!
Mas, a esquerda e os agentes pró aborto não querem ver as estatísticas. São sectários de uma agenda 2030.
Os pró Vida argumentam que “o mais fundamental de nossos direitos humanos: o direito à vida” precisa ser defendido. Nada na Constituição federal concede o direito de tirar uma vida inocente ainda não nascida”, afirmou John Bursch, advogado sênior e vice-presidente de recursos e apelações da ADF.
Por essa razão o IPCO tem promovido campanhas de esclarecimento em universidades brasileiras com grande aceitação; a esquerda, sem argumentos, só sabe agredir verbalmente ou até fisicamente.
Apoiamos as iniciativas no Brasil de “fatiar” as iníquas conquistas da corrente pró aborto, seja através da legislação, seja pela atuação pública.
Vamos recuperar o nosso Brasil restaurando os Valores Morais.
Fonte:
https://www.lifesitenews.com/blogs/texas-republicans-are-looking-to-end-no-fault-divorce/?utm_source=most_recent
https://www.lifesitenews.com/news/theres-no-constitutional-right-to-abortion-idaho-tells-court/?utm_source=most_recent




